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Para Orar e Adorar

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Aborto: Uma Experiência de Perda


Embora ocorrências de aborto sejam descritas na Bíblia, a palavra "aborto" propriamente dita raramente aparece. A palavra hebraica shakol é traduzida por "aborte" em Êxodo 21.22; 23.26. Outras formas são empregadas com relação à perda de bebês. Abortar, experimentar uma perda, é fracassar na oportunidade de carregar uma criança no ventre desde a sua concepção até o nascimento.

Enquanto se desenvolve no ventre materno, um laço emocional entre as crianças e a mãe se forma e se fortalece. O feto reage a estímulos do meio interno e externo (Lc 1.41). A intensidade da dor que se segue ao aborto varia de acordo com a intensidade do laço estabelecido entre os pais e a criança ainda no ventre (Pv 13.12). O aborto sofrido por uma grávida que observava a briga de dois homens foi alvo de severa penalidade (Êx 21.22). A multa proposta pelo pai e imposta pelo juiz era determinada de acordo com o estágio de desenvolvimento do bebê.

Oséias descreveu os "abortos" como uma das conseqüências da desobediência constante e deliberada de Israel à aliança feita com o Senhor (Os 9.13-16). Entretanto, o aborto não era visto como um julgamento às mulheres pecadoras, ao contrário, era mais uma conseqüência da vida num mundo decaído (Rm 5.12,14).

Os pais compartilham a dor da perda e precisam ser confortados por amigos cristãos (Ec 3.4; Rm 12.15; Fp 2.1-2). Eles podem precisar ser lembrados de que o amor de Deus alcança o feto e o que acompanha o desenvolvimento da criança no ventre (Sl 139.13-14). As "crianças que nunca viram a luz" do dia estão descansando (Jó 3.16-17). Mesmo que os bebês não tenham vivido na terra são especiais para Deus (Mc 10.14) e os pais cristãos se reunirão a eles um dia (2Sm 12.23).

Conseqüentemente temos encontrado muitas pessoas nos nossos dias, que experimentaram o aborto, como decisão para "consertar" uma gravidez precoce. Não podemos concertar um erro com outro erro. 

Certa vez ouvi um pastor contar uma ilustração de uma mulher que foi atacada e estuprada quando vinha de um culto evangélico, e por causa deste ato ela engravidou. A família sugeriu que ela abortasse, muitas pessoas deram conselhos para que ela abortasse, mas ela como uma serva de Deus, decidiu ter a criança. Todos os dias orava e ministrava em seu ventre as bênçãos de Deus. Ela colocava a mão sobre a barriga e cantava hinos de louvores a Deus e profetizava que a criança que ia nascer seria um pregador do Evangelho. Quando a criança nasceu ele deu glórias a Deus, a criança cresceu indo para igreja e seguindo o exemplo de sua mãe e hoje é um dos maiores pregadores do Evangelho nos Estados Unidos.

Até a próxima em Nome de Jesus;

Abraços;

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