O que resta a um pai a não ser aplicar métodos disciplinares rígidos em seus filhos, quando esses se mostram desobedientes? O que aconteceu com Israel? Quando o homem se distancia de Deus, quase sempre, torna-se insolente: nada lhe toca o coração! A única forma de o Senhor trazê-lo de volta para si é por meio de uma punição ainda mais severa e longa.
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Para Orar e Adorar
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Chamada ao Arrependimento
Nesta oportunidade, somos levados à seguinte reflexão: Como o povo da Nova Aliança, os cristãos, tem se portado diante de Deus? Em plena fidelidade, ou adequando sua vida aos padrões do mundo?
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Silberty Faria
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Reino do Norte e Reino do Sul - A Divisão Política da Nação
Para compreendermos adequadamente os Livros Proféticos e os Livros Históricos do Antigo Testamento, precisamos conhecer a divisão política da nação (Reino do Norte e Reino do Sul) e suas especificidades.
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
Minha Oração no Final do Ano
Senhor Deus, venho até
a Ti em o Nome de Jesus para simplesmente lhe agradecer.
O Senhor é dono de
Tudo, teu é o poder no céu e na Terra.
Ao acabar mais um ano,
só quero te dizer, obrigado por tudo, pois tudo o que tenho tudo o que sou vem
de Ti Senhor.
Agradeço-te por tudo:
pela a vida, pelo o amor, pelas flores, o sol, o ar, a alegria, a dor, por
minha família, pelo meu sustento, pelo teto que me cobre, pela refeição à minha
mesa, pelos meus amigos, meus mentores, pelas adversidades, pelas conquistas,
as vitórias, as perdas, enfim Senhor, por tudo sou grato.
Neste ano que se finda,
tentei fazer o melhor para o Senhor, por isso te entrego tudo o que foi feito:
os trabalhos, as obras de minhas mãos, o que falei e o que deixei de falar, o
que sonhei e o que deixei de sonhar.
Também te apresento
todas as pessoas que tive o prazer de conviver e de amar. Agradeço-te pelas
novas amizades e pelos antigos amores; àqueles que estão pertos de mim, àqueles
que pude ajudar, àqueles com quem compartilhei a minha vida e todos os meus
amores e temores.
Mais também te peço
perdão Senhor, pelo tempo não aproveitado, pelo dinheiro mal gasto, pelas
palavras inúteis, pelo amor que não correspondi.
Perdão também porque
hoje as minhas mãos se encontram vazias, pois, muitos trabalhos não esmerei em
fazê-los, ficando eles mal feitos; perdão também pela falta de entusiasmo em
relação à sua vontade.
Perdoe-me também pela
oração que adiei, mas que nessa oportunidade apresento ao Senhor. Perdoe-me
pelos meus olvidos em momentos inoportunos, pelos meus descuidos e silêncios na
hora errada.
Vem chegando um ano
novo e como sempre um grande adversário me aparece que é o calendário, mais
pela sua Palavra eu sei que todos os meus dias estão diante do Senhor e sei que
Tu já viveste cada um deles e nenhum deles está encobertos e sei que todos eles
estão nas Tuas mãos, não sei se viverei todos eles, mas sei que se vivo eu
estiver em todos eles Tu estará presente comigo e ao meu lado para me ajudar,
orientar e me guiar.
Apresento-te também
todos os meus parentes e amigos e peço que a paz, a alegria, a força, a saúde,
o conhecimento, a sabedoria, a prudência, a bondade e principalmente o
conhecimento do Senhor esteja sempre presente com cada um deles.
Mais nessa oração não
posso esquecer-me de mim também, pois preciso do Senhor também. Quero neste ano
viver cada dia na sua presença com otimismo, bondade, paz, conhecimento,
sabedoria, força, paciência, coragem, ousadia, intrepidez, lembrando-me sempre
que jamais devo tocar na sua glória.
Fecha os meus ouvidos a
toda seta do maligno. Fecha os meus olhos a toda maldade. Proteja a minha mente
contra todo pensamento mal e guarda os meus lábios para que eu fale somente
palavras da sua vontade, que não ache em meus lábios palavras mentirosas,
torpes ou egoístas.
Abra a minha mente e o
meu coração para que eu tenha plena liberdade e intimidade com o Teu Santo
Espírito. Que todo o meu ser seja para a tua honra e a Tua glória.
Senhor, que todos os
meus amigos e amigas que leem esta mensagem, encha eles de sabedoria, paz, amor
e pleno conhecimento do Senhor.
Senhor que todas as
pessoas que eu encontrar possam sentir a Sua presença em mim e que meu
testemunho fale mais alto que as minhas palavras.
Simplesmente nos dê, a
mim e a todos os meus amigos e amigas um ano novo repleto de Sua presença,
porque sei que juntamente com ela todas as outras coisas serão acrescentadas.
Amém!
Até a próxima em Nome de Jesus.
Abraços;
Silberty Faria
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sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Pequena Introdução aos Livros Proféticos - Profetas Menores - A Mensagem dos Profetas Maiores - Parte 5 (Fim)
Esta é a última mensagem desta série de estudos, se você chegou até aqui, com certeza você melhorou e cresceu em graça e conhecimento. Mais vamos a mensagem de hoje.
Nem sempre o povo se lembrava da orientação de Deus registrada no livro da Lei, por isso, com frequência, cometia transgressões, e as piores eram cometidas pelos reis e pelos sacerdotes. Esses tinham mais obrigação do que o povo de conhecer as instruções divinas, no entanto, eram os que mais erravam. O profeta expressava a sua indignação contra os erros, chamando o povo de volta para o Senhor.
A mensagem dos profetas seguia sempre o mesmo ciclo. Vejamos:
- queixa sobre algum tipo de mal praticado (Os 4.1,2,12-14);
- castigo, em forma de dispersão, cativeiro ou ataque de algum povo estrangeiro (Os 4.3-11);
- retorno do cativeiro ou ao estado anterior mediante o arrependimento (Os 11.8-11; 6.1,2);
- promessa sobre a vinda do Messias (Os 6.3);
- futuro garantido sob o domínio do Messias sobre toda a Terra (Os 14.4-9; 13.14).
Os profetas Maiores - São assim determinados não por grau de importância, mas pelo tamanho de suas obras. Os Profetas Menores, com exceção de Zacarias e Oseias, que constam de quatorze capítulos cada, são todos pequenos; já os Maiores são livros cujos rolos originais (em pergaminhos) chegavam até dezessete metros de comprimento. São eles: Isaías, Jeremias, Ezequiel e Daniel.
Isaías - Isaías profetizou nos dias dos reis Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias - reis de Judá - e, segundo a tradição, talvez tenha vivido durante o reinado de Manassés. Também se acredita que o profeta tenha sido serrado no meio; se for este o caso, o escritor da Carta aos Hebreus pode ter aludido a esse fato (Hb 11.37). Seu livro data de 740 a.C.
Isaías é considerado o profeta messiânico do Antigo Testamento, pois previu o nascimento de Jesus (Is 9.6) e a sua morte (Is 53). Falou do cativeiro babilônico e do retorno dos hebreus para a sua terra (Is 39.3-8; 45.13; 13-14.3), mencionando o nome de Ciro, o imperador medo-persa, dois séculos antes do seu nascimento (Is 45.1). Sua mensagem também foi dirigida ao Reino do Norte (Israel) e contém promessas de restauração e de redenção para o remanescente fiel da nação (Is 45.14-17).
Jeremias - Jeremias sofreu perseguições do rei e dos profetas de sua época - estes eram contratados pelo monarca para desfazer as suas predições. Os seus muitos sofrimentos o fizeram chorar tanto que ele ficou conhecido como o profeta das lágrimas. Jeremias não foi acatado em seus dias, mas a História lhe fez justiça, a ponto de confundirem-no com Jesus (Mt 16.14).
Jeremias profetizou do tempo de rei Josias ao tempo do rei Zedequias, que foi levado cativo para a Babilônia na grande invasão em 586 a.C. Ele sofreu muita oposição por causa desses avisos. Ezequiel e Daniel vaticinaram durante o cativeiro. Ezequiel era um profeta visionário, e Daniel, embora fosse vidente, agiu mais como intérprete de Jeremias para o seu povo. Seu livro foi escrito entre 626 e 586 a.C.
A mensagem direta e objetiva de Jeremias foi dirigida para o Reino do Sul. ele anunciou o cativeiro babilônico, avisando que os judeus sofreriam por setenta anos. De fato, as primeiras deportações para a Babilônia aconteceram em 605 a.C., e as últimas em 586 a.C. Dessa forma, desde que os primeiros judeus foram levados para a Babilônia até o fim do cativeiro, em 535 a.C., passaram-se setenta anos (2 Cr 36.21).
Ezequiel - Ezequiel era ainda jovem quando foi levado para a Babilônia, provavelmente na leva dos dez mil nobres do Reino do Sul (2 Rs 24.14; Dn 1.1-7), dentre os quais constavam Daniel, Hananias (Sadraque), Misael (Mesaque) e Azarias (Abede-Nego).
No cativeiro, Ezequiel, que segundo a tradição judaica era aprendiz de Jeremias, tornou-se profeta para a sua geração. Sua mensagem, escrita entre os anos 593-573 a.C. é carregada de visões (Ez 1.1) e trata do julgamento de Judá; do julgamento das nações pagãs e da esperança dos cativos judeus.
Daniel - Todo o ministério profético de Daniel desenvolveu-se durante o cativeiro babilônico. No capítulo 5, ele narra o final do Império Babilônico e o surgimento do Império Persa. É possível que o livro tenha sido escrito, ou pelo menos concluído, no final do cativeiro, visto que ele, pela leitura que faz de Jeremias, compreende que esse tempo havia chegado ao fim (Dn 9.2).
A mensagem de Daniel ultrapassa os seus dias. ela é também escatológica, pois prevê os tempos futuros; por isso, seus registros fazem conexão direta com o Livro do Apocalipse.
Finalizamos assim, a nossa série de estudos sobre a Introdução aos Livros Proféticos, citamos: Pequena Introdução aos Livros Proféticos - Profetas Menores - Parte 1
Até a próxima em Nome de Jesus.
Abraços;
Silberty Faria
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quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Pequena Introdução aos Livros Proféticos - Profetas Menores - A Popularidade dos Profetas Menores - Parte 4
Os Profetas Menores, são pouco lidos e poucos estudados na Igreja, à exceção de:
- Jonas, que foi engolido por uma grande peixe;
- Oseias, especialmente as porções que exaltam a necessidade do conhecimento de Deus (Os 4.6)
- Joel, que trata do derramamento do Espírito sobre toda a carne (Jl 2.31);
- Malaquias, devido ao texto que fala do dízimo (Ml 3.10).
Por isso, às vezes temos tanta dificuldade até de encontrá-los na Bíblia. Não são muito populares, mais são de muita importância.
Quanto aos demais, temos por hábito pinçar alguns versículos, a fim de elucidar fatos isolados; no entanto, raramente atemo-nos ao estudo de cada um desses livros para compreender, de fato, a sua mensagem.
Para entendermos um pouco mais da história bíblica é indispensável que demos mais atenção aos profetas menores, porque como já disse eles são classificados em "menores" somente por causa dos livros serem menores em relação aos livros dos Profetas Maiores: Isaías, Jeremias, Ezequiel e Daniel. E por falar em profetas Maiores será o assunto da nossa próxima publicação.
Tomando a Lei como referencial absoluto para o modo de vida que Deus havia planejado para o Seu povo, os profetas comparavam a vida da nação com os parâmetros divinos pré-estabelecidos e, em cima disso, protestavam contra toda e qualquer irregularidade; todos tinham algo em comum: o inconformismo em relação a qualquer transgressão. Esse era o ponto de partida, entretanto, eles não se limitavam a denunciar, mas a proferir palavras de juízo, anunciando algum tipo de castigo que levasse o povo ao arrependimento.
Estudar sobre esses Homens de Deus capacita-nos a compreender não apenas o estado moral e espiritual em que se encontravam os reinos de Israel e Judá, bem como seu passado e presente em cada contexto histórico, mas também nos oferece muita luz sobre o futuro de Israel e da Igreja do Senhor.
Até a próxima em Nome de Jesus.
Abraços;
Silberty Faria
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quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Pequena Introdução aos Livros Proféticos - Profetas Menores - Distinção dos Profetas - Parte 3
Como vimos na lição anterior (Pequena Introdução aos Livros Proféticos - Profetas Menores - Profetas, Homens de Deus - Parte 2), os profetas recebem as seguintes distinções: Orais e Literários; Videntes e Não Videntes; Pré-Cativeiro e Pós-Cativeiro; Verdadeiros e Falsos; Aqueles que exercem o ofício profético como ministério e aqueles que são imbuídos de um dom do Espírito Santo. Vejamos agora um pouco sobre cada um deles:
1. Profetas Orais - Usavam a boca para anunciar, mas não deixaram nada escrito e, se escreveram alguma coisa, seus registros perderam-se e não fazem parte do Cânon Sagrado (a Bíblia). Eles foram muitos; alguns se tornaram bem conhecidos devido à sua relevância na história bíblica - como Arão (Êx 7.1), Natã (2 Sm 7.2), Elias (2 Cr 21.12), Elizeu (2 Rs 9.1), entre outros.
No Novo Testamento (NT), temos João Batista - apesar de o seu ministério ter sido importante e encerrar o profetismo do Antigo Testamento (Lc 16.16), ele não deixou nada escrito. O mesmo pode-se dizer de Ágabo, que é também chamado de profeta (At 21.10).
2. Profetas Literários - São aqueles que escreveram e cujos escritos estão incluídos no Cânon Sagrado (a Bíblia). Seus livros estão classificados entre os proféticos, sejam eles maiores ou menores. Entretanto, há profetas, como Moisés e Samuel, que se encontram em outras categorias.
Moisés (Dt 34.10) tem os seus escritos classificados como Leis (Torá ou Pentateuco). O mesmo acontece com Samuel (1 Sm 3.20), o qual deixou dois livros que levam o seu nome, porém estão classificados na categoria de Livros Históricos e Não Proféticos.
3. Profetas Videntes e Não Videntes - Os termos hebraicos roeh e hozeh significam aquele que vê ou vidente (1 Cr 29.29). O profeta vidente é aquele que tem os olhos abertos para o sobrenatural; ele pode ver o mundo espiritual do mesmo modo como vê o mundo natural. Dentre eles estão:
- Balaão, embora a Bíblia não o considere um bom profeta (Nm 22.31, Cf 2 Pe 2.15);
- Samuel (1 Sm 9.9);
- Gade (2 Cr 29.25);
- Eliseu enxergou o traslado de Elias para o céu em um carro de fogo - evento que os alunos da escola de profetas não viram (2 Rs 2.10-12); viu Geazi pedindo dinheiro a Naamã (2 Rs 5.25-27), embora não estivesse junto dele; viu as tramas do rei da Síria contra Israel dentro do seu quarto (2 Rs 6.12), etc;
- Isaías viu com nitidez o retorno dos judeus do cativeiro babilônico, citando o nome do rei Ciro quase duzentos anos antes do fato (Is 45.1); e também previu o advento do Messias (Is 53).
Já alguns profetas falavam segundo o mandado do Senhor, sem que tivessem olhos para ver o sobrenatural, como, por exemplo, João Batista.
4. Profetas Pré-Cativeiro e Pós-Cativeiro - O Cativeiro Babilônico marcou decisivamente a História da Nação. Os profetas pré-exílio são todos aqueles que anunciaram a invasão babilônica sobre Judá. Dentre eles estão Isaías, Jeremias e os nove primeiros Menores. Os pós-cativeiro são Ageu, Zacarias e Malaquias. Daniel e Ezequiel escreveram durante o cativeiro na Babilônia.
5. Profetas Verdadeiros e Falsos - Entre o povo de Deus, tanto no Reino do Sul (Judá), quanto no Reino do Norte (Israel), vez por outra, surgia alguém para anunciar mentiras. Alguns desses falsos profetas eram contratados pelo rei, com o objetivo de apregoar palavras do seu interesse, na esperança de não sofrer nenhum tipo de oposição entre o povo.
Jeremias, por exemplo, prenunciou a invasão babilônica, advertindo tanto o rei quanto a nação de que eles ficariam setenta anos nas mãos daquele poderoso Império (Jr 25.8-12). O profeta deu-lhes instruções para não oferecerem resistência, a fim de não piorarem as coisas.
Os falsos profetas do rei negavam o vaticínio de Jeremias sobre a deportação israelita para a Babilônia. Quando os babilônicos começaram a fazer suas premieiras incursões, os falsos profetas não tinham mais como negar o fato; então, amenizaram dizendo: De fato os babilônios virão, porém nós padeceremos nas mãos deles por apenas dois anos (Jr 28.10-17)
Hananias e Semaías, os falsos profetas, levantaram-se contra Jeremias para proferir mentiras; mas Jeremias os enfrentou (Jr 28; 29.24-32). Jesus, nosso Mestre e Senhor, fez severas advertências sobre os falsos profetas (Mt 7.15; 24.11), pois eles valorizam mais as cerimônias do que um relacionamento sincero com Deus.
6. Aqueles que exercem o ofício profético como ministério e aqueles imbuídos de um dom do Espírito Santo - Um dos ofícios proféticos como ministério eram dos sacerdotes. Em Israel esperava-se também que os sumos sacerdotes fossem capazes de profetizar, embora não se esperasse deles o mesmo que normalmente se esperava de um profeta oficial. O Urim e Tumim que carregavam nas vestes sacerdotais eram usados para consultar o Senhor e obter dele alguma palavra ou direção. De acordo com a tradição judaica, eram usados para conhecer a vontade de Deus (Êx 28.30; 1 Sm 28.6). O ministério profético era comum no At, mas ele também aparece no Novo Testamento como um dom do Espírito Santo (Ef 4.11, cf. At 11.27; 13.1; 21.10). O dom de profecia é uma capacitação sobrenatural, concedida pelo Espírito Santo, a qual permite a pessoa entregar uma mensagem em nome do Senhor a um indivíduo ou à Igreja (1 Co 12.1-10).
Até a próxima em Nome de Jesus.
Abraços;
Silberty Faria.
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Pequena Introdução aos Livros Proféticos - Profetas Menores - Profetas, Homens de Deus - Parte 2
Profetas, Homens de Deus - O que é um Profeta? Profeta é uma pessoa que Deus levanta para anunciar palavras Suas ao coração dos homens.
A palavra hebraica nabi (originária do verbo naba) significa anunciador, declarador. O termo era muito utilizado para fazer referência aos profetas; e o encontramos mais de trezentas vezes no Antigo Testamento (AT).
Os profetas eram comumente chamados de homens de Deus - título que ocorre cerca de setenta vezes no Antigo Testamento, dentre as quais metade é usada para designar Eliseu.
Ser um homem de Deus significa muito mais que ser convertido, que ser atuante em uma igreja, que ser um homem de oração... Ser homem de Deus significa ser um profeta.
No Antigo Testamento, os profetas, também chamados de homens de Deus, geralmente recebiam de modo sobrenatural a mensagem da parte do Senhor para entregá-la ao rei, ao sacerdote, a alguma autoridade importante da nação hebreia ou ao próprio povo. Nos dias de hoje os profetas são aqueles que pregam (anunciam) a Palavra de Deus, são os pregadores do Evangelho, mais um detalhe faz toda a diferença, os verdadeiros homens de Deus, pregadores, ainda precisam conservar a essência dos profetas-homens de Deus, do Antigo Testamento, como: testemunho e vida com Deus, testemunho e oração, testemunho e leitura da Palavra... Enfim ser aquilo que a Bíblia diz que ele precisa ser: (1 Tm 3.2-7 "2 - É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; 3 - não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento; 4 - e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito 5 - (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?); 6 - não seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça e incorra na condenação do diabo. 7 Pelo contrário, é necessário que ele tenha bom testemunho dos de fora, a fim de não cair no opróbrio e no laço do diabo.").
Os profetas constituíam um dos três ofícios sagrados: sacerdote, rei ou profeta - porém era o profeta que consagrava o rei e o sacerdote - e tinham como base de sustentação de seus vaticínios as alianças abraâmica (Gn 12; 15); sinaítica (Êx 24) e davídica (2 Sm 7).
Os profetas recebem as seguintes distinções:
- orais e literários;
- videntes e não videntes;
- pré-cativeiro e pós-cativeiro;
- verdadeiros e falsos;
- aqueles que exercem o ofício profético como ministério e aqueles imbuídos de um dom do Espírito Santo.
*Na sequencia do nosso estudo (Pequena Introdução aos Livros Proféticos - Profetas Menores - Profetas, Homens de Deus - Parte 3) vamos falar sobre cada um destes ofícios.
Os profetas foram muitos, tanto em Israel quanto em Judá. Houve também ocasião em que a nação padeceu por falta deles (1 Sm 3.1; Sl 74.9).
Até a próxima em nome de Jesus.
Abraços;
Silberty Faria
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Pequena Introdução aos Livros Proféticos - Profetas Menores - Parte 1

Esta é uma pequena introdução aos Profetas Menores, não é um estudo exaustivo, mais creio e espero que consiga sanar algumas de suas dúvidas.
Profetas Menores - Eles são, ao todo, doze e são conhecidos desta forma não por serem considerados menos importantes, mas pelo fato de seus livros serem menores, se comparados aos Profetas Maiores.
Os Maiores são: Isaías, Jeremias, Ezequiel e Daniel.
Os Menores são: Oseias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miqueias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.
Na Bíblia Hebraica, o Livro de Lamentações e o Livro de Daniel encontram-se entre os Escritos e não entre os Profetas. Em nossa classificação, contudo, Lamentações e Daniel enquadram-se entre os Maiores.
Daniel - é considerado um vidente, porque conseguia ver o mundo espiritual na esfera do tempo e do espaço; porém seus registros são também considerados históricos, pois relatam parte da história dos judeus na Babilônia.
Lamentações - é a expressão de tristeza de Jeremias, ao ver a Cidade Santa destruída pelos babilônicos.
Não temos qualquer regsitro de atividade profética nos primórdios do estabelecimento de Israel em Canaã (1 Sm 3.1). Samuel aparenta ser a primeira pessoa a ocupar o cargo, depois de Moisés (1 Sm 20-21), pois era conhecido por todo o Israel como profeta.
O último porta-voz de Deus mencionado no AT é Malaquias, datado de meados do quinto século a.C.
Durante o oitavo século a.C., a profecia tornou-se um fenômeno religioso contínuo em Israel. A liderança profética e o desenvolvimento literário de Livros Proféticos continuaram durante meados do quinto século a.C. Estudiosos classificam esse período como período clássico da profecia em Israel (800-450 a.C.). Os profetas canônicos pertencem a esse período.
Os profetas ocupam uma posição singular nas tradições de fé israelitas. Eles serviam como porta-vozes de Deus à nação durante a crise nacional, contribuindo com um terço do conteúdo do Antigo Testamento.
Estudiosos acreditam que o ministério de Moisés estabeleceu as bases para o cargo profético em Israel (Dt 18.15-22; Os 12.13), pois quando o povo estava em cativeiro no Egito, Deus o chamou como Seu porta-voz.
Veja a seguir uma tabela com os Profetas Menores, organizada em ordem cronológica aproximada. Ela servirá de apoio para o seu estudo:
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Autoridade!
Esta palavra tem andado um pouco banalizada em nosso meio, sendo assim resolvi dar alguns esclarecimentos sobre esta tão importante palavra que é citada na Bíblia como um substantivo e como um verbo.
Autoridade - Substantivo
1. exousia - denota "autoridade" (derivado do verbo impessoal exesti, "é legal"). Derivado do significado de "licença" ou "permissão", ou a liberdade de fazer como a pessoa quiser, passou ao sentido de "habilidade ou força com que a pessoa é dotada", e daí, ao significado do "poder de autoridade", o direito de exercer poder (por exemplo, Mt 9.6; 21.23; 2Co 10.8); ou ao do "poder do império ou governo", o poder daquele cuja vontade e ordens devem ser obedecidas pelos outros (por exemplo, Mt 28.18; Jo 17.2; Jd 25; Ap 12.10; 17.13); mais especificamente fala da "autoridade" apostólica (2 Co 10.8; 13.10); do "poder" da decisão judicial (Jo 19.10); de "gerir assuntos domésticos" (Mc 13.34). Por metonímia ou mudança de nome (a substituição de uma palavra sugestiva pelo nome da coisa significada), representa "aquilo que está sujeito à autoridade ou governo" (Lc 4.6); ou, "àquele que possui autoridade, um governante, magistrado" (Rm 13.1-3; Lc 12.11; Tt 3.1); ou "potentado espiritual" (por exemplo, Ef 3.10; 6.12; Cl 1.16, 2.10,15; 1 Pe 3.22).
Em 1 Co 11.10, o termo é usado para aludir ao véu que as mulheres, por exigência, deviam usar numa assembléia ou igreja, levando para o sentido de "direito, fortalecer, jurisdição, libertação, poder".
2. epitage - "mandato" (formado de epi, "sobre", e tassõ, "ordenar"), é traduzido por "autoridade" em Tt 2.15, levando para o sentido de entendimento em "mandamento". O verbo correspondente é epitassõ, "ordenar", no sentido de "comandar".
3. huperoche - principalmente, "projeção, eminência", como um cume de uma montanha, por conseguinte, metaforicamente, "preeminência, superioridade, excelência". Em 1 Tm 2.2, refere-se à posição dos magistrados; em 1 Co 2.1, diz respeito à excelência da linguagem. Contraste com o verbo huperechõ "ultrapassar", levando para o sentido de "superar".
4. dunastes - cognato de dunamis, "poder" (em português, "dinastia"), significa "potentado, alto oficial". Em At 8.27, fala de um alto oficial; em Lc 1.52, de poderosos; em 1 Tm 6.15, refere-se a Deus. Todos estas passagens nos levam a entender o texto que além do citado também está ligado a "poderoso ou poderosos".
Autoridade - Verbo
1. exousiazõ - cognato de A (substantivo), nº 1 (exousia), significa "exercer poder" (Lc 22.25; 1 Co 6.12; 7.4, duas vezes), ligado literalmente a dunastes "poder".
2. katexousiazõ - formado de Kata, "para baixo", elemento de intensivo, e o nº 1 (exousia), "exercer autoridade sobre", é usado em Mt 20.25 e Mc 10.42.
3. authenteõ - formado de autos, "si mesmo", e um substantivo perdido hentes, que provavelmente significa trabalhar (em português, "autêntico"), "exercer autoridade por conta própria, dominar sobre" (1 Tm 2.12). No uso mais remoto da palavra, significa aquele que com a própria mão matava ou a si mesmo ou a outrem. Depois veio a denotar aquele que age por sua própria "autoridade", por conseguinte, "exercer autoridade, domínio", mais ligado ao sentido de "domínio".
Se você está com problema pessoal ou sabe de alguém que está enfrentando problema nesta área de autoridade, eu te indico um clássico para você ler e aprender, é o livro: Autoridade Espiritual do autor Watchman Nee.
Até a próxima em Nome de Jesus.
Abraços;
Silberty Faria
3. huperoche - principalmente, "projeção, eminência", como um cume de uma montanha, por conseguinte, metaforicamente, "preeminência, superioridade, excelência". Em 1 Tm 2.2, refere-se à posição dos magistrados; em 1 Co 2.1, diz respeito à excelência da linguagem. Contraste com o verbo huperechõ "ultrapassar", levando para o sentido de "superar".
4. dunastes - cognato de dunamis, "poder" (em português, "dinastia"), significa "potentado, alto oficial". Em At 8.27, fala de um alto oficial; em Lc 1.52, de poderosos; em 1 Tm 6.15, refere-se a Deus. Todos estas passagens nos levam a entender o texto que além do citado também está ligado a "poderoso ou poderosos".
Autoridade - Verbo
1. exousiazõ - cognato de A (substantivo), nº 1 (exousia), significa "exercer poder" (Lc 22.25; 1 Co 6.12; 7.4, duas vezes), ligado literalmente a dunastes "poder".
2. katexousiazõ - formado de Kata, "para baixo", elemento de intensivo, e o nº 1 (exousia), "exercer autoridade sobre", é usado em Mt 20.25 e Mc 10.42.
3. authenteõ - formado de autos, "si mesmo", e um substantivo perdido hentes, que provavelmente significa trabalhar (em português, "autêntico"), "exercer autoridade por conta própria, dominar sobre" (1 Tm 2.12). No uso mais remoto da palavra, significa aquele que com a própria mão matava ou a si mesmo ou a outrem. Depois veio a denotar aquele que age por sua própria "autoridade", por conseguinte, "exercer autoridade, domínio", mais ligado ao sentido de "domínio".
Se você está com problema pessoal ou sabe de alguém que está enfrentando problema nesta área de autoridade, eu te indico um clássico para você ler e aprender, é o livro: Autoridade Espiritual do autor Watchman Nee.
Até a próxima em Nome de Jesus.
Abraços;
Silberty Faria
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sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Dinâmica 23 para EBD - Bússola para o meu caminho
Objetivos: A proposta desta dinâmica não é valorizar a competição e nem levar alguém a se sobrepor sobre os demais. A proposta é incentivar a leitura e incentivar os alunos a conhecer a Bíblia.
Material Necessário: Bíblia na mão de todos os alunos. Uma caixa de chocolate Biz.
Desenvolvimento: Localizar na Bíblia:
- O 18º livro da Bíblia (Jó)
- O único livro que começa com “Z” (Zacarias)
- 2 livros que começam com “H” (Habacuque e Hebreus)
- 2 livros que começam com “G” (Gênesis e Gálatas)
- 2 livros que são o nome de um povo (Hebreus e Romanos)
- Livro cujo título é triste (Lamentações)
- Livro cujo título tem somente 2 letras (Jó).
Finalização: Presentear quem mais acertou com 01 biz. E como a proposta desta dinâmica não é visar a competição, então todos os outros alunos ganharão também um biz e antes de todos comerem trabalhe o texto de Salmos 119.105 com eles "Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos."
Até a próxima em Nome de Jesus.
Abraços;
Silberty Faria.
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Dinâmica 22 para EBD - Simplesmente uma questão de ótica
Objetivos: Refletir sobre a vida, sobre a gratidão, sobre a visão que temos e fazemos de nós mesmos e do nosso próximo.
Material Necessário: Uma folha de papel branca com um ponto pequeno e escuro ou uma mancha pequena e escura, bem no centro da folha.
Desenvolvimento: Mostrar aos seus alunos a folha com o ponto ou macha escura no centro. Deve-se dar um minuto e dizer que é para visualização, percepção e reflexão do que você está mostrando. Depois de um minuto de observação silenciosa, peça aos seus alunos que se expressem descrevendo o que viram. Provavelmente a maioria irá falar que viu um ponto escuro. Neste momento é necessário que você querido(a) professor(a), se manifeste dizendo que geralmente nos focamos apenas nos aspectos negativos dos acontecimentos e no pecado (nosso e dos outros). É preciso lembrar aos alunos que é muito comum esquecermos do lado luminoso, do lado branco, da presença de Deus que é maior sempre (baseado no que você desenhou na folha). Se o ponto ou mancha escura é o problema ou o pecado, todo o restante da folha é a presença de Deus na nossa vida.
Finalização: É importante que o professor e ou professora estejam atentos a não deixem passar desapercebido qualquer manifestação, pois creio que neste momento da aula, muitos farão uma reflexão de alguma coisa e muitas coisas que possam estar acontecendo. Leia a Bíblia com eles, cite e reflita com eles sobre o Texto de 1 João 4.4 "Filhinhos, vós sois de Deus e tendes vencido os falsos profetas, porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo." e também com o texto de 1 João 2.12 "Filhinhos, eu vos escrevo, porque os vossos pecados são perdoados, por causa do seu nome." e também Hebreus 8.12 "Pois, para com as suas iniquidades, usarei de misericórdia e dos seus pecados jamais me lembrarei". E Hebreus 10.17 "acrescenta: Também de nenhum modo me lembrarei dos seus pecados e das suas iniquidades, para sempre." e por último Provérbios 28.13 "O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia".
Até a próxima em Nome de Jesus.
Abraços;
Silberty Faria.
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terça-feira, 14 de outubro de 2014
Salmos 57.1 - A escola do sofrimento.
No Salmo 57.1, Davi clamou: Tem misericórdia de mim, ó Deus, tem misericórdia de mim, porque a minha alma confia em ti; e à sombra das tuas asas me abrigo, até que passem as calamidades.
Davi aqui estava vivendo extrema necessidade; era o pior momento de sua vida, mas Deus estava olhando lá na frente, para quando ele seria o melhor rei da história de Israel.
A disciplina mais difícil na escola da vida se chama adversidade. Mas é a melhor matéria para ensinar-nos a depender de Deus e apar colocar-nos em lugares altos. O Senhor tem um bom futuro para nós. A nossa esperança não será frustrada!
Tem momentos na nossa vida que passamos por um deserto, calamidades, sofrimentos, mais alguns deles Deus permite que venha para que possamos aprender a confiar, a depender e principalmente a caminhar em direção à vontade Dele, porque a vontade de Deus é plena, e soberana.
Ao longo da nossa caminhada pela vida, é comum surgirem obstáculos, tribulações e problemas para nos fazer desanimar e impedir que alcancemos aquilo por que nos temos esforçado.
Nesses momentos é imprescindível manter acesa a chama da esperança em Deus, crer que Ele nos ama, é misericordioso, gracioso, está interessado em ajudar-nos e em todo o poder para intervir na adversidade e mudar o rumo da nossa história.
Tem pessoas que só aprendem se for no deserto, no sofrimento, pois, se você quiser uma escola que ensina de verdade é esta.
Nem Jesus ficou livre da escola do sofrimento. Em Lucas 24.26, é dito que convinha que o Cristo padecesse essas coisas e entrasse na sua glória. Mesmo Jesus sendo o Filho de Deus aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu (Hb 5.8).
Paulo, falando acerca da humilhação e do sofrimento de Cristo, exortou os cristãos: Jesus experimentou o limite máximo da adversidade e do sofrimento (Fp 2.5-8).
"Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai." (Fp 2.9-11)
Que o Senhor nos conduza ao lugar da vitória!
Até a próxima em nome de Jesus.
Abraços;
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sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Determinação, uma arma poderosa.
Determinando tu algum negócio, ser-te-á firme, e a luz brilhará em teus caminhos. (Jó 22.28) RC
No decorrer de nossa existência, é comum encontrarmos inúmeros desafios e obstáculos a serem vencidos. Portanto, a persistência e a determinação são ingredientes fundamentais para a conquista de vitórias e de bens permanentes.
Paulo dá uma receita de determinação: alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração (Rm 12.12). Alegria, esperança, paciência perseverança, oração e comunhão com Deus são ingredientes indispensáveis para quem deseja manter sua resolução de seguir a Cristo, crescer e amadurecer espiritualmente e galgar posições maiores na vida (Fl 3.13,14).
O foco e a ação eficaz são vitais em qualquer situação para ajudar-nos a alcançar o alvo (Fl 3.13,14). Mas é a convicção de que podemos enfrentar qualquer coisa com Deus que nos dá a valentia para lutar contra toda situação adversa até alcançarmos nosso objetivo (Ec 8.5).
Para vencermos os obstáculos da vida, precisamos ser determinados.
Determinar é decidir firmemente, como fez Daniel quando determinou em seu coração que não iria se contaminar com a porção das iguarias do rei nem com o vinho que ele bebia (Dn 1.8).
Devemos manter diante dos olhos o alvo que desejamos atingir e não devemos medir esforços para atingi-lo. Não devemos temer o que, porventura, nos aguarde em nosso trajeto. Antes, devemos demonstrar coragem e uma atitude de vencedores, pois somente assim conseguiremos receber o prêmio.
Deus não faz tudo por nós, Ele olha para o nosso potencial e nos deixa agir. Você tem de ser uma pessoa determinada, decidida, se quiser conquistar vitórias e vencer obstáculos.
A família transfere para o ser humano uma herança biológica, sociológica, psicológica e espiritual. Ela é, portanto, a primeira agência socializadora do homem e a base para a construção do caráter e da personalidade do indivíduo (Pv 29.15). Certamente, os pais de Daniel contribuíram para que ele fosse o homem que foi.
Os pais de Daniel conseguiram transferir para seu filho uma herança espiritual e moral espetacular, que o ajudou a discernir o certo e o errado, a ter determinação e a construir uma história de vida sobre a carne, sobre o diabo e sobre o mundo, mesmo vivendo longe de casa, em uma pátria pagã (1 Jo 2.14,15).
Uma pessoa determinada, não se permite contaminar com as ideologias e práticas seculares (Dn 1.8); é seletiva em suas amizades (Dn 1.10,11) e tem a percepção correta do momento de agir (Dn 2.16,17).
Daniel e seus três companheiros decidiram posicionar-se de modo que os valores éticos e morais da Lei de Deus continuassem a ser observados durante o exílio babilônico (Dn 1.8). Esse princípio se aplica às relações de trabalho que mantemos cotidianamente.
Talvez não haja melhor lugar para os cristãos influenciarem as pessoas hoje em sua ética e moral do que no trabalho. A maneira como nos comportamos em nosso emprego diz aos outros tudo que eles precisam saber sobre nossos valores e comprometimentos. A questão é: estamos tomando a posição certa?
Até a próxima em nome de Jesus.
Abraços;
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quarta-feira, 1 de outubro de 2014
O Tempo de Deus

Não importa a nossa idade para sonhar. Quem não sonha é como um pássaro que tem asas e não voa.
Calebe experimentou isto; aos 85 anos, ele sonhou e tomou posse de sua herança. Este israelita lutou para conquistar as suas terras e acabou concretizando o que, talvez, muitos julgassem impossível.
Lute para concretizar os seus sonhos, apresentando-os diariamente a Deus, crendo que Ele lhe concederá vida e saúde para conquistar os seus ideais e ver cumpridas todas as promessas que Ele lhe fez, pois fiel é o que prometeu e poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera (Ef 3.20).
Faça como Calebe: tenha coragem, empatia, prudência, paciência e tenacidade. É melhor esperar o tempo de Deus para agir em conformidade com suas orientações e obter a tão esperada vitória!
Calebe era ousado e determinado. Mesmo idoso, depois de participar de várias batalhas pela conquista de Canaã, dirigiu-se a Josué para reivindicar a promessa de Deus para a sua vida (Js 14.6-15). Este fato nos remete a uma realidade espiritual: isso nos mostra que as promessas do Senhor jamais devem ser esquecidas, que devemos perseverar em seguir ao Senhor, em obedecer-lhe, pois Ele mesmo se encarregará de fortalecer-nos e dar-nos estratégias para conquistar-mos o que Ele nos prometeu, para a glória do Seu nome. Também nos leva a perceber que uma pessoa não deixa de ser vitoriosa quando envelhece, mas, quando perde seus sonhos e a sua visão.
Com Calebe, é possível aprender que a promessa de Deus tem, pelo menos, duas dimensões: a geral e a pessoal. A dimensão geral diz respeito a um grupo, a uma família, a uma nação. Deus fez promessas para todo o Israel (Êx 3.7-8), mas também fez promessas pessoais para Calebe (Nm 14.24).
Um homem idoso conseguiu invadir Hebrom, expulsar os gigantes e tomar a terra deles. Qual o segredo deste homem? Como ele pôde manter-se forte, renovado, preparado para conquistar o que Deus lhe prometera? O Segredo é que Calebe manteve-se firme em crer em Deus e em obedecer-lhe. Este foi o grande segredo desse homem. O filho de Jefoné não se deixou abater pelo tempo decorrido, pela quantidade de lutas em que combatera ou de derrotas que sofrera, ele creu em Deus, manteve sua fé nele, seguindo-o fielmente. E agora eis que o Senhor me conservou em vida (Js 14.10). Calebe aprendeu a depender de Deus. Ele sabia que estava vivo porque o Senhor permitira que ele chegasse até ali. Depender também implica confiar. Quem depende inteiramente do Altíssimo, com certeza, confia nele. Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu: tempo de rasgar e tempo de coser; tempo de estar calado e tempo de falar. (Ec 3.1,7)
Até a próxima em Nome de Jesus.
Abraços;
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sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Salmo 15 - O Cidadão dos Céus
O Salmo 15 é um Salmo de Davi, é um Salmo de instrução. Aqui os fiéis são instruídos sobre as CONDIÇÕES MORAIS necessárias para participarem dignamente do Culto ao Senhor. Conf.: Sl 24.3-6; Is 33.14-16.
No Sermão do Monte, Cristo definiu os cidadãos do céu como sal da terra e como uma cidade edificada sobre um monte (Mt 5.13; Mt 5.14-16). Não há como viver qualquer dessas definições sem modificar o mundo ao seu redor ainda que seja apenas o espaço imediatamente à sua volta. O cidadão do céu é aquele que não se contenta em ser cristão dentro da igreja, mas se esforça por fazer a diferença na sociedade em que vive.
O Sermão do Monte contém a essência do ensinamento moral e ético de Jesus; esse sermão é um desafio à mudança.
Diante destes ensinos do Sermão do Monte, pergunta-se: QUEM PODERIA CUMPRIR TÃO JUSTOS RECLAMES? Resposta: APENAS AQUELES QUE FORAM LIBERTOS PELA GRAÇA DE DEUS E VIVEM EM HARMONIA COM A SUA PALAVRA.
De fato, não conseguiremos que todos ao nosso redor sejam salvos. Infelizmente, muitos são constrangidos até por parentes próximos que não aceitam o evangelho de Cristo. Isso, porém, não faz da luta por influenciar a sociedade com a ÉTICA DO REINO, uma batalha perdida. Afinal, fomos chamados a esta milícia: se o sal perder o sabor, para que prestará? Como eu digo: Fomos chamados para ser sal e luz, agora, não seja luz para segar as pessoas e sim para iluminar o caminho delas; não seja sal para salgar as pessoas e sim para dar sabor. Tenha coerência com o Evangelho que você prega, "Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres; porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti como aos teus ouvintes." (1 Tm 4.16)
Até a próxima em Nome de Jesus.
Abraços;
Silberty Faria.
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domingo, 31 de agosto de 2014
A melhor ilustração que já li; e a mais verdadeira.
A Corrida de Canoas.
Uma Empresa Brasileira e outra Japonesa decidiram enfrentarem-se todos
os anos numa corrida de canoas, com oito homens cada.
As duas equipes treinaram duramente e no dia da corrida estavam em sua
melhor forma.
No entanto os Japoneses venceram por mais de um quilômetro de vantagem.
Depois da derrota a equipe ficou desanimada.
O Diretor Geral decidiu que ganhariam no ano seguinte e criou um grupo
de trabalho para examinar a questão.
Após vários estudos, o grupo descobriu que os Japoneses tinham sete
remadores e um capitão.
Enquanto a equipe brasileira tinha um remador e sete capitães.
Diante disso, o Diretor Geral teve a brilhante ideia de contratar uma
empresa para analisar a estrutura da equipe.
Depois de longos meses de trabalho, os especialistas chegaram à
conclusão de que a equipe tinha capitães demais e remadores de menos.
Com base no relatório dos especialistas, a empresa decidiu mudar a
estrutura da equipe.
A equipe seria agora composta por quatro comandantes, dois
supervisores, um chefe de supervisores e um remador.
Especial atenção seria dada ao remador.
Ele teria que ser mais bem qualificado, motivado e conscientizado de
suas responsabilidades.
No ano seguinte os japoneses venceram com dois quilômetros de vantagem.
Os dirigentes da empresa despediram o remador por causa do seu mau
desempenho.
O Diretor Geral preparou um relatório da situação, no qual ficou
demonstrado que:
Foi escolhida a melhor tática, a motivação era boa, mas o material
deveria ser melhorado.
No momento estão pensando em substituir a canoa.
Nos dias atuais as pessoas querem cada vez mais status, fama, ocupar um
cargo de liderança, porém nosso foco precisa ser outro:
Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas
coisas vos serão acrescentadas. Mateus 6.33
E ele, assentando-se, chamou os doze e lhes disse: Se alguém quer ser o primeiro, será o último e servo de todos. Marcos 9.35
Até a próxima em nome de Jesus.
Abraços;
Silberty Faria.
domingo, 10 de agosto de 2014
Dia dos Pais
Eu desejo que esta seja sempre uma realidade na vida de todos os papais. Deus abençoe a todos os papais.
Até a próxima em Nome de Jesus.
Abraços;
Silberty Faria
Até a próxima em Nome de Jesus.
Abraços;
Silberty Faria
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Confie no Altíssimo
| Números 23.19 |
Habacuque não era tão diferente de tantas pessoas que, hoje, andam atormentadas pelo mundo que as rodeia. Elas também pensam, às vezes: por onde andará Deus? Por que Ele não faz algo a respeito de todas as dores, sofrimentos, injustiças, opressões, guerras e doenças que afligem a humanidade? Se ele está presente, porque não se pronuncia? Se Ele tem poder, porque não o usa? Se Ele é amor, por que não intervém?
Habacuque nos mostra que este tipo de pergunta já existia desde o século 7 a.C.; e as pessoas também. Se por um lado, Deus não pode explicar tudo de forma satisfatória, e nem nós somos capazes de compreender tudo o que ele nos disse, por outro, Ele nos garante, assim como garantiu a Habacuque, que Seus caminhos são justos e virtuosos. Esta verdade vale universalmente, como perceberam Paulo e outros autores do NT. (Rm 1.17; Gl 3.11; Hb 10.38). No fim, a resposta às nossas dúvidas é confiar no Altíssimo.
(RADMACHER; ALLEN; HOUSE, Central Gospel, 2010a, p.1374).
Frases de Ânimo para você:
"Por meio das provações Deus nos leva rumo à Sua vontade; assim como, por meio do vento, o barco desliza, sob o controle de Deus, até o porto seguro."
"As dores são os degraus que nos conduzem para mais perto do Senhor. Elas formam uma trilha pela qual poderemos chegar ao pleno conhecimento da vontade do Altíssimo."
"Deus quer que você aprenda a ser paciente mediante o sofrimento, pois, assim, passará a depender menos de si mesmo e mais dele e da Sua graça. Resista, tenha paciência e suporte com perseverança as dificuldades no poder do Senhor!"
Até a próxima em Nome de Jesus.
Abraços;
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terça-feira, 8 de julho de 2014
O Segredo para ser abençoado.
Até a próxima em nome de Jesus.
Abraços;
Silberty Faria.
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