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Para Orar e Adorar

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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Salmo 15 - O Cidadão dos Céus


O Salmo 15 é um Salmo de Davi, é um Salmo de instrução. Aqui os fiéis são instruídos sobre as CONDIÇÕES MORAIS necessárias para participarem dignamente do Culto ao Senhor. Conf.: Sl 24.3-6; Is 33.14-16. 
No Sermão do Monte, Cristo definiu os cidadãos do céu como sal da terra e como uma cidade edificada sobre um monte (Mt 5.13; Mt 5.14-16). Não há como viver qualquer dessas definições sem modificar o mundo ao seu redor ainda que seja apenas o espaço imediatamente à sua volta. O cidadão do céu é aquele que não se contenta em ser cristão dentro da igreja, mas se esforça por fazer a diferença na sociedade em que vive. 
O Sermão do Monte contém a essência do ensinamento moral e ético de Jesus; esse sermão é um desafio à mudança.
Diante destes ensinos do Sermão do Monte, pergunta-se: QUEM PODERIA CUMPRIR TÃO JUSTOS RECLAMES? Resposta: APENAS AQUELES QUE FORAM LIBERTOS PELA GRAÇA DE DEUS E VIVEM EM HARMONIA COM A SUA PALAVRA.
De fato, não conseguiremos que todos ao nosso redor sejam salvos. Infelizmente, muitos são constrangidos até por parentes próximos que não aceitam o evangelho de Cristo. Isso, porém, não faz da luta por influenciar a sociedade com a ÉTICA DO REINO, uma batalha perdida. Afinal, fomos chamados a esta milícia: se o sal perder o sabor, para que prestará? Como eu digo: Fomos chamados para ser sal e luz, agora, não seja luz para segar as pessoas e sim para iluminar o caminho delas; não seja sal para salgar as pessoas e sim para dar sabor. Tenha coerência com o Evangelho que você prega, "Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres; porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti  como aos teus ouvintes." (1 Tm 4.16)

Até a próxima em Nome de Jesus.

Abraços;
Silberty Faria.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Eutanásia - O tempo de Deus para a morte.

Não sei o que você pensa a respeito e também não sei a sua opinião moral ou ética ou pessoal, mas, fato é que este tema é uma constante em nossos dias e não podemos nos calar a esse respeito uma vez que, temos a Bíblia como palavra e conselho sobre este tema. Sempre vai haver a polêmica de ser a favor ou contra, mais vejamos o que a Bíblia nos diz a este respeito.
Enfurecido pela inveja, Caim matou seu irmão Abel; então, Deus o amaldiçoou e o mandou embora. Temendo ser assassinado também, Caim implorou a Deus por proteção e a resposta foi que quem matasse Caim receberia vingança do próprio Senhor. Colocou nele um "sinal" que protegeria a sua vida e declarou a todos que a vida vem de Deus (Gn 4.1-15). O Senhor não só proíbe a vingança de morte, como também deixa claro que tanto a vida quanto a morte estão sujeitas a Ele. A vida é sagrada e somente Deus pode determinar o seu término.
A palavra eutanásia (grego) é definida como colocar um término à vida a fim de alcançar algo bom, como acabar com o sofrimento físico. Ela pode tanto ser uma escolha individual como determinada por outras pessoas. Muitos outros conceitos estão envolvidos na questão, tais como: "morte digna", "misericórdia na morte" ou até "morte por escolha". A palavra eutanásia abrange um conceito muito amplo e pode ser tanto ativa quanto passiva, envolvendo ações que produzam a morte ou que simplesmente interrompam os procedimentos que prolongam a vida. E embora estes extraordinários procedimentos sejam louváveis e nobres para aqueles que têm acesso a eles e os escolhem, não há nenhuma obrigação moral para que assim proceda. Deus ordenou um processo natural para pôr fim a vida terrena e iniciar a vida eterna, entretanto, em qualquer dos casos, a eutanásia envolve uma decisão humana para determinar a maneira e a hora da morte em nome de algo supostamente bom.
Os cristãos devem confiar sua mortalidade a Deus. A vida não nos pertence e a oportunidade de experimentá-la é uma dádiva do nosso Criador que nos confia a sua posse para administrá-la. Deus permanece sempre como o "Dono" da vida, portanto, não podemos dispor da mesma como queremos. A hora morte é escolha Dele (Deus) e não do indivíduo ou da sociedade. A vida é preciosa para o Senhor e até mesmo a continuidade da vida do assassino Caim foi protegida pelo seu Criador.

Até a próxima em Nome de Jesus.

Abraços;

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

ISAÍAS 45:7 - Deus é o autor do mal?



Fonte: Manual de Dúvidas Enigmas e Contradições da Bíblia - Norman Geisler & Thomas Howe

PROBLEMA: De acordo com este versículo, Deus forma a luz e cria as trevas, faz a paz e cria o mal (cf. também Jr 18:11 e Lm 3:38; Am 3:6). Mas muitos outros textos das Escrituras nos informam que Deus não é mau (1 Jo 1:5), que ele não pode nem mesmo ver o mal (Hc 1:13), nem pode ser tentado pelo mal (Tg 1:13).

SOLUÇÃO: A Bíblia é clara ao dizer que Deus é moralmente perfeito (cf. Dt 32:4; Mt 5:48), e que lhe é impossível pecar (Hb 6:18). Ao mesmo tempo, sua absoluta justiça exige que ele puna o pecado. Este juízo assume ambas as formas: temporal e eterna (Mt 25:41; Ap 20:11-15).
Na sua forma temporal, a execução da justiça de Deus às vezes é chamada de "mal", porque parece ser um mal aos que estão sujeitos a ela (cf. Hb 12:11). Entretanto, a palavra hebraica correspondente a "mal" (rá) empregada no texto nem sempre tem o sentido moral. De fato, o contexto mostra que ela deveria ser traduzida como "calamidade" ou "desgraça", como algumas versões o fazem (por exemplo, a BJ). Assim, se diz que Deus é o autor do "mal" neste sentido, mas não no sentido moral - pelo menos não de forma direta.
Além disso, há um sentido indireto no qual Deus é o autor do mal em seu sentido moral. Deus criou seres morais com livre escolha, e a livre escolha é a origem do mal de ordem moral no universo. Assim, em última instância Deus é responsável por fazer criaturas morais, que são responsáveis pelo mal de ordem moral. Deus tornou o mal possível ao criar criaturas livres, mas estas em sua liberdade fizeram com que o mal se tornasse real. E claro que a possibilidade do mal (i.e., a livre escolha) é em si mesma uma boa coisa.
Portanto, Deus criou apenas boas coisas, uma das quais foi o poder da livre escolha, e as criaturas morais é que produziram o mal. Entretanto, Deus é o autor de um universo moral, e neste sentido indireto, ele, em última instância, é o autor da possibilidade do mal. É claro, Deus apenas permitiu o mal, jamais o promoveu, e por fim irá produzir um bem maior através dele (cf. Gn 50:20; Ap 21-22).

A relação de Deus com o mal pode ser resumida da seguinte maneira:

DEUS NÃO É O AUTOR DO MAL
DEUS É O AUTOR DO MAL
No sentido de pecado
No sentido de calamidade
Mal de ordem moral
Mal de ordem não moral
Perversidade
Pragas
Diretamente
Indiretamente
Concretização do mal
Possibilidade do mal

segunda-feira, 22 de junho de 2009

HAMARTIOLOGIA – A Doutrina do Pecado

PARTE 1
A História da raça humana que se apresenta nas Escrituras é primordialmente a história do homem num estado de pecado e rebelião contra Deus e o plano de Deus para levá-lo de volta a redenção. Portanto, convém ponderar agora a natureza do pecado que separa o homem de Deus.
DEFINIÇÃO DE PECADO - “Pecado é deixar de se conformar à lei moral de Deus, seja em ato, seja em atitude, seja em natureza”. Inclui não só atos pessoais como: “roubar, matar, protituir”, mas também atitudes contrárias àquilo que Deus exige de nós em aspecto moral e espiritual.
ORIGEM DO PECADO - É primordial entender que Deus não pecou e não deve ser culpado pelo pecado.
Culpar a Deus seria blasfemar contra o caráter de Deus. Dt 32.4-5 "Ele é a Rocha, as suas obras são perfeitas, e todos os seus caminhos são justos. É Deus fiel, que não comete erros; justo e reto ele é. Seus filhos têm agido corruptamente para com ele, e não como filhos; que vergonha! São geração pervertida e transviada.”
… DEUS NÃO TEM CULPA DO PECADO! - Abraão pergunta com verdade e força nas palavras quando fala da “necessidade de Deus em agir de acordo com os atos do homem”. Gn 18.25 “Longe de ti fazer tal coisa: matar o justo com o ímpio, tratando o justo e o ímpio da mesma maneira. Longe de ti! Não agirá com justiça o Juiz de toda a terra?"
CUIDADO! PODE HAVER OUTRO ERRO. - É verdade que Deus não pode ser culpado pelo pecado do homem, visto que ‘o homem pecou’. Mas, É preciso tomar cuidado para não conceber um erro a partir daí! Precisamos nos precaver contra o erro de entender o “DUALISMO”, ou seja, que possa haver outra força malígna semelhante ou igual em força ao “poder de Deus”.
O PECADO NÃO SURPREENDEU A DEUS! - O Pecado não pode ser visto como uma força que desafiou ou sobrepujou a onipotência de Deus ou o Seu controle das coisas. Pode-se entender que “Deus autorizou a entrada do pecado no mundo”, embora Ele não se compraza e também não tenha ordenado que o pecado surgiria com as características que têm.
ONDE TUDO COMEÇOU? - Não se pode dizer que o “pecado começou no céu”! Isso seria aceitar a idéia de que o céu é um lugar desprotegido onde se realizam “tramas e rebeliões”. Na realidade, tudo realmente começa bem antes do homem no Édem, com satanás, mas em esferas bem distantes da “Morada de Deus”.
O CONHECIMENTO DO MAL:
No Início: mal virtual.
No homem: mal físico.
Em Satanás: Mal moral.


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