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Para Orar e Adorar

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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

O Tempo de Deus

Não importa a nossa idade para sonhar. Quem não sonha é como um pássaro que tem asas e não voa.
Calebe experimentou isto; aos 85 anos, ele sonhou e tomou posse de sua herança. Este israelita lutou para conquistar as suas terras e acabou concretizando o que, talvez, muitos julgassem impossível.
Lute para concretizar os seus sonhos, apresentando-os diariamente a Deus, crendo que Ele lhe concederá vida e saúde para conquistar os seus ideais e ver cumpridas todas as promessas que Ele lhe fez, pois fiel é o que prometeu e poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera (Ef 3.20).
Faça como Calebe: tenha coragem, empatia, prudência, paciência e tenacidade. É melhor esperar o tempo de Deus para agir em conformidade com suas orientações e obter a tão esperada vitória!
Calebe era ousado e determinado. Mesmo idoso, depois de participar de várias batalhas pela conquista de Canaã, dirigiu-se a Josué para reivindicar a promessa de Deus para a sua vida (Js 14.6-15). Este fato nos remete a uma realidade espiritual: isso nos mostra que as promessas do Senhor jamais devem ser esquecidas, que devemos perseverar em seguir ao Senhor, em obedecer-lhe, pois Ele mesmo se encarregará de fortalecer-nos e dar-nos estratégias para conquistar-mos o que Ele nos prometeu, para a glória do Seu nome. Também nos leva a perceber que uma pessoa não deixa de ser vitoriosa quando envelhece, mas, quando perde seus sonhos e a sua visão. 
Com Calebe, é possível aprender que a promessa de Deus tem, pelo menos, duas dimensões: a geral e a pessoal. A dimensão geral diz respeito a um grupo, a uma família, a uma nação. Deus fez promessas para todo o Israel (Êx 3.7-8), mas também fez promessas pessoais para Calebe (Nm 14.24).
Um homem idoso conseguiu invadir Hebrom, expulsar os gigantes e tomar a terra deles. Qual o segredo deste homem? Como ele pôde manter-se forte, renovado, preparado para conquistar o que Deus lhe prometera? O Segredo é que Calebe manteve-se firme em crer em Deus e em obedecer-lhe. Este foi o grande segredo desse homem. O filho de Jefoné não se deixou abater pelo tempo decorrido, pela quantidade de lutas em que combatera ou de derrotas que sofrera, ele creu em Deus, manteve sua fé nele, seguindo-o fielmente. E agora eis que o Senhor me conservou em vida (Js 14.10). Calebe aprendeu a depender de Deus. Ele sabia que estava vivo porque o Senhor permitira que ele chegasse até ali. Depender também implica confiar. Quem depende inteiramente do Altíssimo, com certeza, confia nele. Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu: tempo de rasgar e tempo de coser; tempo de estar calado e tempo de falar. (Ec 3.1,7) 

Até a próxima em Nome de Jesus.

Abraços;

sábado, 17 de agosto de 2013

Sou um perseguidor de sonhos.

 
Estava morto, mais hoje estou vivo. 
Hoje conto a minha própria história. 
Amanhã? Não sei. Não me pertence... 
Só sei de uma coisa, alguém continuará contando a minha história, porque sei que meu nome será lembrado.

Até a próxima em nome de Jesus.

Abraços;
Silberty Faria.


sexta-feira, 29 de outubro de 2010

E o vento levou. - (Testemunho Pessoal)

Todos nós temos momentos que lembramos e nos orgulhamos, momentos que lembramos e não nos orgulhamos tanto assim.
Todos nós temos algo para contar quando se refere a mudança de vida, mudança de caráter e comigo não é diferente. 

O que passo a narrar é uma síntese de minha vida e conversão. Meu testemunho pessoal.

E veio o vento, e veio junto com ele, muito barulho e confusão. Assustei-me e quando percebi estava no meio do furacão.
Minha vida estava sendo balançada, agitada nas asas do vento.
Agarrei-me no que pude, para não ser levado junto, pois o vento levava tudo, levava a minha alma. Minha alma repleta de sonhos, pensamentos, sentimentos ocultos: limpos e sujos, visíveis e secretos, claros e obscuros... E o vento levava todos os meus sonhos, os meus alvos... Levava o meu amor.

Olhava e via nas asas do vento a saudade já enunciada. Numa metáfora de palavras digo: foi embora a minha vida. Literalmente a minha alma estava prestes a deixar a condição de ínfera existência para se tornar nada, um vazio eterno; perdida na não-existência do cosmo. 

Meus sentimentos esvaíram-se por uma fenda aberta em meu peito, bem no centro, no centro do meu coração, no centro do meu ser, de minha alma, de minha insignificante existência.

Um grande abismo se abre, a vida se rompe numa desarmonia regida pelo poderoso maestro: o vento. A continuação de minha existência está por um fio e é ameaçada pela agitação eterna. Vejo, olho, procuro, desespero-me, luto, desfiro golpes no ar, me esmurro, me reduzo a pó, ao pó de minha existência, de minha vida insignificante repleta de soberba, mentiras, ilusões... Não vejo saída. Tudo está terminado, acabado, é o fim. 

Eloí Eloí, Lamá Sabactâni? [Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?]. De repente percebo algo que contraria o meu super ego: não é Deus, sou eu, eu coloquei a minha própria vida nos braços da morte e agora... O que é isso? Percebo outro vento, não é um vento como os outros, percebo então algo de novo, especial, tranquilizante  renovador, restaurador, calmo... Inexplicavelmente tento descrever algo inexplicável. O que é? O que será? O que estou sentindo, eu explico assim: é uma brisa leve, suave... Aprendi depois que se tratava do Espírito Santo. O que o vento outrora levou, agora a brisa, o Espírito Santo trazia de volta: a minha vida.

Agora estou cheio, mas ainda percebo que o vento continua levando tudo e outros.


E o vento levava; e o vento me levava, hoje não leva mais.



Até a próxima em Nome de Jesus;



Abraços;

Silberty Faria



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