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terça-feira, 19 de abril de 2022

Isaías 14.27 - A mão do Senhor não está encolhida.

 

(Isaías 14:27) - Pois esse é o propósito do Senhor dos Exércitos; quem pode impedi-lo? Sua mão está estendida; quem pode fazê-la recuar?

Ø  A MÃO DO SENHOR NÃO ESTÁ ENCOLHIDA, A MÃO DO SENHOR ESTÁ ESTENDIDA.

Ø  Quando Senhor estende a sua mão para resolver determinada situação, não há quem possa impedir, nem fazê-lo voltar atrás.

Ø  Ele diz na sua palavra: (Isaias 43.13) - Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; operando eu, quem impedirá?

Ø  Não adianta tentar impedir a bênção de Deus na vida daquele que ele estendeu a sua mão, e já determinou a vitória.

Ø  Temos vários exemplos na bíblia de homens e mulheres, que a mão do Senhor estava sobre eles, e todos foram vitoriosos:

Ø  José. A mão do Senhor estava sobre ele, e ele venceu as provações e foi exaltado como governador do Egito.

Ø  Ester. A mão do Senhor estava sobre ela, e ela venceu as oposições, e o seu povo não foi destruído.

Ø  Mardoqueu. A mão do Senhor estava sobre ele, e ele foi exaltado.

Ø  Ana, a mãe do profeta Samuel. A mão do Senhor estava sobre ela, e ela suportou as afrontas de sua competidora Penina, e foi vencedora.

Ø  Daniel. A mão do Senhor estava sobre ele, e ele prosperou e foi exaltado no império da Babilônia. Saiu vivo da cova dos leões.

Ø  Sadraque, Mesaque e Abdinego. A mão do Senhor estava sobre eles e eles saíram vivos de dentro de uma fornalha em chamas.

Ø  Acredite, a mão do Senhor está sobre você, e a sua vitória será certa.

Ø  A mão do SENHOR exalta.

Ø  1Pe 5.6,7 - Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que, a seu tempo, vos exalte, lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.

Ø  A mão do SENHOR fortalece.

Ø  Is 41.10,11,13 - Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça. Eis que envergonhados e confundidos serão todos os que se irritaram contra ti; tornar-se-ão nada; e os que contenderem contigo perecerão. Porque eu, o SENHOR, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que eu te ajudo.

Ø  A mão do SENHOR abençoa.

Ø  Is 14.27 - Pois esse é o propósito do Senhor dos Exércitos; quem pode impedi-lo? Sua mão está estendida; quem pode fazê-la recuar?

Ø  A mão do SENHOR salva.

Ø  Is 59.1 - Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem o seu ouvido, agravado, para não poder ouvir.

Ø  Atos 11.21 - E a mão do Senhor era com eles; e grande número creu e se converteu ao Senhor.

Ø  A mão do SENHOR cura.

Ø  Mt.8.1-3 - E, descendo ele do monte, seguiu-o uma grande multidão. E eis que veio um leproso e o adorou, dizendo: Senhor, se quiseres, podes tornar-me limpo. E Jesus, estendendo a mão, tocou-o, dizendo: Quero; sê limpo. E logo ficou purificado da lepra.

Ø  A mão do SENHOR liberta.

Ø  Lc.13.10-13 - E ensinava no sábado, numa das sinagogas. E eis que estava ali uma mulher que tinha um espírito de enfermidade havia já dezoito anos; e andava curvada e não podia de modo algum endireitar-se. E, vendo-a Jesus, chamou-a a si, e disse-lhe: Mulher, estás livre da tua enfermidade. E impôs as mãos sobre ela, e logo se endireitou e glorificava a Deus.

Ø  A mão do SENHOR opera milagres.

Ø  Atos 5.12 - Muitos sinais e maravilhas eram realizados entre o povo pelas mãos dos apóstolos.

Ø  - Quando a mão do SENHOR está sobre um homem, algo de sobrenatural acontece. Diz a palavra de Deus que: Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós e orando, pediu que não chovesse, e, por três anos e seis meses, não choveu sobre a terra. E orou outra vez, e o céu deu chuva, e a terra produziu o seu fruto. Tg.5.17,18.

Ø  As mãos do Senhor dominam sobre tudo.

Ø  Conclusão: Se estamos nas mãos de Deus, não temos motivos para nos preocuparmos; Ele está no controle da situação. É preciso confiar e deixar a mão de Deus agir.


Abraços;

Silberty Faria.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Pequena Introdução aos Livros Proféticos - Profetas Menores - A Mensagem dos Profetas Maiores - Parte 5 (Fim)

Esta é a última mensagem desta série de estudos, se você chegou até aqui, com certeza você melhorou e cresceu em graça e conhecimento. Mais vamos a mensagem de hoje.

Nem sempre o povo se lembrava da orientação de Deus registrada no livro da Lei, por isso, com frequência, cometia transgressões, e as piores eram cometidas pelos reis e pelos sacerdotes. Esses tinham mais obrigação do que o povo de conhecer as instruções divinas, no entanto, eram os que mais erravam. O profeta expressava a sua indignação contra os erros, chamando o povo de volta para o Senhor.

A mensagem dos profetas seguia sempre o mesmo ciclo. Vejamos: 
  • queixa sobre algum tipo de mal praticado (Os 4.1,2,12-14);
  • castigo, em forma de dispersão, cativeiro ou ataque de algum povo estrangeiro (Os 4.3-11);
  • retorno do cativeiro ou ao estado anterior mediante o arrependimento (Os 11.8-11; 6.1,2);
  • promessa sobre a vinda do Messias (Os 6.3);
  • futuro garantido sob o domínio do Messias sobre toda a Terra (Os 14.4-9; 13.14).
Os profetas Maiores - São assim determinados não por grau de importância, mas pelo tamanho de suas obras. Os Profetas Menores, com exceção de Zacarias e Oseias, que constam de quatorze capítulos cada, são todos pequenos; já os Maiores são livros cujos rolos originais (em pergaminhos) chegavam até dezessete metros de comprimento. São eles: Isaías, Jeremias, Ezequiel e Daniel.

Isaías - Isaías profetizou nos dias dos reis Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias - reis de Judá - e, segundo a tradição, talvez tenha vivido durante o reinado de Manassés. Também se acredita que o profeta tenha sido serrado no meio; se for este o caso, o escritor da Carta aos Hebreus pode ter aludido a esse fato (Hb 11.37). Seu livro data de 740 a.C.
Isaías é considerado o profeta messiânico do Antigo Testamento, pois previu o nascimento de Jesus (Is 9.6) e a sua morte (Is 53). Falou do cativeiro babilônico e do retorno dos hebreus para a sua terra (Is 39.3-8; 45.13; 13-14.3), mencionando o nome de Ciro, o imperador medo-persa, dois séculos antes do seu nascimento (Is 45.1). Sua mensagem também foi dirigida ao Reino do Norte (Israel) e contém promessas de restauração e de redenção para o remanescente fiel da nação (Is 45.14-17). 

Jeremias - Jeremias sofreu perseguições do rei e dos profetas de sua época - estes eram contratados pelo monarca para desfazer as suas predições. Os seus muitos sofrimentos o fizeram chorar tanto que ele ficou conhecido como o profeta das lágrimas. Jeremias não foi acatado em seus dias, mas a História lhe fez justiça, a ponto de confundirem-no com Jesus (Mt 16.14).
Jeremias profetizou do tempo de rei Josias ao tempo do rei Zedequias, que foi levado cativo para a Babilônia na grande invasão em 586 a.C. Ele sofreu muita oposição por causa desses avisos. Ezequiel e Daniel vaticinaram durante o cativeiro. Ezequiel era um profeta visionário, e Daniel, embora fosse vidente, agiu mais como intérprete de Jeremias para o seu povo. Seu livro foi escrito entre 626 e 586 a.C.
A mensagem direta e objetiva de Jeremias foi dirigida para o Reino do Sul. ele anunciou o cativeiro babilônico, avisando que os judeus sofreriam por setenta anos. De fato, as primeiras deportações para a Babilônia aconteceram em 605 a.C., e as últimas em 586 a.C. Dessa forma, desde que os primeiros judeus foram levados para a Babilônia até o fim do cativeiro, em 535 a.C., passaram-se setenta anos (2 Cr 36.21).

Ezequiel - Ezequiel era ainda jovem quando foi levado para a Babilônia, provavelmente na leva dos dez mil nobres do Reino do Sul (2 Rs 24.14; Dn 1.1-7), dentre os quais constavam Daniel, Hananias (Sadraque), Misael (Mesaque) e Azarias (Abede-Nego).
No cativeiro, Ezequiel, que segundo a tradição judaica era aprendiz de Jeremias, tornou-se profeta para a sua geração. Sua mensagem, escrita entre os anos 593-573 a.C. é carregada de visões (Ez 1.1) e trata do julgamento de Judá; do julgamento das nações pagãs e da esperança dos cativos judeus.

Daniel - Todo o ministério profético de Daniel desenvolveu-se durante o cativeiro babilônico. No capítulo 5, ele narra o final do Império Babilônico e o surgimento do Império Persa. É possível que o livro tenha sido escrito, ou pelo menos concluído, no final do cativeiro, visto que ele, pela leitura que faz de Jeremias, compreende que esse tempo havia chegado ao fim (Dn 9.2).
A mensagem de Daniel ultrapassa os seus dias. ela é também escatológica, pois prevê os tempos futuros; por isso, seus registros fazem conexão direta com o Livro do Apocalipse.

Finalizamos assim, a nossa série de estudos sobre a Introdução aos Livros Proféticos, citamos: Pequena Introdução aos Livros Proféticos - Profetas Menores - Parte 1

Até a próxima em Nome de Jesus.

Abraços;
Silberty Faria
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