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Para Orar e Adorar

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

O Homem perfeito.



Os três tipos de homem.
O Sl 92.13 diz: "Plantados na Casa do Senhor, florescerão nos átrios do nosso Deus."
Quando digo homem me refiro ao gênero homem e mulher. Existem três tipos de homem: O homem natural; o homem espiritual e o homem carnal.
1. O homem natural: É aquele que ainda não tem Jesus. Cristo está de fora da sua vida. Para ele as coisas do Espírito Santo são loucuras; ele não entende os que estão com Jesus. Não entende o porquê você está na igreja e não em outro lugar. O marido não entende o porquê a esposa gosta de ir à igreja. Não entende como os jovens podem ter uma vida de santidade, como conseguem esperar pelo casamento para ter relação sexual, não entende porque considera este princípio “anormal”. Na verdade, quem é normal é o cristão que, por meio do Espírito Santo, consegue ter domínio próprio. Essa é a diferença.
2. O homem espiritual: É aquele que convidou Jesus para entrar em sua vida; é aquele que tem Jesus no controle. Cristo é quem dirige a sua vida. O homem espiritual é cristocêntrico. O Senhor é o dono da sua vida e não o “eu”. Só fala de Jesus, porque seu coração está cheio Dele. O que ele quer é a glória do Senhor. Está cheio de vida. Procura ver os fatos com a ótica celestial, segundo a Bíblia, segundo a Palavra de Deus.
3. O homem carnal: Tem Jesus na sua vida, o convidou para morar em seu coração. Mas ele não deixa que Cristo tenha o controle, assuma o controle de fato, da sua vida. Vive se inclinando para os prazeres e deleites. Ele vai à reunião ou culto, ora e diz: “Jesus toma o teu lugar”. Ele sai como um homem espiritual, mas quando chega à rua, pega o carro, e acontece de outro irmão lhe dar uma fechada no trânsito, ele solta aquele palavrão, e se entrega à raiva, à ira. Ao chegar em casa, faz confusão, briga com a esposa e com os filhos, ou seja, ele está cheio de altos e baixos; uma hora é espiritual, mas na maior parte do tempo é carnal.
O homem espiritual não peca porque escolhe não pecar e Jesus tem o controle de sua vida.
Se você escolher ficar 24 horas sem pecar, você vai ficar. Se escolher jejuar, você vai jejuar. Se você escolher viver como homem espiritual você vai conseguir, é uma escolha. Às vezes você se pergunta, eu vou viver mais 50 anos ainda, como vou conseguir viver todo esse tempo sem pecar? Um conselho é que você escolha viver em santidade por meia hora e depois escolher ficar mais uma hora e depois desta hora pode escolher ficar por mais uma hora e depois outra, e outra, e outra e assim quando você perceber já se passou alguns anos e você está lá sendo santo para o Senhor.
A vida cristã é intensidade. Não somos apenas religiosos. Eu sei que alguns não suportam essas palavras. A igreja está cheia de pessoas que vem somente por causa de um passatempo, mais existem outras que querem um compromisso maior ou querem algo mais com Deus.
O homem espiritual vive para o Senhor, afinal você é o joio ou o trigo. O que ele tem é do Senhor não é dele. Aqui na terra tudo que temos vem do Senhor e nos é dado para sermos administradores, portanto, seu carro é do Senhor, você só administra. Sua casa, sua esposa, seus filhos, seus bens, são do Senhor, você e eu somos administradores daquilo que é de Deus.
E você. A qual grupo pertence? Você pode escolher hoje em qual grupo quer ficar! Lembre-se: tudo é uma questão de escolha!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

HAMARTIOLOGIA - A DOUTRINA DO PECADO - PARTE 2

A DOUTRINA DO PECADO HERDADO

CULPA HERDADA – SOMOS CULPADOS POR CAUSA DO PECADO.
Rm 5.12 “Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.”

HERANÇA: O que percebemos nas palavras de Paulo é um termo técnico “imputado” (considerar pertencente a alguém, e assim pertence a esse alguém). Para entender melhor este aspécto é preciso entender Herança. Na herança é deixado, para descendência, bens e posses. Assim, herdamos, é nosso legado, o erro cometido por Adão.

CORRUPÇÃO HERDADA – Temos uma natureza pecaminosa por causa do pecado de Adão.
Sl 51.5 “Eis que em iniquidade fui formado e em pecado me concebeu minha mãe.
Ef 2.3 “Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também.”
Sl 58.3 “Alienam-se os ímpios desde a madre; andam errados desde que nasceram, proferindo mentiras.”
Na nossa natureza, carecemos totalmente de bem espiritual perante DEUS.
Rm 7.18 “Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum: e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem.”
As Escrituras mostram que o homem pode até fazer o bem, mas no tocante as coisas de Deus, o homem está incapacitado. Nos nossos atos, somos totalmente incapazes de fazer o bem espiritual. Os dois pontos citados se ligam, mas que quero dizer é que não existe atitude natural agradável a Deus.
Rm 8.8 “Portanto os que estão na carne não podem agradar a Deus.”

PECADOS REAIS QUE COMETEMOS - TODAS AS PESSOAS SÃO PECADORAS PERANTE DEUS
Sl 14.3 “Desviaram-se todos e juntamente se fizeram imundos; não há quem faça o bem, não há sequer um.”
Rm 3.9-10 “Pois quê? Somos melhores do que eles? De maneira nenhuma, pois já demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado; como está escrito: Não há justo, nem sequer um.”
Será que nossa capacidade limita a nossa responsabilidade?
Pelágio (383-410) ensinou que Deus só responsabiliza o homem pelas coisas que este é capaz de fazer. Essa doutrina (pelagiana) nega o “pecado original”. Se considerarmos o pelagianismo, então devemos inocentar milhares de pessoas. O próprio Satanás seria inocentado por não ter forças para vencer sua natureza!
Será que as crianças são culpadas mesmo antes de pecar efetivamente?
A palavra a ser compreendida aqui é “idade da imputabilidade”. Antes da questão da culpa é preciso ser analisado a questão da responsabilidade. As crianças já herdaram o pecado, mas é preciso ver como Deus analisa a culpa. A palavra do Senhor Jesus : “das crianças é o reino” revela que a imputação da culpa só ocorre a partir da idade da responsabilidade.
Existem Graus de Pecado? Será que existem pecados piores que outros?
A pergunta merece algumas considerações:
Culpa legal - No tocante à nossa posição perante Deus, qualquer pecado, mesmo aquele cometido por ignorância, torna o autor legalmente culpado perante Deus. Legalmente, todos os pecados são igualmente maus, pois nos fazem legalmente culpados perante Deus.
Consequências na vida e relacionamento com Deus - Por outro lado, alguns pecados podem ser considerados “piores”por comprometerem mais o relacionamento do homem com Deus ou por gerar consequências mais danosas ou nocivas a uma “reação”provável do agente do pecado. Vejamos as palavras de Jesus a Pôncio Pilatos:
Jo 19.11 “por isso aquele que me entregou a ti, maior pecado tem.”

segunda-feira, 22 de junho de 2009

HAMARTIOLOGIA – A Doutrina do Pecado

PARTE 1
A História da raça humana que se apresenta nas Escrituras é primordialmente a história do homem num estado de pecado e rebelião contra Deus e o plano de Deus para levá-lo de volta a redenção. Portanto, convém ponderar agora a natureza do pecado que separa o homem de Deus.
DEFINIÇÃO DE PECADO - “Pecado é deixar de se conformar à lei moral de Deus, seja em ato, seja em atitude, seja em natureza”. Inclui não só atos pessoais como: “roubar, matar, protituir”, mas também atitudes contrárias àquilo que Deus exige de nós em aspecto moral e espiritual.
ORIGEM DO PECADO - É primordial entender que Deus não pecou e não deve ser culpado pelo pecado.
Culpar a Deus seria blasfemar contra o caráter de Deus. Dt 32.4-5 "Ele é a Rocha, as suas obras são perfeitas, e todos os seus caminhos são justos. É Deus fiel, que não comete erros; justo e reto ele é. Seus filhos têm agido corruptamente para com ele, e não como filhos; que vergonha! São geração pervertida e transviada.”
… DEUS NÃO TEM CULPA DO PECADO! - Abraão pergunta com verdade e força nas palavras quando fala da “necessidade de Deus em agir de acordo com os atos do homem”. Gn 18.25 “Longe de ti fazer tal coisa: matar o justo com o ímpio, tratando o justo e o ímpio da mesma maneira. Longe de ti! Não agirá com justiça o Juiz de toda a terra?"
CUIDADO! PODE HAVER OUTRO ERRO. - É verdade que Deus não pode ser culpado pelo pecado do homem, visto que ‘o homem pecou’. Mas, É preciso tomar cuidado para não conceber um erro a partir daí! Precisamos nos precaver contra o erro de entender o “DUALISMO”, ou seja, que possa haver outra força malígna semelhante ou igual em força ao “poder de Deus”.
O PECADO NÃO SURPREENDEU A DEUS! - O Pecado não pode ser visto como uma força que desafiou ou sobrepujou a onipotência de Deus ou o Seu controle das coisas. Pode-se entender que “Deus autorizou a entrada do pecado no mundo”, embora Ele não se compraza e também não tenha ordenado que o pecado surgiria com as características que têm.
ONDE TUDO COMEÇOU? - Não se pode dizer que o “pecado começou no céu”! Isso seria aceitar a idéia de que o céu é um lugar desprotegido onde se realizam “tramas e rebeliões”. Na realidade, tudo realmente começa bem antes do homem no Édem, com satanás, mas em esferas bem distantes da “Morada de Deus”.
O CONHECIMENTO DO MAL:
No Início: mal virtual.
No homem: mal físico.
Em Satanás: Mal moral.


quinta-feira, 18 de junho de 2009

O que o professor vai ensinar?

Para falarmos sobre isto algumas questões precisam ser analisadas. Sabemos que ensinar não é apenas “passar” um conteúdo, mas sim formar cidadãos conscientes, com capacidade de absorver, analisar e praticar o que está sendo ensinado. Cabe ao professor criar um ambiente no qual o aluno seja estimulado a discutir e compreender o assunto; compartilhando experiências e construindo o conhecimento em grupo, sob sua orientação. Além disto temos que desafiar os alunos a uma mudança de vida, visando imprimir neles o caráter de Cristo, pela palavra de Deus. Quando vamos preparar a aula, tendo à mão o material que dispomos, que pode ser a revista da EBD, livros, artigos, recortes de revistas, mapas, comentários bíblicos, que já coletamos durante a semana, precisamos pensar em primeiro lugar sobre “O que vamos ensinar?”
O tempo disponível para a aula é resumido e precisa ser bem aproveitado. Não é possível ensinar tudo a respeito de qualquer que seja o assunto em apenas uma aula. Por isto precisamos identificar qual a idéia principal que precisa ser trabalhada, perguntando-se: “que conteúdo mínimo o meu aluno precisa reter sobre o assunto?”.
É importante identificarmos quais os conceitos que o aluno deve dominar no assunto que será ministrado, que valores precisa reter e qual o foco que deve ser dado durante a aula. Isto vai permitir que nos concentremos no que é importante e necessário, além de ter a oportunidade de identificar a melhor abordagem de acordo com a faixa etária, a formação e as necessidades específicas do grupo com o qual vai trabalhar, levando em consideração o que os alunos já sabem a respeito, a quantidade de alunos na classe, as limitações físicas do local aonde a aula será ministrada, o ambiente espiritual e sócio-econômico do grupo, etc., evitando, assim, que a aula seja sem rumo e improdutiva.
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