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Para Orar e Adorar

sábado, 29 de maio de 2010

Os Nomes de Deus

John Davis disse: "Conhecer o nome de Deus é testemunhar as manifestações dos seus atributos e aprender o significado que o nome expressa".
A primeira frase que uma criança judia aprende é o Shemá Israel que se encontra em Dt 6.3. Elas aprendem a dizer: "Shemá Israel, Hashem Elohenú, Hashem Ehad", que quer dizer: "Escuta ó Israel, o Eterno é nosso Deus, o Eterno é um".
A primeira frase das crianças será pronunciar o Nome de Deus e esta também é a última frase dita por um judeu antes de morrer.
Porque conhecer os Nomes de Deus? Os nomes de Deus carregam significado e revelação. Há conhecimento particular e pessoal de Deus na revelação de Seu Nome. Há uma aproximação íntima do homem quando seu nome é conhecido e aproximado. São recheados de atributos divinos.
"Torre forte é o nome do Senhor". (Pv 18.10). Conhecer os nomes de Deus é entender com o espírito e não com a alma. É um grande recurso negligenciado pela Igreja. Deus se agrada quando nos inclinamos para conhecê-lo. "Porque a Mim se apegou com amor Eu o livrarei; pô-lo-ei a salvo porque conhece o meu nome". (Sl 91.14).
A coragem de Davi contra Golias foi o conhecer e entender tudo o que o Nome de Deus expressa. (1 Sm 17.45).
Os nomes de Deus no Antigo Testamento são:
  • PALAR - Senhor Libertador. (Sl 18.2);
  • ELOHIM - é Deus vivo. Deus criador (Gn 2.4; Dt 5.36). Ele não é uma estátua (Sl 115). Elohim é plural de EL que significa força e poder. (Gn 1.1). Elohim indica plural, mostra a triunidade de Deus trabalhando a nosso favor. Gn 1.1 "No princípio criou Elohim o céu a terra.";
  • YASHA - Senhor Salvador. (Is 43.3). Não importa a situação a vitória é segura: (Dn 3.11, 27-29; Dn 6.27-28);
  • SHAPHAR - Juiz (Gn 18.25);
  • EL ELIOM - Deus altíssimo (Gn 14.19; Nm 24.16; Sl 7.17; Sl 18.13). Sempre que falamos em Deus Altíssimo, isso nos leva à adoração. A adoração cura, liberta, traz unção de alegria, etc;
  • JEOVÁ OU IAVÉ - é a combinação de YHWH mais as vogais de Adonai (meu Senhor). Esta foi uma forma para poder pronunciar sem temor (pois era uma corruptela do nome). Antes cada vez que apareciam as consoantes, eles diziam: Adonai. Este nome pessoal era usado pelos Hebreus, tem se crido significar "auto-existente" ou "Eu Sou" como se revela a Moisés (Ex 3.14);
  • KADOSH - O Santo de Israel (Jr 15.19);
  • MAOR - doador de luz (Gn 1.16);
  • ABA - Pai (Sl 39.26; Rm 8.15);
  • GAAL - Redentor (Jó 19.25);
  • EYALUTH - força (Sl 22.29);
  • EL SHADDAI - Deus todo poderoso (Gn 17.1). Aquele que é mais do que suficiente. EL significa poder;
  • EL ROI - Deus que vê. (Gn 16.13);
  • TSADDIA - Justo (Sl 7.9);
  • JEOVÁ TSIDKENU - nossa justiça (Jr 23.6);
  • JEOVÁ ELOHIM SABAOTH ou JEOVÁ SABAOTH - Senhor Deus dos Exércitos (Jr 11.20). Ele é que mobiliza todos os anjos e cavalos em nosso favor (Sl 103 e Sl 44);
  • EL OLAM - Deus da Eternidade, Deus do Universo (Gn 21.33);
  • JEOVÁ JIRÉ - O Senhor que provê (Gn 22.8, 22.14). Ele provê tudo o que necessitamos: provê o nosso livramento (1 Co 10.13), provê fartura em tempo de fome (Gn 26);
  • JEOVÁ NISSI - Minha bandeira (Ex 17.15);
  • JEOVÁ SHALOM - o Senhor é paz (Jz 6.24);
  • JEOVÁ KAINNA - o Senhor Zelozo (Ex 20.5, 34.14);
  • JEOVÁ SHEMMA - o Senhor está ali; Deus presente (Ez 48.35);
  • EMANUEL - Deus conosco (Is 7.14; Mt 1.23);
  • JEOVÁ ROHI ou JEOVÁ RA'AH - o Senhor meu Pastor (Sl 23.1);
  • JEOVÁ RAPHA OU JEOVÁ RAFÁ - o Senhor que sara, que cura (Ex 15.26);
  • YESHUA - salvação;
  • YESHUA HAMASHIAH - Jesus O Enviado, o salvador;
  • JEOVÁ ELOAI - o Senhor meu Deus (Js 7.7-8);
  • EL ELOE ISRAEL - o Deus Pessoal de Israel (Gn 33.18-20);
  • JEOVÁ ELOHENU - o Senhor Nosso Deus (Dt 2.33,36);
Os nomes de Deus no Novo Testamento são:
  • THEOS - equivale a EL, ELOHIM e ELYOM. É mais aplicado a Deus (Mc 5.7; Lc 1.32,35; At 7.48, 16.17; Hb 7.1);
  • KYRIOS - designa Deus como Senhor, o Possuidor, o Poderoso. É empregado ao Deus Pai como também ao Filho (Fp 2.11);
  • PATER - é empregado a Deus mesmo nas religiões pagãs. O nome PATER  já é encontrado na Septuaginta (grego) para designar a relação de Deus com Israel (Dt 32.6; Sl 103.13; Is 63.16, 64.8; Jr 3.4, 19) e mais freqüentemente no Novo Testamento (Mt 5.48, 6.6, 6.9, 7.11; Jo 1.14, 2.16, 3.35, 4.24).




sexta-feira, 21 de maio de 2010

O que significa Trindade e Triunidade?

TRINDADE - significa a tríplice manifestação de Deus ou a sua manifestação no Pai, no filho e no Espírito Santo.
TRIUNIDADE - significa o tríplice modo da existência de Deus, que é a existência de três em um.

- A TRINDADE diz respeito à revelação de Deus ao passo que a TRIUNIDADE refere-se a existência de Deus.
- A idéia de Deus no Antigo Testamento é a unidade, por isso observaremos a Trindade de forma explícita somente no Novo Testamento como Pai, Filho e Espírito Santo.

TRINDADE - No Antigo Testamento não a encontraremos de forma explícita como no Novo Testamento devido a idéia de unidade (Dt 6.4).
O Anjo do Senhor identificado como Jeová sendo chamado de Senhor, Deus, sendo reverenciado, adorado, recebendo oferta, etc. (Gn 16.7, 13; 22.15; 31.11; Ex 3.2,4; Js 5.14; Jz 6.21-24; 13.20-22; Is 63.9). Esse Anjo do Senhor é a manifestação de Jesus no Antigo Testamento;
O Pai como uma pessoa distinta (Dt 32.6; Is 63.16 e Ml 2.10); 
O Messias (Sl 2.6,7; 45.6,7; Pv 30.4; Is 9.6; 61.1 e Jr 23.5);
E o Espírito Santo (Gn 1.2; Is 11.2; 63.11,14)
    O Antigo Testamento não ensina clara e diretamente sobre a Trindade. A razão é evidente: O problema do politeísmo entre as nações. A nação de Israel não estava preparada para compreender. Deus primeiramente acentuou a verdade de ser o Único Deus, para depois no Novo Testamento tornar explícita a Trindade. Mesmo assim, parte dos judeus teve conflito com esta verdade.

    TRINDADE - No Novo Testamento:
    O Pai é Deus (Jo 6.27; 14.9-13; I Pe 1.2; II Co 1.2);
    O Filho é Deus (Jo 1.1,18; Tt 2.13; Hb 1.2);
    O Espírito Santo é Deus (At 5.3,4; Rm 15.30; Hb 9.14)

    TRIUNIDADE - No Antigo Testamento
    Na Criação (Gn 1.26, ELOHIM no original tem o sentido de pluralidade e significa Deus);
    Na confusão de línguas (Gn 11.7);
    Na experiência de Isaías (Is 6.3,8);
    No livro de Daniel (Dn 2.47);
    Na benção arônica (Nm 6.24-26).


    No Novo Testamento:
    No batismo de Jesus (Mt 3.13-17);
    Na ordenança do batismo (Mt 28.19);
    Na benção apostólica (II Co 13.13);
    Na oração sacerdotal (Jo 17.21-23);
    No ensino de João (I Jo 5.7).




    sábado, 1 de maio de 2010

    Onde está a fonte da luz?



    "
    Ordena aos filhos de Israel que te tragam azeite puro de oliveira, batido, para o candelabro, para que haja lâmpada acesa continuamente.” (Levítico 24.2)  






    É bom que se diga que Deus é um Deus que ordena, e as suas ordens não são para serem questionadas, mas para serem obedecidas, ainda que nem sempre as entendamos na sua totalidade, na sua extensão. E o crente é aquele que obedece. As lâmpadas tinham que se cheias de azeite. Nada podia substituí-lo, pois o Senhor ordenara que assim fosse.
    1. O azeite é o Espírito Santo. Podemos até não enxergar o candelabro. Podemos olhar para as paredes do templo e não ver figura alguma, mas o tabernáculo está presente.
    2. O candelabro, igualmente, assim como a arca e a mesa (para os pães da proposição) estavam presentes. A arca era um dos utensílios do tabernáculo, e nela estavam as Tábuas da Lei ou do Testemunho (que continham os mandamentos de Deus). Os pães da proposição, também chamado de pão da presença, eram os pães que eram colocados na presença de Deus. Mas acima de tudo, estava o azeite.
    3. A ordem do Senhor é: “Enchei-vos do Espírito”. (Efésios 5.18). Essa já é uma maneira de você brilhar: sendo cheio do Espírito.
    4. Todas as manhãs, o sacerdote tinha que encher as lâmpadas com o azeite porque o brilho tinha de ser continuo durante todo o dia e durante a noite.
    5. O Senhor já providenciou os meios e os recursos para que possamos brilhar. A obra do calvário, a obra que Jesus realizou, a vinda do Espírito Santo, foi o testemunho de que Jesus foi glorificado. Ele enviou o Espírito para estar conosco sempre e “para que haja lâmpada acesa continuamente”.
    6. Deus está restaurando a sua Igreja, e a restauração não é somente no sentido de emoções, mas é no sentido de vida, de caráter, de atitude. É você marido, amando a sua esposa; é você, esposa, sendo submissa ao seu marido; são vocês, filhos, sendo obedientes. É ter um lar segundo o modelo do calvário. É a Igreja caminhando num único sentido. São todos vivendo uma unidade, entendendo que não se trata de egocentrismo, mas do privilégio de dizer: “Senhor, a tua vontade é soberana. Ela é boa, agradável e perfeita para mim, e eu me deleito em tua vontade, seja a que preço for.
    7. O Sacerdote não tinha que apenas encher as lâmpadas com azeite novo, a cada manhã, mas havia ao entardecer, o momento em que ele devia tomar a espevitadeira e tirar o pavio queimado. Quando a lâmpada estava acesa, o mourão, ou seja o pavio, ia queimando e tinha que se tirado. mas como já disse, não era para ser jogado fora. era guardado em uma caixa de ouro. é assim com a nossa vida. À medida que brilhamos, executamos as boas obras, testemunhamos, Deus retira o que já queimou, já passou, para que sempre tenhamos um testemunho novo. e todos os nossos atos de testemunhos ficam guardados diante do Senhor, na caixa de ouro. A palavra diz que as nossas obras nos seguem. quanto mais você tiver brilhado aqui, mais você brilhará lá, porque lá teremos galardões diferentes.

    • Numa caixa de ouro, as nossas obras ficam guardadas - as nossas obras a favor de Cristo.
    • No odre, as nossas lágrimas são recolhidas.
    • Num livro, Deus tem guardado o nosso testemunho.
    E aí pergunto: como está a sua caixa de ouro? Há muitos mourões? Há muitos bons testemunhos? A caixa já está cheia? Como está o seu odre? O seu livro? O seu testemunho? São páginas e páginas em branco, ou há o testemunho da vida, da glória e da graça do Senhor Jesus?


    Fonte: Como Luz nas trevas. Nosso papel de sacerdote na sociedade
    Pág. 19-21.
    Pastor Márcio Valadão

    segunda-feira, 5 de abril de 2010

    Maria é a mãe de Deus?


    Em conversas com católicos, poucos assuntos são mais polêmicos do que a posição de Maria no plano da redenção. Ao longo da História, a Igreja Católica tem elaborado uma série de doutrinas sobre a mãe de Jesus. Quando examinamos as Escrituras, percebemos que muitas dessas doutrinas não vêm da palavra de Deus.
    O uso da expressão "Maria, mãe de Deus" foi oficialmente autorizado no Concílio de Éfeso no século V. O concílio procurou resolver uma diferença entre alguns bispos em referência à divindade e à humanidade de Jesus. A Bíblia apresenta Jesus como Deus que se fez carne (João 1:1,14). Várias pessoas têm tentado separar essas duas características de Jesus Cristo, às vezes sugerindo que fosse duas pessoas distintas, uma espiritual e a outra carnal. Não contentes com as afirmações das Escrituras, alguns homens procuram explicar detalhadamente coisas que Deus não revelou (veja Deuteronômio 29:29). O resultado, freqüentemente, é que um extremo falso provoca uma reação igualmente errada, e novas doutrinas nascem.
    Quando teólogos se reuniram em Éfeso, uma cidade conhecida por sua exaltação de uma deidade feminina (veja Atos 19:23-41), não se contentaram em estudar o que as Escrituras dizem sobre a humanidade e a divindade de Jesus Cristo. Para defender o fato que Jesus é Deus, eles argumentaram assim: "Emanuel realmente é Deus, e a santa Virgem é, portanto, Mãe de Deus" (John A. Hardon, S.J., The Catholic Catechism, 135). Superficialmente, a lógica parece válida, e assim foi oficializado o dogma de "Theotokos" (Mãe de Deus), uma doutrina que não se encontra na Bíblia.


    Tentativas posteriores de exaltar Maria a uma posição glorificada dentro do catolicismo podem ser observadas na doutrina da “imaculada conceição". Esta doutrina foi pronunciada e definida por Pio IX em 1854 - que a Bendita Virgem Maria "no primeiro instante de sua concepção...foi preservada isenta de toda mancha do pecado original." (The Catholic Encyclopedia, vol. 7, p. 674 alto “Immaculate conception.” Este ensinamento pode parecer que é apenas um esforço posterior de fazer Maria parecer ainda mais com a deusa do paganismo, pois nos antigos mitos, a deusa foi criada como tendo uma concepção sobrenatural! As histórias variam, mas todas falam de acontecimentos sobrenaturais em conexão com sua entrada no mundo, que ela era superior aos demais mortais, que era divina. Pouco a pouco, de modo que os ensinamentos a respeito de Maria não parecessem inferiores aos da deusa-mãe, foi necessário ensinar que a entrada de Maria neste mundo envolveu também um elemento sobrenatural!

    A doutrina de que Maria nasceu sem a mancha do pecado original e escriturística? Responderemos a isto nas palavras da própria The Catholic Encyclopedia: "Nenhuma prova direta, ou categórica e estrita do dogma pode ser encontrada nas Escrituras: ' É indicado, antes, que estas idéias foram um desenvolvimento gradual dentro da igreja. (Ibid., p. 675.).
    Depois dessa, vieram várias outras novas doutrinas sobre Maria. Não contentes com as afirmações bíblicas que Maria continuou virgem até o nascimento de Jesus, acrescentaram a doutrina da virgindade perpétua dela. Tentando defender a pureza de Maria enquanto negavam a inocência e pureza de todas as crianças, inventaram a noção da imaculada conceição, que se tornou dogma no século XIX. Em 1950, Pio XII tomou mais um passo, segundo a vontade de milhões de católicos, quando afirmou como dogma a crença da Assunção de Maria ao céu. Agora, no início do século XXI, o Vaticano está sendo bombardeado com petições para exaltar Maria ainda mais. Por enquanto, não foi decidido se Roma ordenará que Maria seja vista como co-redentora, ao lado de Jesus.
    Um notável escritor, Alfonso de Liguori, católico, escreveu, extensamente, dizendo quão mais eficiente são as orações dirigidas a Maria do que as que são dirigidas a Jesus Cristo. Liguori, acidentalmente, foi canonizado como um "santo" pelo papa Gregório XIV em 1839 e foi declarado "doutor" da igreja católica pelo papa Pio IV. Em uma porção dos seus escritos, ele descreveu uma cena imaginária na qual um homem pecador viu duas escadas suspensas do céu. Maria estava no topo de uma; Jesus no topo da outra. Quando o pecador tentou subir por uma das escadas viu o rosto irado de Cristo e caiu vencido. Mas, quando subiu a escada de Maria, subiu com facilidade e foi abertamente recebido por Maria que o levou ao céu e apresentou-o a Cristo! Daí em diante tudo estava bem. A história tinha a intenção de mostrar quão mais fácil e mais eficiente é ir a Cristo através de Maria. (Boettner, Roman Catholicism, p. 147). O mesmo escritor disse que o pecador que se aventurar a ir diretamente a Cristo poderá enfrentar o terror de sua ira. Mas, se ele rezar para a Virgem, ela terá apenas de "mostrar" ao filho "os peitos que o amamentaram" e sua ira será imediatamente amenizada! (Hislop, The Two Babylons, p. 158). Tal raciocínio está em conflito direto com um exemplo escriturístico. "Bem-aventurado o ventre que te trouxe", disse uma mulher a Jesus, "e os peitos em que mamaste!" Mas Jesus respondeu, "Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam" (Lucas 11.27,28).
    Indo diretamente às Escrituras, não somente não existe qualquer prova para a idéia da Imaculada conceição de Maria, como existe evidência do contrário. Apesar de ter sido um vaso escolhido do Senhor, uma mulher virtuosa e piedosa - uma virgem - ela foi tão humana como qualquer outro membro da família de Adão. "Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" (Rm. 3.23), sendo a única exceção o próprio Jesus Cristo. Como qualquer outra pessoa, Maria precisou de um salvador e admitiu isto plenamente quando disse: "E o meu espírito se alegra em Deus meu SALVADOR" (Lucas 1.47).
    Se Maria necessitou de um salvador, ela não era em si mesma uma salvadora. Se necessitou de um salvador, então precisou ser salva, perdoada, e redimida - assim como os outros. O fato é que a divindade de nosso Senhor não dependia de sua mãe ser algum tipo de pessoa exaltada ou divina. Em lugar disto, Ele foi divino porque foi o unigênito filho de Deus. Sua divindade veio de Seu Pai celestial.
    De toda essa história, devemos aprender algumas lições importantes: Não devemos negar nada que a Bíblia afirma sobre Maria, ela foi uma mulher santa, pois, era cumpridora de toda a lei (como uma boa judia), obediente, virtuosa, piedosa, virgem e muito fiel a Deus; mas também não devemos criar ou aceitar doutrinas humanas sobre a mãe de Jesus. Quando refutamos doutrinas falsas, precisamos ter cuidado para não inventar outros ensinamentos igualmente errados. Devemos falar de acordo com as Escrituras, sem acrescentar nada (1 Pedro 4:11; 1 Coríntios 4:6; 2 João 9; Apocalípse 22.18-19).
    Nota Pessoal: quanto à Maria, vejo nela grandes exemplos e modelos para ensinar às mulheres de hoje, respeito muito sua posição e seu nome por ela ter se destacado das demais e ser escolhida a mãe do meu Salvador, mais isto está longe de uma adoração, pois eu ADORO, somente aquele que de seu ventre saiu, a saber Jesus Cristo, o Filho de Deus, o próprio Deus.

    Fonte: estudosdabiblia.net
    “Babilônia: a Religião dos Mistérios *Antiga e Moderna* p. 13-29
    Também as partes em Negrito que são fontes reveladas.

    quinta-feira, 25 de março de 2010

    Porque eu Senhor?

    Jamais poderia imaginar que um Ser tão grande, tão poderoso, tão forte, infinito... poderia se preocupar com um ser como eu. Porque eu Senhor?
    Às vezes fico pensando como pode ser isso. Sou pecador; sou cheio de falhas e defeitos...
    Já vivi a metade de minha vida e sinto profundamente que ainda não fiz nada para o Senhor e nem para merecer seu tão grande amor. Mais ainda assim Ele em sua infinita misericórdia me escolheu. Não mereço, não faço nada para merecer, não sou digno nem de chamá-lo de Senhor, reconheço a minha insignificância, reconheço que não sou nada, sou o menor...
    Estava orando hoje e falei com Deus: Porque eu Senhor? O Senhor tem se preocupado comigo, tem me sustentando, tem cuidado dos meus, tem me abençoado, não tem deixado faltar nada (absolutamente nada), o Senhor tem respondido minhas orações, tem me consolado, tem me carregado no colo, tem me mostrado a sua misericórdia... E eu, e eu Senhor o que tenho feito para o Senhor, o que tenho feito para merecer tudo isto. Só me resta uma coisa Senhor, e disto tenho consciência: a cada dia devo reconhecê-lo como meu Senhor e Salvador; a cada dia devo me prostrar diante de Ti; a cada dia, Senhor, devo adorá-lo; a cada dia devo me entregar mais e mais numa vida de comunhão e intimidade; a cada dia devo entregar minha vida como sacrifício vivo em seu altar. Senhor, reconheço que o Senhor é tudo na minha vida. e que sem o Senhor, sem o Seu Nome, sem o Seu sangue na minha vida, eu não sou nada. Tem misericórdia de mim Senhor e não se afaste de mim e nem de minha família e nem de meu ministério; não se afaste de nós Senhor, não se afaste de nós...

    sexta-feira, 5 de março de 2010

    O maior motivo de Louvor


    Ontem foi meu aniversário e também aniversário de minha filha. Ela fez 06 anos; eu... bem eu... prefiro não comentar...
    Tive muitos motivos para glorificar e exaltar o Senhor Jesus ontem por tão grandes feitos, lá estavam os irmãos e irmãs e crianças que com carinho compareceram. Depois de muitas palavras abençoadoras sobre a minha vida e sobre a vida de minha filha, foi a minha vez de falar. Resolvi contar uma ilustração que passo a narrar para vocês. 
    Nossa História se passa na entrada de Jerusalém. Ali, montado sobre um jumento, o Senhor Jesus foi aclamado pela multidão que gritava e dava boas vindas. O personagem aqui não é só Jesus mas também o jumento. Depois dos serviços prestados o jumento foi levado para a estrebaria onde orgulhoso, contou aos outros animais a sua façanha e com alegria no coração lhes disse: Hoje fui aclamado. Quando entrei naquela cidade o povo me adorava, estendiam ramos e peças de roupas para que eu pisasse, conclamavam dizendo que eu era bem vindo. Os demais animais duvidaram dele, mais o jumento insistia em dizer que ele era o melhor. Com sede de mostrar sua façanha para todos ele propôs que no outro dia ele iria novamente à cidade e mostraria para todos que ele estava falando a verdade. No dia seguinte lá se foram eles o jumento ia a frente e quando chegou perto dos portões da cidade viu que não tinha ninguém. Arriscou-se um pouco mais e chegou mais perto do portão, até que alguém o viu e começou a gritar, mais não eram gritos de glória e sim de fúria. De repente uma pedra, depois outra e outra e mais gritos: sai, vai embora, chô, e lá se foi o jumento, embora e envergonhado querendo saber o porque tinha acontecido aquilo com ele. De repente a lembrança e a certesa que Quem fora aclamado e aplaudido outro dia não fora ele e sim o homem que estava montado sobre ele, a saber Jesus Cristo. E assim é minha vida. Sou este jumentinho, e digo que se a glória de Deus não brilhar e não estiver sobre a minha vida eu não sou nada, não passo de um jumento. Preciso reconhecer isso a cada dia e dizer como Paulo falou. "Não vivo eu, mais Cristo vive em mim". 
    Meu irmão, minha irmã, que o Senhor Jesus Abençoe a sua vida e pense nisso, sem Jesus não somos nada, Ele é tudo. Deus abençoe.

    terça-feira, 2 de março de 2010

    A mulher cristã pode usar jóias?






    USO DE JÓIAS NAS ESCRITURAS -
    Vamos 
    analisar do NT para o AT o que a há sobre jóias nos textos preferidos daqueles que são contrários ao seu uso.



    1. As Jóias e o NT -
    Um texto muito usado para proibir as jóias é 1Pe 3.3. Olhando com mais atenção, vemos que a ênfase do apóstolo é na prioridade do dos valores espirituais, da submissão da mulher (v. 1,2). Ele não está proibindo as jóias, mas dizendo que o que deve ser notado é a beleza interior (v. 4). É como se hoje disséssemos a uma noiva bem vestida: “Que a sua pureza e beleza esteja no seu coração e não na brancura e adornos de seu vestido”. Isso não significa que ela não deva vestir-se de noiva! O curioso é que o texto também fala de “frisado de cabelo” e “vestimentas belas”. Porque será que aqueles que proíbem as jóias não proíbem de pentear os cabelos e de usarem roupas bonitas?
    Outro texto é 1Tm 2.9. A interpretação é semelhante ao texto já comentado. Paulo não diz que é pecado o uso de jóias, vestes bonitas e cabelo arrumado! Ele diz que deve haver modéstia e boas obras (v.10). Isso é que deveria ser notado pelos irmãos. Onde é que Paulo ou Pedro dizem que usar jóias é pecado? Em nenhum lugar da Bíblia. Tenhamos cuidado, pois Satanás também já tentou distorcer as Escrituras para sujeitar o próprio Senhor Jesus (Mt 4.1-11).

    2. As jóias e o AT - 
    Já que no NT as duas passagens usadas pelos legalistas de fato não condenam o uso de jóias, vejamos o AT. Um texto muito usado é Is 3.18,18. Contudo, os que não têm preguiça de ler o capítulo todo e os que sabem o básico dos básicos de interpretação de texto logo notarão o erro desse pensamento. O capítulo todo fala sobre o julgamento de Deus sobre Judá e Jerusalém. O pecado não é aqui o uso de jóias, mas o desprezo ao Senhor (v. 8,9), a opressão ao pobre (v. 14,15) e o orgulho das mulheres que viviam luxuosamente (v. 16). Se o leitor acha que as jóias são pecado só porque Deus as está tirando, então deveria achar outras coisas também pecado, pois o texto diz, dentre muitas coisas, que Deus tiraria pão e água (v.1), profeta (v.2), véu (v.19), perfume (v. 20,24), vestidos de festa e bolsas (v.22), espelhos e camisas finíssimas (v.23). Note que não são as jóias, os espelhos, o perfume, o pão, a água que são considerados pecado. Será que o evangélico que não usa jóias por causa de sua interpretação errada desse texto também não usa perfume e nem tem espelho em casa?
    Em Êx 3.21,22 vemos que foi o próprio Deus que determinou o uso das jóias dos egípcios. E o que fazer com Ez 16? Deus vai relatar como cuidou de Jerusalém e a ergueu e ela acabou sendo infiel. No texto, Deus é comparado a um homem que vê uma criança desprezada (v. 4,5), mas que recebe dele socorro (v. 6,7), contrai matrimônio (v. 8), lhe dá roupas belas, jóias diversas, dentre outro presentes (v.10-13). Será que Deus chama isso de pecado? Não! Ao contrário, o texto compara a glória de Deus colocada sobre Jerusalém com as jóias e presentes postos na jovem (v.14). O pecado aqui é o orgulho, a soberba, a prostituição (v. 15), as jóias não. Elas são comparadas com a glória de Deus! Será que Deus compararia a sua glória com aquilo que fosse pecado? Óbvio que não. Em Is 61. 10 o profeta compara a salvação e justiça com turbante e jóias. É pecado ou não é? Alguns se pudessem, rasgariam a Bíblia... Leia Ap 21.2, onde a nova Jerusalém desce do céu “ataviada como noiva adornada para o seu esposo”, e tente descobrir como as noivas israelitas se adornavam nas escrituras. Peça para seu pastor refutar os textos bíblicos citados, caso ele discorde. É obrigação dele calar os contradizentes! Essa é uma das qualificações dos presbíteros e pastores (Tt 1.9). NÃO ACEITE QUE ELE CORRA , A NÃO SER QUE SUA ORDENAÇÃO TENHA SE BASEADO EM POLITICAGEM E NÃO NAS ESCRITURAS!
    Já tive a oportunidade de presenciar um “evangelista” de uma grande igreja pentecostal em Recife dizer, de púlpito, que as irmãs não poderiam ter franjas no cabelo porque a Bíblia diz para sermos “símplices como as pombas...” ( Mt 10. 16), e “ninguém nunca viu uma pomba de franjinha...”. Outros usam o mesmo texto para proibir a maquiagem feminina, mas o texto está falando para apóstolos estarem preparados para as perseguições por causa do evangelho (* Mt . 10 17-19).Note que tais igrejas não têm compromisso com a Palavra de Deus, pois a distorcem a seu bel prazer, com o objetivo de escravizar os seus membros, que em sua maioria não são preparados para examinar tudo e reter o que é bom (1Ts 5.21) e acabam aceitando qualquer heresia. Aliás, Jesus estava falando de qual pomba, a branca ou a pintadinha? Tem mais de qual cor? O texto não fala de usos e costumes. Mas você pode indagar, “e se o pastor determinar as regras, qual deve ser a nossa postura?” Isso é o que veremos no próximo tópico (Não tenha medo! Leia! Você não é testemunha de Jeová que só lê o que a sociedade torre de vigia edita...). (fonte: Plugados com Deus)

    Paulo disse: "Da mesma sorte, que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso, não com cabeleira frisada e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso, porém com boas obras (como é próprio às mulheres que professam ser piedosas)" (1 Timóteo 2:9-10).
    Pedro acrescentou: "Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranqüilo, que é de grande valor diante de Deus. Pois foi assim também que a si mesmas se ataviaram, outrora, as santas mulheres que esperavam em Deus" (1 Pedro 3:3-5).
    Algumas igrejas, citando esses versículos, proíbem o uso de jóias. Outras defendem tal prática, mas sem explicar biblicamente como justificar seu uso. Se esses versículos proíbem o uso de jóias, nenhuma cristã deve usá-las. Se a mulher as usar, ela deve saber como explicar as instruções reveladas por Paulo e Pedro.
    Para entender essas passagens, temos que, primeiro, examinar a gramática. Ambas usam uma construção de contraste que serve para enfatizar que uma coisa é importante e a outra de menos valor. Observe que eles dizem que a mulher não deve praticar uma coisa, mas (ou porém) deve agir de outra maneira. Esta construção é usada, às vezes, para definir prioridades, e não para impor uma proibição absoluta. Considere um outro exemplo claro: "Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna" (João 6:27). Aqui, sabemos que ele não está proibindo o trabalho para se sustentar. De fato, tal trabalho é exigido pelo Senhor (2 Tessalonicenses 3:10,12; Efésios 4:28). É questão de prioridade, não de proibição.
    O segundo passo para entender as instruções de Paulo e Pedro é examinar o resto do argumento no contexto. Os dois citam mulheres do Velho Testamento como exemplos. Quando estudamos as práticas de tais mulheres santas, aprendemos que o uso de jóias e boas roupas era uma coisa comum (veja Gênesis 24:22,30,53; Isaías 61:10; Provérbios 1:9; 31:22).
    Mas, o uso de jóias ou de roupas finas não é o ponto principal na vida de nenhuma delas. Eram conhecidas como mulheres santas por causa do caráter espiritual e o espírito submisso e humilde. Uma mulher dessas nunca usaria jóias excessivas, nem usaria uma roupa que mostra o corpo de uma maneira sensual. Por quê? Porque ela é santa!


    sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

    Como vencer as aflições?


    Como vou vencer as aflições? Como Jesus venceu as aflições?

    Vamos meditar hoje um pouquinho sobre aflições. O texto é o de Jo 16.33 "Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo."
    Antes de responder é preciso entender que Jesus disse que vamos "passar" por aflições, Ele não disse que iríamos viver na aflição, ou que a aflição iria se instalar em nossa vida. Quando você passa por um túnel, lá na frente você vê a luz,a saída. Você não para dentro do túnel ou estaciona lá. A aflição é passageira, do jeito que ela vem, ela vai.
    Respondendo a pergunta:
    1. Pagando um preço em oração - Jesus orou por si mesmo em Jo 17. oramos por muitas pessoas e as vezes nos esquecemos de nós mesmos. Mt 6.6 "Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará."
    2. Frequentar o maior número de cultos possíveis - quanto mais você ouvir a Palavra de Deus, mais vai ter fé. Você pode perguntar assim: "Então eu posso ouvir em casa?" Pode, mais e o calor humano? E a necessidade que temos de ter pessoas ao nosso lado?
    3. Conhecer o Senhor - dois textos aqui: Oséias 6:3 Conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR; como a alva, a sua vinda é certa; e ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. Conhecer é ter intimidade com Ele, é ter relacionamento pessoal e vivo com Ele. Outro texto: Oséias 4:6 O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Sem conhecer o Senhor e a sua obra, como podemos então conhecer a sua vontade para nossas vidas e porque não conhecemos a sua vontade então andamos na nossa vontade e somos destruídos aos poucos por não satisfazer, não obedecer, não adorá-lo.
    4. Como é a sua frequência na escola bíblica? Como vai a sua leitura diária da Bíblia? como vai o seu devocional de oração? Quanto tempo você passa com o Senhor, conversando com Ele ou aprendendo com Ele?

    Pense nisso. Considere pois estas coisas.
    Já falou para seu cônjuge, ou seus pais, ou seus filhos, ou seus irmãos que você os ama. Que eles são importantes para você? Ainda é tempo. Diga: Eu te amo! Você é importante para mim! Vai, vai lá. Você consegue.
    Eu te abençoo em Nome de Jesus! Até a próxima.

    quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

    O Homem perfeito.



    Os três tipos de homem.
    O Sl 92.13 diz: "Plantados na Casa do Senhor, florescerão nos átrios do nosso Deus."
    Quando digo homem me refiro ao gênero homem e mulher. Existem três tipos de homem: O homem natural; o homem espiritual e o homem carnal.
    1. O homem natural: É aquele que ainda não tem Jesus. Cristo está de fora da sua vida. Para ele as coisas do Espírito Santo são loucuras; ele não entende os que estão com Jesus. Não entende o porquê você está na igreja e não em outro lugar. O marido não entende o porquê a esposa gosta de ir à igreja. Não entende como os jovens podem ter uma vida de santidade, como conseguem esperar pelo casamento para ter relação sexual, não entende porque considera este princípio “anormal”. Na verdade, quem é normal é o cristão que, por meio do Espírito Santo, consegue ter domínio próprio. Essa é a diferença.
    2. O homem espiritual: É aquele que convidou Jesus para entrar em sua vida; é aquele que tem Jesus no controle. Cristo é quem dirige a sua vida. O homem espiritual é cristocêntrico. O Senhor é o dono da sua vida e não o “eu”. Só fala de Jesus, porque seu coração está cheio Dele. O que ele quer é a glória do Senhor. Está cheio de vida. Procura ver os fatos com a ótica celestial, segundo a Bíblia, segundo a Palavra de Deus.
    3. O homem carnal: Tem Jesus na sua vida, o convidou para morar em seu coração. Mas ele não deixa que Cristo tenha o controle, assuma o controle de fato, da sua vida. Vive se inclinando para os prazeres e deleites. Ele vai à reunião ou culto, ora e diz: “Jesus toma o teu lugar”. Ele sai como um homem espiritual, mas quando chega à rua, pega o carro, e acontece de outro irmão lhe dar uma fechada no trânsito, ele solta aquele palavrão, e se entrega à raiva, à ira. Ao chegar em casa, faz confusão, briga com a esposa e com os filhos, ou seja, ele está cheio de altos e baixos; uma hora é espiritual, mas na maior parte do tempo é carnal.
    O homem espiritual não peca porque escolhe não pecar e Jesus tem o controle de sua vida.
    Se você escolher ficar 24 horas sem pecar, você vai ficar. Se escolher jejuar, você vai jejuar. Se você escolher viver como homem espiritual você vai conseguir, é uma escolha. Às vezes você se pergunta, eu vou viver mais 50 anos ainda, como vou conseguir viver todo esse tempo sem pecar? Um conselho é que você escolha viver em santidade por meia hora e depois escolher ficar mais uma hora e depois desta hora pode escolher ficar por mais uma hora e depois outra, e outra, e outra e assim quando você perceber já se passou alguns anos e você está lá sendo santo para o Senhor.
    A vida cristã é intensidade. Não somos apenas religiosos. Eu sei que alguns não suportam essas palavras. A igreja está cheia de pessoas que vem somente por causa de um passatempo, mais existem outras que querem um compromisso maior ou querem algo mais com Deus.
    O homem espiritual vive para o Senhor, afinal você é o joio ou o trigo. O que ele tem é do Senhor não é dele. Aqui na terra tudo que temos vem do Senhor e nos é dado para sermos administradores, portanto, seu carro é do Senhor, você só administra. Sua casa, sua esposa, seus filhos, seus bens, são do Senhor, você e eu somos administradores daquilo que é de Deus.
    E você. A qual grupo pertence? Você pode escolher hoje em qual grupo quer ficar! Lembre-se: tudo é uma questão de escolha!

    terça-feira, 5 de janeiro de 2010

    A Ostra e A Pérola.


    “Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas"...
    Pérolas são produtos da dor; resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia.
    As pérolas são feridas curadas.
    Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada NÁCAR. Quando um grão de areia a penetra, as células do NÁCAR começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra.
    Como resultado, uma linda pérola vai se formando. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada...
    Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém? Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? Suas idéias já foram rejeitadas, ou mal interpretadas? Você já sofreu os duros golpes do preconceito? Já recebeu o troco da indiferença?
    ENTÃO, PRODUZA UMA PÉROLA!!!
    Cubra suas mágoas com várias camadas de amor. Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de movimento. A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, deixando as feridas abertas, alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem.
    Assim, na prática, o que vemos são muitas "Ostras Vazias”, não porque não tenham sido feridas, mas, porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor.
    Um sorriso, um olhar, um gesto, na maioria das vezes, fala mais que mil palavras..
    E você? Tem pérolas?

    quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

    O Joio ou o Trigo.


    Como Deus escolhe? Como Faz a separação, entre o joio e o trigo, entre o que serve e o que não serve a Ele? É preciso saber se situar, avaliar a sua Fé, meditar nela, ter uma experiência real e viva com o Espírito Santo de Deus, porque é a partir daí, de seu relacionamento com Ele, que você vai construir a sua vida neste mundo, alcançar, conquistar, realizar os seus sonhos.
    Antigamente, em Israel, obviamente não havia a tecnologia que temos hoje; o trigo era plantado e, na hora da colheita, os agricultores pegavam todo o grão, juntamente com a palha, e colocavam dentro da eira, que era uma espécie de círculo, com uma mureta de pedra de aproximadamente um metro de altura. Essa eira ficava em cima do monte, numa colina, onde o vento sopra mais livremente. Então, eles pegavam aquele trigo, com palha e tudo, e colocavam na eira. O boi passava em volta puxando um carro, que ia esmigalhando a palha separando ela do trigo. Depois, tiravam o carro e vinham os homens, com tridente;pegavam tudo e jogavam para o alto, o vento levava a palha para fora da eira; dentro ficava apenas o trigo.
    Estava certa vez em viagem para o Alto do Paranaíba, quando passei perto de uma grande plantação de trigo, nunca tinha visto nada igual, naquele momento parei e perguntei, para um moço que estava lá cuidando da plantação: Qual a diferença entre o joio e o trigo? Ele me respondeu: Aos olhos não dá para ver, mas você observa e sabe diferenciar é quando bate o vento. Ao bater o vento o trigo se deita e o joio fica de pé. Naquele momento o Espírito de Deus falou comigo: É assim que acontece quando o vento do Espírito está soprando dentro da igreja, quando isto acontece o trigo se prosta, mas o joio resiste ao vento do Espírito e permanece aleatório à unção do Espírito Santo.
    É exatamente isso o que acontece conosco. Deus leva para a eira da decisão todos os que fazem parte da igreja, que aceitaram Jesus. Aí, o vento da perseguição sopra, arranca o que é palha e joga para o lado de fora. Depois vem o vento do Espírito Santo e separa aqueles que são seus, por isso é que muitos são chamados e poucos escolhidos, é porque nem todos estão atentos à unção do Espírito Santo. Eu não estou me referindo aqui aos incrédulos, mas aqueles que abraçaram apenas a fé evangélica no Senhor Jesus Cristo. Essas pessoas fazem parte do universo que compõe a palha e o trigo; o joio e o trigo; e quando vem a perseguição, o vento bate e joga fora o que é palha, mas o trigo permanece!
    Se você é joio, nunca poderá chegar e falar para Deus que não teve oportunidade, que não ouviu, não sabia. A verdade é: Você não se entregou, não foi fiel no pouco. Por isso eu digo a você que é trigo, procure conscientizar as pessoas a respeito da verdade, na unção do Espírito Santo, porque não é por força e nem por violência; para que elas não venham tomar atitudes em cima da e depois se esquecerem do que fizeram e ao invés de resistirem ao diabo algumas pessoas tem resistido ao Espírito Santo. Por isso, sabemos que muitos agem na emoção.

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