Você está aqui...

Para Orar e Adorar

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Projeto de Natal


PROJETO NATAL
Concurso para o mês de Dezembro
        Faça algumas velas em cartolina. Cole cada uma em um saco de pipoca. Escreva os nomes das crianças em cada vela. Coloque-as no varal em volta da sala para enfeitar a sua classe. À medida que a criança ganha pontos, coloque-os dentro do saco de pipoca. No final do mês, a criança ganha o saco de pipoca com balas. As balas ganhas serão conforme o número de pontos obtidos.
 2 pontos para freqüência;
2 pontos para a criança que trouxer um visitante;
2 pontos para a criança que trouxer a Bíblia;
2 pontos para a memorização do versículo.
Jogos
1º) Dominó com símbolos de Natal: Estrela, sino, vela, árvore, animais. Fazer as fichas em papel cartão. Desenhar os símbolos. 
2º) Jogo da Memória: Faça os símbolos do Natal: Bíblia, estrela, sino, vela, coroa, coração, cruz, perfume e animais.
3º) Formar Palavras: Dar a cada criança fichas quadradas de cartolina com letras, que possam formar alguma palavra relacionada com a história. Por exemplo: ANJO, MARIA, NENÉM, JOSÉ
História – O melhor presente
Símbolos de Natal
Recurso: Caixa embrulhada de presente contendo figuras de: um rolo, uma Bíblia, os pastores, anjos, manjedoura, coroa, estrela, moeda, fumaça, perfume, coração e cruz.
Desenvolvimento: À medida que for tirando as figuras da caixa, falar sobre cada uma e ler referências bíblicas.
1.  Rolo: Miquéias 5.2-5; Isaías 9.1-7
Desde o Velho Testamento, os profetas aguardaram a vinda de Jesus Cristo (ler referências bíblicas).
2.  A Bíblia: Mateus 1.18-25; 2; Lucas 1 e 2
O Novo Testamento descreve o nascimento de Jesus.
3.  Os Pastores: Lucas 2.8-20
Os pastores viviam no campo. Numa noite, eles estavam guardando o seu rebanho, quando Deus mandou-lhes uma mensagem maravilhosa, falando do nascimento de Jesus. Eles conheciam a promessa bíblica e foram até Belém e viram o Messias.
4.  Os Anjos: Lucas 2.9-20
Um anjo anunciou aos pastores: “Não se assustem eu trago uma boa notícia. É que nasceu na cidade de Davi, O Salvador, que é Cristo O Senhor”. Juntamente com o anjo, apareceu uma multidão de anjos louvando a Deus: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem Ele quer bem”.
5.  Manjedoura: Lucas 2.16-18
Os pastores foram até Belém e encontraram a criança deitada numa manjedoura. Manjedoura é o lugar onde coloca o capim para os animais.
6.  Estrela: Mateus 2.1-12
Os magos do Oriente viram a estrela e foram até Jerusalém procurar onde estava o Rei Jesus. Depois de conversar com o rei Herodes, eles partiram para Belém e a estrela que eles tinham visto no Oriente, ia à frente deles. A estrela parou onde estava Jesus o menino. Quando viram que a estrela tinha parado onde estava Jesus, eles ficaram maravilhados.
7.  Coroa: Mateus 2.11; Apocalipse 19.16
Jesus é o Rei dos reis. Senhor dos senhores. Os magos encurvaram-se e adoravam o Rei Jesus
8.  Ouro – Incenso e Mirra: Mateus 2.11 Os magos trouxeram presentes para o Rei. Foram os primeiros presentes que Jesus recebeu.
9.  Coração: Este é o presente mais importante que Jesus quer dar a cada um. É o seu amor. Deus nos ama tanto que nos deu o melhor presente de Natal. No Natal comemoramos o aniversário de Jesus. O melhor presente que você pode dar para Jesus é a sua vida. Deixe Jesus nascer no seu coração, na sua vida.
10Cruz Vazia: É o símbolo da vitória de Jesus sobre o pecado e a morte. Entregue a sua vida a Jesus e receba a Salvação.

Vai aqui a sugestão de alguns símbolos que podem ser adotados para enfeitar a sala de aula e ou para contar a história do nascimento de Jesus. Sugiro que ao fazer os moldes se faça com papel cartão e se é para decoração que se faça em emborrachado

Plano de Salvação
Caixa de presente com algumas figuras coladas. Com esta caixa se conta uma história simples e fácil de guardar, evangelística e com certeza vai prender a atenção de seus alunos. Experimente contar numa classe de adultos e verá o impacto também.

1 lado: Coração – Deus me ama
2 lado: Caixa de Presente – Ele me deu um presente
3 lado: Uma cruz e uma manjedoura (ou berçinho) com um menino – O seu Filho Jesus
4 lado: Uma mão – Estenda a mão e receba-o
5 lado: um pé humano ou dois pés – Use os seus pés para ir
6 lado: uma boca – Fale de Jesus, agora é a sua vez de falar de Jesus.

Plano de Salvação
Plano de Salvação – Boneco com as mantas das cores do Plano de Salvação.

Azul – Que cor é essa? Azul. O azul nos fala do céu. Acima desse céu, há outro céu. Lá é um lindo lugar. As ruas são de ouro, as portas de pérolas. Os fundamentos da cidade são de pedras preciosas. Lá não tem ninguém doente. Ninguém com dor de dente, nem dor de cabeça. Lá não tem ninguém aleijado. Lá tudo é claro. Jesus é luz, lá não tem noite. Mas ninguém poderia entrar nesse lugar. Sabe por quê? Por causa do pecado.
Sujo – Que manta suja? Coitadinho do neném! Entolado numa manta tão suja. O sujo nos falo do pecado. Você sabe o que é pecado? O pecado é sujo. Pecado é: mentir, desobedecer, falar palavrão, roubar, etc. O pecado não entra no céu. Mas Deus nos ama muito, e Ele queria que um dia nós fôssemos para esse lugar tão lindo. Mas o homem é pecador, e ele não poderia ir para o céu um dia. Então sabe o que Deus fez?
Vermelho – Que cor é essa? Vermelha. O vermelho nos fala do sangue que Jesus derramou na cruz para nos salvar. Deus nos ama tanto que mandou Jesus Cristo, o seu único Filho, morrer na cruz, pelos nossos pecados. Dessa forma nós podemos ir para o céu um dia. Nós estávamos sem esperança. Mas agora Deus providenciou um meio para que pudéssemos ir para o céu um dia.
Branco – Que cor é essa? Branca. A nuvem do céu também é branquinha. Na hora que você aceita Jesus Cristo como seu Salvador, o sangue de Jesus passa em sua vida, e ela se torna branca como a nuvem do céu. Como essa manta branca. Dessa forma você pode ir para o céu um dia.

Até a próxima em Nome de Jesus.

Abraços;
Silberty Faria.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Ensinando um novo palavrão: Discórdia

"Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim. (Atos 17:11)"

Acho incrível como nos dias de hoje, as pessoas ainda não entenderam que a discordância não é crítica e nem rebelião, é crescimento.
Pessoas são diferentes, cada um com sua vida e experiência que se diferem uma das outras e se é assim é bastante lógico que tenhamos posicionamentos diferentes e isso preocupa a muitas pessoas que não tem senso crítico, mais isto é muito bom, porque o que seria amarelo se todo mundo gostasse do vermelho?

Em muitos lugares (lares, empresas, grupos, igrejas...), discordar é considerado um ato de rebelião. O resultado final é uma geração que não tem a capacidade de pensar por si só. A base da fé desta geração espiritual é: Jesus me ama. Jesus me ama. Jesus me ama.

Discórdia vem do latim. O seu verbo é discordar. Discordar, vem do latim discórdia, "discordância", que se forma por dis "fora" mais cor "coração". Note-se como ficou expressiva a palavra: se dois corações não estão juntos, não se chega a uma conclusão.

Nem sempre o que acontece ao nosso lado é do nosso agrado. Sempre disse que discordar pode o que não pode é rebelar. Um dos problemas é que a linha divisória entre discordar e rebelar é muito pequena e muitas pessoas não respeitam os limites desta linha.

Uma fé que não é examinada e questionada, muitas vezes não sobreviverá à perguntas que surgirão mais tarde na vida.

Quando nos dispomos a incentivar o questionamento, levamos as pessoas a serem sinceras com relação às suas dúvidas, verificar criteriosamente as indagações e assumir com firmeza a fé cristã. Foi assim com os crentes de Beréia. Eles examinavam as Escrituras para ver se tudo que se falava era realmente o que estava escrito.

Uma boa maneira de levar o crescimento às pessoas é organizar debates. Debates são ótimos para incentivar o raciocínio rápido e lógico. Existem vários modos de realizá-los. Uma das maneiras certas é sempre ter a presença de um líder que defenda um lado enquanto o grupo defenda o outro lado. Podemos ainda levar o grupo a debater entre si.

Podemos discordar; o que não podemos é pecar. Discordar faz parte de nosso crescimento. Discordar não é pecado. Questionar é bom. Discordar não é um palavrão!

Até a próxima em nome de Jesus.

Abraços;
Silberty Faria.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Ensinando um novo palavrão: Mudança


Uma mudança pressupõe uma alteração de estado, modelo ou situação anterior, para um estado, modelo ou situações futuras, por razões inesperadas e incontroláveis, ou por razões planejadas e premeditadas.
Mudar envolve estar sensibilizado a querer mudar.

Alguém já disse que a única coisa constante na vida é a mudança. Estamos sempre em constante mudança desde que nascemos.

Outro dia fiquei sabendo de uma nova piada:
"Quantas pessoas são necessárias para trocar uma lâmpada na Igreja? Quatro. Uma para trocá-la e três para ficarem recordando as vantagens da lâmpada velha. "

A palavra mudança não é muito aceita por nenhum de nós. Quando temos que passar por mudanças, passamos com desconfiança, pensando sempre no que vai dar e como um bom mineiro eu sei do que estou falando. O mineiro por natureza já é muito desconfiado.

O lema de muitos é: "Como foi no princípio, é hoje, e será para sempre." Mudanças se forem inseridas de maneira certa e no momento certo, tendem a ocasionar quebra de monotonia e tendem a produzir crescimento.

Existia uma fábrica que possuía excelentes gerentes que fizeram alguns experimentos procurando maneiras de aumentar a produção: Primeiro - instalaram música ambiente e a produção subiu. Depois, aumentaram a iluminação e a produção subiu. Depois, tiraram a música ambiente e adivinhem o que aconteceu? A produção subiu. e por último, baixaram a iluminação, e o que aconteceu? A produção subiu. 

Ficou claro que não era o tipo de mudança que causava a diferença. Era a própria mudança.

A lista de inovações que podemos fazer, não tem fim. Mudanças são essenciais para se quebrar a rotina e para nós aprendermos a viver a novidade de vida. (Romanos 6.4). Em Hebreus 13.8 diz que Jesus é o mesmo e não muda. Jesus não muda, Ele é imutável. Nós precisamos mudar e de preferência mudar para melhor.

Mudança não é um palavrão! É acessível a quem necessitar, o que precisa é atitude.

Até a próxima em Nome de Jesus.

Abraços;
Silberty Faria.


domingo, 25 de novembro de 2012

Você entende João 3.16?



Na cidade de São Paulo, numa noite fria e escura de inverno, próximo a uma esquina, por onde passavam várias pessoas, um garotinho vendia balas a fim de conseguir alguns trocados. Mas o frio estava intenso e as pessoas já não paravam mais quando ele as chamava.  
Sem conseguir vender mais nenhuma bala, ele sentou na escada em frente a uma loja e ficou observando o movimento das pessoas. 
Sem que ele percebesse, um policial se aproximou. 
-"Está perdido, filho?" 
O garoto balançou a cabeça. 
-"Só estou pensando onde vou passar a noite hoje... normalmente durmo em minha caixa de papelão, perto do correio, mas hoje o frio está terrível...
-O senhor sabe me dizer se há algum lugar onde eu possa passar esta noite?" 
O policial mirou-o por uns instantes e coçou a cabeça, pensativo. 
-"Se você descer por esta rua", disse ele apontando o polegar na direção de uma rua, à esquerda, lá embaixo vai encontrar um casarão branco; chegando lá, bata na porta e quando atenderem apenas diga: "João 3:16”. 

Assim fez o garoto. Desceu a rua estreita e quando chegou em frente ao casarão branco, subiu os degraus da escada e bateu na porta. Quem atendeu foi uma mulher idosa, de feição bondosa. -"João 3:16", disse ele, sem entender direito.   
- "Entre, meu filho”. A voz era meiga e agradável. Assim que ele entrou, foi conduzido por ela até a cozinha onde havia uma cadeira de balanço antiga, bem ao lado de um velho fogão de lenha: 
-"Sente-se, filho, e espere um instante, tá?"  

O garoto se sentou e, enquanto observava a bondosa mulher se afastar, pensou consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que aquece a um garoto com frio". 
Pouco tempo depois a mulher voltou. 
-"Você está com fome?", perguntou ela. 
-"Estou um pouquinho, sim... há dois dias não como nada e meu estômago já começa a roncar." 
A mulher então o levou até a sala de jantar, onde havia uma mesa repleta de comida. Rapidamente o garoto sentou-se à mesa e começou a comer; comeu de tudo, até não aguentar mais. Então ele pensou consigo mesmo: 
 “João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que mata a fome de um garoto faminto". 

Depois, a bondosa senhora o levou ao andar superior, onde se encontrava um quartinho com uma banheira cheia de água quente. O garoto só esperou que a mulher se afastasse e então rapidamente se despiu e tomou um belo banho, como há muito tempo não fazia. Enquanto esfregava a bucha pelo corpo pensou consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que torna limpo um garoto que há muito tempo estava sujo". 
Cerca de meia hora depois a bondosa mulher voltou e levou o garoto até um quarto onde havia uma cama de madeira, a antiga, mas grande e confortável. Ela o abraçou, deu-lhe um beijo na testa e, após deitá-lo na cama, desligou a luz e saiu. Ele se virou para o canto e ficou imóvel, observando a garoa que caía do outro lado do vidro da janela. E ali, confortável como nunca, ele pensou consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que dá repouso a um garoto cansado". 
No outro dia, de manhã, a bondosa senhora preparou uma bela e farta mesa e o convidou para o café da manhã. Quando o garoto terminou de comer, ela o levou até a cadeira de balanço, próximo ao fogão de lenha. Depois seguiu até uma prateleira e apanhou um livro grande, de capa escura. Era uma Bíblia. Ela voltou, sentou-se numa outra cadeira, próximo ao garoto e olhou dentro dos olhos dele, de maneira doce e amigável. 
-"Você entende João 3:16, filho?" 

-"Não, senhora... eu não entendo... A primeira vez que ouvi isso foi ontem à noite... um policial que falou...". 
Ela concordou com a cabeça, abriu a Bíblia em João 3:16 e começou a explicar sobre Jesus. E ali, aquecido junto ao velho fogão de lenha, o garoto entregou o coração e a vida a Jesus. E enquanto lágrimas de felicidade deixavam seus olhos e rolavam face a baixo, ele pensou consigo mesmo: "João 3:16... ainda não entendo muito bem o que isso significa, mas agora sei que isso faz um garoto perdido se sentir realmente seguro”. 
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único Filho para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16)  

Deus não mandou Jesus para condenar o mundo, mas sim para salvá-lo. Aquele que crer em Jesus não será condenado, mas terá a vida eterna! 

(Este texto chegou a mim por Email e foi adaptado. Infelizmente não veio com o nome do autor, por isso, até então ele é de autor desconhecido.)
 

Até a próxima em Nome de Jesus.

Abraços;
Silberty Faria.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

A 4ª Arma do Diabo

O diabo tem três armas para acabar com o homem e a mulher de Deus que estão ou querem ir para o altar. Porém há mais uma que é fatal, e se o homem e a mulher de Deus não vigiarem, cairão por ela.

A primeira arma do diabo é: colocar mulheres no caminho do homem de Deus, e homens no caminho da mulher de Deus. O diabo faz isso para enfraquecer o homem ou a mulher de Deus. Quando é o Diabo que coloca homens ou mulheres no caminho dos homens e mulheres de Deus, não é para o bem, é para destruição, prostituição, adultério, etc.

A segunda arma usada pelo diabo é: até mesmo parecer que é uma benção de Deus, que é a prosperidade. O diabo faz isso para que a pessoa prospere e perca o brilho pela obra de Deus no altar, pois ele sabe que se aquela pessoa chegar ao altar ela ira arrebentar. Obs.: Temos que ter uma vida abençoada antes de ir para o altar sim porem sem perder o foco do que queremos; que é salvar almas.

A terceira arma é: o orgulho, pois o diabo consegue cegar a pessoa, fazendo com que ela não perceba que ela é orgulhosa, pois um orgulhoso na maioria das vezes não sabe que é orgulhoso.

Agora vamos a nossa história para você descobrir qual é a 4ª arma usada pelo diabo para destruir os que fazem a obra de Deus.
Havia um pastor em uma igreja que tinha sucesso em tudo o que fazia. Tinha comunhão com Deus e andava em santidade orando, jejuando e lendo a Bíblia. Aonde ele ia, desenvolvia o trabalho. E mais, muitas pessoas se convertiam, pois ali havia curas, milagres, etc.
O diabo vendo isso fez uma reunião no inferno e enviou o primeiro demônio, a Pomba-gira (pombo-gira - é o nome certo). E ela falou para o pastor: Eu vou te derrubar!
O pastor logo amarrou o que o demônio falou, orou, jejuou, leu a Bíblia, fortaleceu o seu casamento, e ela foi embora.
O diabo convocou mais uma reunião e resolveu mandar o Demônio-do-Amor-ao-Dinheiro para encher os olhos do pastor de ambição material. Novamente o pastor orou, jejuou, leu a Bíblia, sacrificou tudo o que tinha, e o diabo caiu por terra.
Revoltado, o diabo enviou o Exu-do-orgulho para encher o coração do pastor de orgulho próprio. Mas o pastor orou, jejuou, leu a Bíblia, e se humilhou diante de Deus. E mais uma vez, o diabo caiu por terra.
O diabo viu que todas as suas tentativas tinham sido frustradas. Irado, resolveu mandar aqueles três demônios ficarem na igreja daquele pastor para ver aonde ele errava. E pra lá eles foram, só estudando e marcando os passos dele.
Um dia, os três demônios ainda sem pegar nada que pudessem usar contra o pastor, viram outro demônio passar por aquela igreja. Vinha ele lá de longe, devagar, usando bengala, com uma aparência cansada… E os três demônios começaram a zombar dele. “Seu velho cansado, o que está fazendo por aqui?” E então perguntaram o nome dele.
Ele olhou de lado, abriu um sorriso lateral sarcástico e disse: “Meu nome? Eu sou o EXU-DO-TEMPO. E vocês, o que fazem por aqui?”
E os outros demônios lhe contaram sua missão e como tinham fracassado até agora. Daí ele disse aos três, “Esperem que eu vou dar ordem quando vocês devem agir.” E disse mais: “Não tenham pressa, pois eu sei como trabalhar.” E aquele demônio sutilmente começou a agir.
Primeiro tirou o tempo daquele pastor, enchendo sua agenda de coisas para fazer. Logo, ele não tinha mais tempo para jejuar, e enfraqueceu. 
Depois tirou o tempo daquele pastor para não ler mais a Bíblia, e ele não mais ouviu a voz de Deus. E sem ouvir a voz de Deus, sua comunhão esfriou. Foi aí então que aquele demônio deu a ordem para os outros entrarem em ação. E assim aquele pastor que "arrebentava" caiu.

O tempo é a 4ª arma usada pelo diabo para esfriar a fé dos que não perseveram. Às vezes, ele nos faz muito atarefados. Outras, ele até causa um falso senso de bem-estar, faz as lutas cessarem durante um tempo para que nós nos acomodemos na fé. E é assim que ele nos derruba. 
Outras, ele nos prende em vícios (televisão, computador, internet, facebook) para que percamos tempo valioso, que poderia ser usado para grandes coisas, como por exemplo: ler um livro, ler a Bíblia, orar, etc. 
Lembre-se sempre de onde você veio, de onde você saiu, e do que Deus fez na sua vida para sempre se manter na fé. O vencedor não é o que começa mas sim o que termina.

Adaptei esse texto do original do Bispo Renato Cardoso.

sábado, 10 de novembro de 2012

Quem foi que apareceu a Saul em 1 Samuel 28.7-25?


Preliminarmente, ressaltamos, que o capítulo 28 de 1 Samuel, a começar do seu versículo 7 até o 25, foi escrito por uma testemunha ocular; logo, por um dos servos de Saul que o acompanhou à necromante: vv.7,8. Freqüentemente, esses servos eram estrangeiros e quase sempre supersticiosos, crentes no erro – razão por que o seu estilo é tão convincente. Esta crônica que é parte da história de Israel, pela determinação divina, entrou no Cânon assim como os discursos dos amigos de Jó (42.7), as afirmações do autor de “debaixo do sol” (Ec 3.19) e a fala da mulher de Tecoa (2 Sm 12.2-21), que são palavras e conceitos meramente humanos. A confusão gerada pelo assunto exposto no texto é porque foi analisado o ponto de vista do servo de Saul. Todavia, sobre a questão se Samuel falou ou não com Saul, a Bíblia é bem clara e tem argumentos definidos para desmentir todas e quaisquer afirmações hipotéticas e asseverações parapsicológicas a seu respeito. Examinaremos alguns desses argumentos e veremos a impossibilidade de ter sido Samuel a pessoa com quem falou Saul: 

1. Argumento gramatical (v.6): “… o Senhor… não lhe respondeu”. O verbo hebraico é completo e categórico. Na condição que Saul estava, Deus não lhe responderia e não lhe respondeu. O fato é confirmado pela frase: “… Saul… interrogara e consultara uma necromante e não ao Senhor…”, 1 Cr 10.13,14. 

2. Argumento exegético (v.6): Nem por Urim – revelação sacerdotal (w.14,18), nem por sonhos – revelação pessoal, nem por profetas – revelação inspiracional da parte de Deus. Fosse Samuel o veículo transmissor, seria o próprio Deus respondendo, pois Samuel não podia falar senão por inspiração. E, se não foi o Senhor, não foi Samuel. 

3. Argumento ontológico: Deus se identifica como Deus dos vivos: de Abraão, de Isaque, de Jacó: Êx 3.15; Mt 22.32. Ne¬nhum deles perdeu a sua personalidade e sua integridade. Seria Samuel o único a poluir-se, contra a natureza do seu ser, contra Deus e contra a doutrina que ele mesmo pregara (1 Sm 15.23), quando em vida nunca o fez? Impossível. 

4. Argumento escatológico: O pecado de Samuel tomar-se-ia mais grave ainda, por ter ele estado no “seio de Abraão”, tendo recebido uma revelação superior e conhecimento mais exato das coisas encobertas, e não tê-las considerado, nem obedecido às ordens de Deus: Lc 16.27-31. Mas Sa¬muel nunca desobedeceu a Deus: 1 Sm 12.3,4. 

5. Argumento doutrinário: Consultar os “espíritos familiares” é condenado pela Bíblia inteira. Logo, aceitando a profecia do pseudo-Samuel, cria-se uma nova doutrina, que é a revelação divina mediante pessoas ímpias e polutas. E, além disso, para serem aceitas as afirmações proféticas como verdades divinas, é necessário que sejam de absoluta precisão; o que não acontece no caso presente. 

6. Argumento profético: Dt 18.22. As profecias devem ser julgadas: 1 Co 14.29. E essas do pseudo-Samuel não resistem ao exame. São ambíguas, imprecisas e infundadas. Vejamos: 

a) Saul não foi entregue nas mãos dos filisteus (1 Sm 28.19), mas se suicidou (1 Sm 31.4) e veio parar nas mãos dos homens de Jabes-Gileade: 1 Sm 31.11,13. Infelizmente, o pseudo-Samuel não podia prever este detalhe; 

b) não morreram todos os filhos de Saul (“… tu e teus filhos”, 1 Sm 28.19) como insipua essa outra profecia obscura. Ficaram vivos pelo menos três filhos de Saul: Isbosete (2 Sm 2.8-10), Armoni e Mefibosete: 2 Sm 21.8. Apenas três morreram, como anotam clara e objetivamente as passagens seguintes: 1 Sm 31.26 e 1 Cr 10.2-6; 

c) Saul não morreu no dia seguinte (“… amanhã… estareis comigo”, 1 Sm 28.19). Esta é uma profecia do tipo délfico, ambígua. Saul morreu cerca de dezoito dias depois: 1 Sm 30.1,10,13,17; 2 Sm 1.13. Afirmar que a palavra hebraica “mahar” (amanhã), aqui, é de sentido indefinido, é torcer o hebraico e a sua exegese, pois todos vão morrer mesmo, em “algum dia” no futuro, isto não é novidade; 

d) Saul não foi para o mesmo lugar que Samuel (“…estareis comigo”, 1 Sm 28.19). Outra profecia inversossímil: interpretar o “comigo” por simples “além” (Sheol), é tergiversar. Samuel estava no “seio de Abraão”, sentia isso e sabia a diferença que existe entre um salvo e um perdido. Jesus também o sabia, e não disse ao ladrão que estava na cruz: “Hoje estarás comigo no além (Sheol)”, mas sim no “Paraíso”. Logo, Samuel não podia ter dito a Saul que este estaria no mesmo lugar que ele: no “seio de Abraão”. Porque com o ato abominável e reprovado de Saul em consultar uma feiticeira e não ao Senhor, foi completamente anulada a sua possibilidade de ir para o mesmo lugar de Samuel – o “seio de Abraão”. 

Ainda notamos este absurdo, analisando a palavra “médium” (heb), que é traduzida em outras versões por “espírito adivinhador” ou “espírito familiar” e no texto grego (LXX) por “engastrimuthos”, que significa ventríloquo, isto é, um de fala diferente, palavra que indica a espécie de pessoa usada por um desses espíritos. 

Assim concluímos que: 

• Não foi Samuel quem apareceu e falou com Saul, mas sim um espírito demoníaco. 

• Nenhum morto por invocação humana pode aparecer ou falar com alguém, e quanto mais Samuel. 

• Todas as predições do pseudo-Samuel estavam deturpadas. Nada se cumpriu. Isto é um verdadeiro contra-senso, visto que, Samuel quando em vida, “nenhuma só das suas palavras caiu por terra”. 1 Sm 3.19. 

• Quem pratica tais coisas, a saber, invoca os mortos, consulta necromantes, está sendo logrado pelas artimanhas de Satanás. 

• Deus é Deus dos vivos e não dos mortos: Mt 22.32. Assim, aqueles que invocam os mortos estão indo de encontro a essa lei básica e bíblica. 

• Não existe, portanto, neste trecho nenhuma similaridade ou abertura para supostos fundamentos de doutrinas heréticas. Ademais, todos esses argumentos provam categoricamente a impossibilidade de tais pensamentos. A Bíblia é a verdade. 

Fonte: Livro – “A Bíblia Responde” – Editora CPAD 

Até a próxima em Nome de Jesus.

Abraços;
Silberty Faria.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

ÊXODO 4:24 - Com quem Deus se encontrou na estalagem, e por que quis matar essa pessoa?




PROBLEMA: Êxodo 4:24 afirma: "Estando Moisés no caminho, numa estalagem, encontrou-o o Senhor, e o quis matar"
Este versículo deixa claro que Moisés é quem estava ali, naquela estalagem. 
Mas por que Deus quis matá-lo, já que ele o havia chamado para liderar a saída do povo do Egito?
SOLUÇÃO: Primeiro - é claro que Moisés tinha sido escolhido pelo Senhor a fim de ser o instrumento para libertar o povo de Israel da escravidão egípcia e do poder de Faraó. Mas, por fazer parte do povo da aliança de Deus, Moisés era obrigado a circuncidar seus filhos no oitavo dia. 
Por uma razão ou outra, Moisés não tinha realizado o rito da circuncisão no seu filho, que também fazia parte do povo da aliança do Senhor. Não era possível Deus permitir que o libertador por ele escolhido a fim de representá-lo para o povo de Israel não cumprisse os termos da aliança. Aparentemente, Deus tomou essa drástica medida para fazer com que Moisés lhe obedecesse, sabendo que Moisés por si não se dispunha a ir contra os desejos de sua mulher Zípora. Ela fez então a circuncisão, talvez porque Moisés estivesse impossibilitado, devido a uma enfermidade que o Senhor tinha trazido sobre ele. Assim que a circuncisão foi feita, o Senhor não mais procurou matar Moisés.

Segundo - é óbvio que o Senhor poderia ter matado Moisés de repente, se esse fosse o seu intento nesse caso. Deus certamente possuía o poder para fazer isso de imediato. O que aconteceu indica claramente que o propósito de Deus era fazer com que Moisés cumprisse os seus deveres. Deus obviamente não queria matá-lo. O que pretendia era que Moisés obedecesse a sua lei e tivesse total compromisso com ela, já que ele era aquele que estava para se tornar o grande instrumento de Deus, por meio de quem o Senhor iria dar a sua lei.

EM RESUMO: De qualquer modo, muito provavelmente Moisés se absteve de exercer seu papel, o de pai, a quem cabia a circuncisão do filho. Ao não faze-lo, ele sobrecarregou a esposa, que teve que pegar uma pedra aguda e fazer a necessária circuncisão. 
A omissão de Moisés fez dele um sanguinário, no sentido que obrigou sua esposa a ser sanguinária (a derramar sangue, tarefa exclusivamente masculina).

A ameaça de Deus sobre Moisés visava despertar o jovem líder para sua tarefa em casa. A vida em família não pode ficar em segundo plano, nem mesmo em nome de Deus, que não quer este tipo de sacrifício. O seu maior ministério precisa ser a sua família. O meu é!

Fonte: Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e Contradições da Bíblia
Até a próxima em o Nome de Jesus.
Abraços;
Silberty Faria
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...