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Para Orar e Adorar

sábado, 25 de setembro de 2010

Textos Importantes na Bíblia


"É muito fácil criar um Deus à nossa imagem e semelhança e usá-lo para atemorizar e controlar as pessoas" (A. Cury)
Dez mandamentos – Ex 20
Instituição da Páscoa – Ex 12
Passagem Mar Vermelho – Ex 14
Sermão da Montanha – Mt 5;6;7
Oração do Pai Nosso – Mt 6
Instituição da Ceia – Mt 26
Ressurreição de Jesus – Mt 28
O Amor é o Dom Supremo – I Co 13
Os Dons Espirituais – I Co 12;13;14
A Descida do Espírito Santo (Pentecostes) – At 2
O Ide de Jesus – Mt 28.18-20
Instrução quanto à celebração da Ceia do Senhor – I Co 11
O Arrebatamento da Igreja – I Ts 4.13-18
A inspiração Divina da Bíblia – 2 Tm 3.16
A completa confiabilidade da Bíblia – Sl 19.7
A Palavra de Deus: Leia! Estude! Memorize! –2 Tm 2 .15
Arrependimento – Mt 3.1-2; 4.17
Perdão – Mt 18.18-35
Oração e intercessão – Lc 11.2-4
Líderes Espirituais: oram e ensinam – Ef 3.14-21
A Lei da Reciprocidade Divina – Lc 6.38
Não se deve confiar nas riquezas – Fp 4.12-13
Vida Abundante – Jo 10.10
Espíritos Ministradores – Hb 1.14
Os Serafins – Is 6.2
Os Querubins – Gn 3.24
Os Arcanjos – Jd 9
Lúcifer – Is 14.12-14
O marido: protetor e provedor – Is 54.5
Divórcio é o caso de um coração endurecido em relação a Deus – Mt 19.1-9
Batalha Espiritual – Ef 6.10-18
O que a Bíblia diz sobre a homossexualidade? - Rm 1.27
O aborto é errado? - Sl 139.13
Qual a diferença entre adultério e fornicação? - Mt 5.27
Um cristão deveria envolver-se na Política ou no Serviço Militar? - Rm 13.3-4
Quando um cristão deve desobedecer ao governo civil? - Rm 13.7; At 5.27-29
As pessoas precisam ser pobres para ser santas? - Lc 18.22
Como perdoar meus inimigos? Mt 5.43-44
Como posso parar de beber ou de depender de drogas? Rm 13.13-14
Há algo errado em jogar? Lc 4.12
Qual a diferença entre teologia e religião?Religião é vida; Teologia é doutrina (ensino).
Livros Canônicos - inspirados por Deus.
Livros Apócrifos - não foram inspirados por Deus.
Atributos Naturais de Deus - Onisciência, Onipresença, Onipotência, Imutabilidade, Eternidade, Unidade.
Atributos Morais - Santidade, Justiça ou retidão, Amor, verdade.
Trindade - Tríplice manifestação de Deus: Pai, Filho e Espírito Santo
Triunidade - É o tríplice modo da existência de Deus: três em um.
Os Evangelhos:
Mateus Apresenta Jesus como Rei, simbolizado pelo leão: Ez 1.10; Ap 4.7
MarcosApresenta Jesus como Servo, simbolizado pelo boi: Ez 1.10; Ap 4.7
LucasApresenta Jesus como Homem, apontando para sua humanidade: Ez 1.10; Ap 4.7
João Apresenta Jesus como Deus, simbolizado pela águia: Ez 1.10; Ap 4.7

sábado, 18 de setembro de 2010

Dinâmica 4 - para EBD

 CACHO DE UVAS

- Leve para a sala um grande cacho de uva ou dois se necessário.
- Agora vá passando o cacho de uva nas mão de um por um de seus alunos.
- Peça para eles retirarem, cada um, uma uva e não comê-la.
- Desafie um ou mais alunos a colar de novo a uva que foi arrancada...
- Professor (a): você deve passar a seguinte mensagem: é impossível, pois o elemento que a segurava foi totalmente danificado. Vocês sabiam que num relacionamento existem problemas que parece ser impossível voltar a comunhão novamente, por isso é bom que estejamos atentos, pois o perdão e o amor são os únicos recursos que podem unir com perfeição o coração quebrado, ofendido ou magoado. (Não esqueça de interagir nesta mensagem. O interagir é importante para o aprendizado e para que mensagem seja melhor absorvida e gravada).
- Agora solicite que ofereçam a uva a um colega que gostariam de começar uma bela amizade ou reatar um relacionamento partido.
- Use a mensagem de Provérbios 18.24b "... há amigo mais chegado que um irmão". Medite nesta passagem junto com seus alunos, deixe que eles desenvolvam a questão e contem experiências boas e agradáveis com seus verdadeiros amigos. Cuidado para não perder o controle, da aula, limite o testemunho de cada um. Também pode se usar fotos de seus alunos com seus amigos em situações engraçadas e comoventes. (peça antes para que eles tragam estas fotos; se tiver alguém na sala com relacionamentos partidos, providencie fotos destes alunos e coloque na sala, isto vai mover um sentimento de perdão entre eles).
- Quando amamos alguém de verdade, amamos esta pessoa por aquilo que ela é, e não por aquilo que ela faz ou tem.

um verdadeiro amigo é mais chegado que um irmão
Deus o abençoe querido (a) professor (a).



segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Dinâmica 3 - para EBD


- Faça um grande grupo com todos os alunos presentes.
- Professor (a): você deve passar uma mensagem ao ouvido do primeiro e este sucessivamente irá passando um a um até chegar de volta a você.
- Ao falar a frase final que geralmente está bem diferente da frase original; podemos concluir que: tantas dificuldades surgem no relacionamento quando passamos para frente aquilo que não entendemos bem ou que sofreu interferências intencionais, ou resultantes da raiva, tristeza, comodismo, etc...
- Professor (a): apesar desta dinâmica ter um tom de brincadeira e ser bem sadio brincar e sorrir, é necessário que ao final se tome novamente a direção e explique o quanto é importante passar uma informação como se viu ou ouviu.

Nota para o professor (a): Esta atividade ajudará a criança a entender a necessidade de se ter uma vida comprometida com a verdade, com a ética e com a discrição. Ela vai compreender através da reflexão que precisa ter um comportamento discreto em casa, no futuro trabalho, na igreja, na escola, etc... Deixe que seu grupo tenha esta consciência prepare-se bem para esta dinâmica, não force o aprendizado, deixe que elas sozinhas percebam, pois o Espírito Santo também fala ao coração das crianças. Amém!

Sejam abençoados (as), em o nome de Jesus! 

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Dinâmica 2 - para EBD

O PERFUME


- Faça pequeninos lenços de TNT ou papel ofício e escreva II Coríntios 2.15... "Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo." 
- Dobre e perfume estes lenços com água de colônia ou qualquer outro tipo de perfume. 
- Coloque-os numa linda bandeja e cada um deve pegar um.
- Ao sinal, cada um deve sentir a fragrância, abrir e ler o versículo escrito.
- Faça as seguintes perguntas num papel para cada aluno responder:
.Você tem sido um bom perfume para Jesus?
.Você tem sido um bom perfume para as pessoas que te cercam?
.Você sempre leva Jesus para todos os lugares?
.Qual o lugar que você frequenta que está precisando do perfume de Jesus?
.Existe alguma pessoa especial, que você conheça, que também está precisando de Jesus?
.Se Jesus é o melhor perfume para a vida do homem, o pior perfume, creio eu, deva ser o pecado. Você concorda com essa afirmativa? Porque?
Nota para o professor (a): Esta atividade ajudará a criança a entender a necessidade de uma vida perfumada. Ela vai compreender através da reflexão que precisa ter um comportamento aceitável diante das pessoas, pois há forças negativas que trabalham contra a pureza, bons costumes e formação geral da criança e do adolescente. Se ela não for orientada corretamente, no sentido de se tornar um bom perfume para o mundo, acontecerá o contrário: se tornará uma pessoa desagradável e ruim para ela mesma. Cabe a você professor (a) levá-los a Cristo e a ter o bom perfume e ser o bom perfume. Deixe que seu grupo tenha esta consciência prepare-se bem para esta dinâmica, não force o aprendizado, deixe que elas sozinhas percebam, pois o Espírito Santo também fala ao coração das crianças. Amém!
Sejam abençoados (as), em o nome de Jesus! 

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Dinâmica -1 para EBD.

SALADA  DE  FRUTAS
Traga muitas frutas diferentes. Distribua entre os participantes.  Deixe e incentive para que cada um fale sobre as características delas: "cor, sabor, casca, caroço, valor nutritivo, cheiro, tamanho, elas servem para alimentar, são saborosas," etc.
Professor: Crie um pensamento de reflexão na classe: "Deus criou os alimentos, e criou o homem também, cada um com características inigualáveis."
Interatividade: 
1 - Qual fruta que você acha que você é? (Peça a eles para falarem um pouquinho de suas qualidades: jeito de ser, vontades, etc., comparando ao sabor gostoso da fruta que eles gostariam de ser). 
2 - Qual fruta que você acha que você não é? (Peça a eles para falarem um pouquinho de seus defeitos: jeito de ser, vontades, manias, etc., comparando ao sabor ruim da fruta que eles não gostariam de ser).
Observação: as duas perguntas devem ser feitas a todos os participantes. Professor, cuidado para não tentar ajudar a pessoa, deixe que a espontaneidade tome conta da turma, não se comprometa. 
Professor: Crie outro pensamento de reflexão na classe: "Deus criou tudo com um propósito; as frutas foram criadas para alimento, para enfeitar as árvores e o homem para amar as pessoas, a Deus, etc., a fruta que você não gosta e se identificou que não queira ser, é a preferida do outro, que se identificou com ela."
Professor: Diga para a classe - Gostaria de comentar com vocês algumas normas que precisamos respeitar:
- Devemos respeitar a todas as pessoas, velhos, crianças, etc.;
- Devemos controlar nossas reações agressivas, evitando ser sem educação e até mesmo irônicos;
- Devemos ajudar uns aos outros: orando, conversando, dando um presente;
- Devemos aproveitar os momentos de nossas vidas para conhecer pessoas e fazer amigos;
- Devemos evitar sermos mal-humorado.
Finalização: Professor:
- Nós agora vamos fazer uma salada de frutas comparando essa salada com o relacionamento humano: Todos nós somos diferentes, mas podemos nos completar e formar uma deliciosa salada de frutas.
(Enfatizar que para compor a deliciosa salada de frutas foi preciso usar as frutas que você gostava e não gostava.)
Observação: Pode-se acrescentar à salada um sorvete ou refrigerante ou suco e usar o simbolismo da unção de Deus, a presença de Deus, do Espírito Santo, etc, completando a salada e dando um sabor especial.
Professor, lembre-se bem de sua responsabilidade para ensinar e moldar o caráter de seus alunos sejam eles de qualquer faixa etária. A Bíblia diz: Mas àquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido; e àquele a quem muito se confia, muito mais lhe pedirão. (Lc 12.48 b).
Deus o abençoe.

sábado, 31 de julho de 2010

Seitas Judaicas

Os Essênios:
Origem - Podem ter evoluído dos Hassidim (grupo que lutava pela liberdade durante o período dos macabeus; posteriormente, tornaram-se os judeus mais rigorosos e ortodoxos.), ou dos zelotes por causa de sua reação a um sacerdócio corrupto.
Descrição - Um grupo de ascetas que se retirou para se estabelecer em comunidades monásticas como Qumran, no mar Morto.
Crenças - Mantinham em comum a propriedade e as posses; a maioria era celibatária (adotando meninos para perpetuar as comunidades); eram pacifistas; exclusivistas e introvertidos, cuidando eles próprios de suas necessidades dentro da seita; possuiam modo de vestir e estilo de vida simples; matinham rigidamente a Lei e observavam as abluções rituais; acreditavam na imortalidade da alma, mas sem a ressurreição do corpo.


Os Herodianos:
Origem - Receberam esse nome por causa do apoio que deram a Herodes, o Grande, e a sua dinastia.
Descrição - Partido político, provavelmente tendo representação de várias correntes religiosas, inclusive judeus ricos e politicamente influentes.
Crenças - Apoiaram a helenização da cultura e a incorporação da política greco-romana na Palestina; favoreceram a autonomia local, mas se recusaram a confrontar o status quo, defendendo a submissãoao governo estrangeiro; opuseram-se a Jesus (Mt 22.15-22; Mc 3.6; 12.13-17)


Os Fariseus (os separados):
Origem - Provavelmente eram descendentes dos Hassidim.
Descrição - A maior das seitas judaicas; composta principalmente por pessoas de classe média, especialmente mercadores e negociantes (Jo 3.1-16); criadores da tradição oral e intérpretes da lei (Talmude e Mishná); eram legalistas, insolentes e confiavam na sua própria justiça (Mt 5.20; 9.14; Lc 7.36-39; 18.9-14)
Crenças - Monoteístas; muito preocupados com a observância do sábado, dízimo e rituais de purificação (Mt 23.2-36; Lc 11.37-44); criam na ressurreição do corpo, na vida após a morte e na existência de anjos e demônios (At 23.6-10); Opuseram-se a Jesus (Mt 16.1-12; 22.15-22, 34-46; Mc 3.6).


Saduceus (os justos ou juízes - do grego syndikoí):
Origem - Alegavam ser descendentes de Zadoque, o sumo sacerdote sob Davi e Salomão (veja 2Sm 8.17; 1Rs 1.34-35), e se vangloriavam de uma possível descendência de Arão.
Descrição - Possivelmente oriundos dos sacerdotes hasmoneus, mas definitivamente pertenciam à aristocracia; seita da qual a maioria dos sumos sacerdotes veio nos dias de Jesus (At 5.17-18); eram encarregados de cuidar do templo e do culto (Ez 40.44-46).
Crenças - Aceitavam somente a Torá como texto autorizado. Defendiam a interpretação literal da lei escrita e rejeitavam a lei oral. Acreditavam na liberdade absoluta da vontade humana. Negavam a vida após a morte, a ressurreição do corpo, providência divina e a existência de demônios e anjos (Mc 12.18-27; Lc 20.27-40). Opuseram-se aos fariseus (At 23.6-10) e a Jesus (Mt 3.7-10; 16.1-12).


Zelotes:
Origem - Possivelmente vieram do grupo envolvido na revolta dos judeus contra Roma (6 d.C.).
Descrição - Eram extremistas dentre os fariseus e notórios pelo zelo religioso e nacionalismo.
Crenças - Acreditavam que o patriotismo e a religião eram inseparáveis. Eram fanáticos na sua fé judaica e devoção da lei. Opuseram-se à dominação romana na Palestina, recusaram-se a pagar impostos e engajaram-se no terrorismo contra Roma. Opuseram-se aos herodianos e aos saduceus. Entre os zelotes, Jesus recrutou Judas Iscariotes e Simão, o cananeu (Lc 6.15-16; At 1.13).

sábado, 29 de maio de 2010

Os Nomes de Deus

John Davis disse: "Conhecer o nome de Deus é testemunhar as manifestações dos seus atributos e aprender o significado que o nome expressa".
A primeira frase que uma criança judia aprende é o Shemá Israel que se encontra em Dt 6.3. Elas aprendem a dizer: "Shemá Israel, Hashem Elohenú, Hashem Ehad", que quer dizer: "Escuta ó Israel, o Eterno é nosso Deus, o Eterno é um".
A primeira frase das crianças será pronunciar o Nome de Deus e esta também é a última frase dita por um judeu antes de morrer.
Porque conhecer os Nomes de Deus? Os nomes de Deus carregam significado e revelação. Há conhecimento particular e pessoal de Deus na revelação de Seu Nome. Há uma aproximação íntima do homem quando seu nome é conhecido e aproximado. São recheados de atributos divinos.
"Torre forte é o nome do Senhor". (Pv 18.10). Conhecer os nomes de Deus é entender com o espírito e não com a alma. É um grande recurso negligenciado pela Igreja. Deus se agrada quando nos inclinamos para conhecê-lo. "Porque a Mim se apegou com amor Eu o livrarei; pô-lo-ei a salvo porque conhece o meu nome". (Sl 91.14).
A coragem de Davi contra Golias foi o conhecer e entender tudo o que o Nome de Deus expressa. (1 Sm 17.45).
Os nomes de Deus no Antigo Testamento são:
  • PALAR - Senhor Libertador. (Sl 18.2);
  • ELOHIM - é Deus vivo. Deus criador (Gn 2.4; Dt 5.36). Ele não é uma estátua (Sl 115). Elohim é plural de EL que significa força e poder. (Gn 1.1). Elohim indica plural, mostra a triunidade de Deus trabalhando a nosso favor. Gn 1.1 "No princípio criou Elohim o céu a terra.";
  • YASHA - Senhor Salvador. (Is 43.3). Não importa a situação a vitória é segura: (Dn 3.11, 27-29; Dn 6.27-28);
  • SHAPHAR - Juiz (Gn 18.25);
  • EL ELIOM - Deus altíssimo (Gn 14.19; Nm 24.16; Sl 7.17; Sl 18.13). Sempre que falamos em Deus Altíssimo, isso nos leva à adoração. A adoração cura, liberta, traz unção de alegria, etc;
  • JEOVÁ OU IAVÉ - é a combinação de YHWH mais as vogais de Adonai (meu Senhor). Esta foi uma forma para poder pronunciar sem temor (pois era uma corruptela do nome). Antes cada vez que apareciam as consoantes, eles diziam: Adonai. Este nome pessoal era usado pelos Hebreus, tem se crido significar "auto-existente" ou "Eu Sou" como se revela a Moisés (Ex 3.14);
  • KADOSH - O Santo de Israel (Jr 15.19);
  • MAOR - doador de luz (Gn 1.16);
  • ABA - Pai (Sl 39.26; Rm 8.15);
  • GAAL - Redentor (Jó 19.25);
  • EYALUTH - força (Sl 22.29);
  • EL SHADDAI - Deus todo poderoso (Gn 17.1). Aquele que é mais do que suficiente. EL significa poder;
  • EL ROI - Deus que vê. (Gn 16.13);
  • TSADDIA - Justo (Sl 7.9);
  • JEOVÁ TSIDKENU - nossa justiça (Jr 23.6);
  • JEOVÁ ELOHIM SABAOTH ou JEOVÁ SABAOTH - Senhor Deus dos Exércitos (Jr 11.20). Ele é que mobiliza todos os anjos e cavalos em nosso favor (Sl 103 e Sl 44);
  • EL OLAM - Deus da Eternidade, Deus do Universo (Gn 21.33);
  • JEOVÁ JIRÉ - O Senhor que provê (Gn 22.8, 22.14). Ele provê tudo o que necessitamos: provê o nosso livramento (1 Co 10.13), provê fartura em tempo de fome (Gn 26);
  • JEOVÁ NISSI - Minha bandeira (Ex 17.15);
  • JEOVÁ SHALOM - o Senhor é paz (Jz 6.24);
  • JEOVÁ KAINNA - o Senhor Zelozo (Ex 20.5, 34.14);
  • JEOVÁ SHEMMA - o Senhor está ali; Deus presente (Ez 48.35);
  • EMANUEL - Deus conosco (Is 7.14; Mt 1.23);
  • JEOVÁ ROHI ou JEOVÁ RA'AH - o Senhor meu Pastor (Sl 23.1);
  • JEOVÁ RAPHA OU JEOVÁ RAFÁ - o Senhor que sara, que cura (Ex 15.26);
  • YESHUA - salvação;
  • YESHUA HAMASHIAH - Jesus O Enviado, o salvador;
  • JEOVÁ ELOAI - o Senhor meu Deus (Js 7.7-8);
  • EL ELOE ISRAEL - o Deus Pessoal de Israel (Gn 33.18-20);
  • JEOVÁ ELOHENU - o Senhor Nosso Deus (Dt 2.33,36);
Os nomes de Deus no Novo Testamento são:
  • THEOS - equivale a EL, ELOHIM e ELYOM. É mais aplicado a Deus (Mc 5.7; Lc 1.32,35; At 7.48, 16.17; Hb 7.1);
  • KYRIOS - designa Deus como Senhor, o Possuidor, o Poderoso. É empregado ao Deus Pai como também ao Filho (Fp 2.11);
  • PATER - é empregado a Deus mesmo nas religiões pagãs. O nome PATER  já é encontrado na Septuaginta (grego) para designar a relação de Deus com Israel (Dt 32.6; Sl 103.13; Is 63.16, 64.8; Jr 3.4, 19) e mais freqüentemente no Novo Testamento (Mt 5.48, 6.6, 6.9, 7.11; Jo 1.14, 2.16, 3.35, 4.24).




sexta-feira, 21 de maio de 2010

O que significa Trindade e Triunidade?

TRINDADE - significa a tríplice manifestação de Deus ou a sua manifestação no Pai, no filho e no Espírito Santo.
TRIUNIDADE - significa o tríplice modo da existência de Deus, que é a existência de três em um.

- A TRINDADE diz respeito à revelação de Deus ao passo que a TRIUNIDADE refere-se a existência de Deus.
- A idéia de Deus no Antigo Testamento é a unidade, por isso observaremos a Trindade de forma explícita somente no Novo Testamento como Pai, Filho e Espírito Santo.

TRINDADE - No Antigo Testamento não a encontraremos de forma explícita como no Novo Testamento devido a idéia de unidade (Dt 6.4).
O Anjo do Senhor identificado como Jeová sendo chamado de Senhor, Deus, sendo reverenciado, adorado, recebendo oferta, etc. (Gn 16.7, 13; 22.15; 31.11; Ex 3.2,4; Js 5.14; Jz 6.21-24; 13.20-22; Is 63.9). Esse Anjo do Senhor é a manifestação de Jesus no Antigo Testamento;
O Pai como uma pessoa distinta (Dt 32.6; Is 63.16 e Ml 2.10); 
O Messias (Sl 2.6,7; 45.6,7; Pv 30.4; Is 9.6; 61.1 e Jr 23.5);
E o Espírito Santo (Gn 1.2; Is 11.2; 63.11,14)
    O Antigo Testamento não ensina clara e diretamente sobre a Trindade. A razão é evidente: O problema do politeísmo entre as nações. A nação de Israel não estava preparada para compreender. Deus primeiramente acentuou a verdade de ser o Único Deus, para depois no Novo Testamento tornar explícita a Trindade. Mesmo assim, parte dos judeus teve conflito com esta verdade.

    TRINDADE - No Novo Testamento:
    O Pai é Deus (Jo 6.27; 14.9-13; I Pe 1.2; II Co 1.2);
    O Filho é Deus (Jo 1.1,18; Tt 2.13; Hb 1.2);
    O Espírito Santo é Deus (At 5.3,4; Rm 15.30; Hb 9.14)

    TRIUNIDADE - No Antigo Testamento
    Na Criação (Gn 1.26, ELOHIM no original tem o sentido de pluralidade e significa Deus);
    Na confusão de línguas (Gn 11.7);
    Na experiência de Isaías (Is 6.3,8);
    No livro de Daniel (Dn 2.47);
    Na benção arônica (Nm 6.24-26).


    No Novo Testamento:
    No batismo de Jesus (Mt 3.13-17);
    Na ordenança do batismo (Mt 28.19);
    Na benção apostólica (II Co 13.13);
    Na oração sacerdotal (Jo 17.21-23);
    No ensino de João (I Jo 5.7).




    sábado, 1 de maio de 2010

    Onde está a fonte da luz?



    "
    Ordena aos filhos de Israel que te tragam azeite puro de oliveira, batido, para o candelabro, para que haja lâmpada acesa continuamente.” (Levítico 24.2)  






    É bom que se diga que Deus é um Deus que ordena, e as suas ordens não são para serem questionadas, mas para serem obedecidas, ainda que nem sempre as entendamos na sua totalidade, na sua extensão. E o crente é aquele que obedece. As lâmpadas tinham que se cheias de azeite. Nada podia substituí-lo, pois o Senhor ordenara que assim fosse.
    1. O azeite é o Espírito Santo. Podemos até não enxergar o candelabro. Podemos olhar para as paredes do templo e não ver figura alguma, mas o tabernáculo está presente.
    2. O candelabro, igualmente, assim como a arca e a mesa (para os pães da proposição) estavam presentes. A arca era um dos utensílios do tabernáculo, e nela estavam as Tábuas da Lei ou do Testemunho (que continham os mandamentos de Deus). Os pães da proposição, também chamado de pão da presença, eram os pães que eram colocados na presença de Deus. Mas acima de tudo, estava o azeite.
    3. A ordem do Senhor é: “Enchei-vos do Espírito”. (Efésios 5.18). Essa já é uma maneira de você brilhar: sendo cheio do Espírito.
    4. Todas as manhãs, o sacerdote tinha que encher as lâmpadas com o azeite porque o brilho tinha de ser continuo durante todo o dia e durante a noite.
    5. O Senhor já providenciou os meios e os recursos para que possamos brilhar. A obra do calvário, a obra que Jesus realizou, a vinda do Espírito Santo, foi o testemunho de que Jesus foi glorificado. Ele enviou o Espírito para estar conosco sempre e “para que haja lâmpada acesa continuamente”.
    6. Deus está restaurando a sua Igreja, e a restauração não é somente no sentido de emoções, mas é no sentido de vida, de caráter, de atitude. É você marido, amando a sua esposa; é você, esposa, sendo submissa ao seu marido; são vocês, filhos, sendo obedientes. É ter um lar segundo o modelo do calvário. É a Igreja caminhando num único sentido. São todos vivendo uma unidade, entendendo que não se trata de egocentrismo, mas do privilégio de dizer: “Senhor, a tua vontade é soberana. Ela é boa, agradável e perfeita para mim, e eu me deleito em tua vontade, seja a que preço for.
    7. O Sacerdote não tinha que apenas encher as lâmpadas com azeite novo, a cada manhã, mas havia ao entardecer, o momento em que ele devia tomar a espevitadeira e tirar o pavio queimado. Quando a lâmpada estava acesa, o mourão, ou seja o pavio, ia queimando e tinha que se tirado. mas como já disse, não era para ser jogado fora. era guardado em uma caixa de ouro. é assim com a nossa vida. À medida que brilhamos, executamos as boas obras, testemunhamos, Deus retira o que já queimou, já passou, para que sempre tenhamos um testemunho novo. e todos os nossos atos de testemunhos ficam guardados diante do Senhor, na caixa de ouro. A palavra diz que as nossas obras nos seguem. quanto mais você tiver brilhado aqui, mais você brilhará lá, porque lá teremos galardões diferentes.

    • Numa caixa de ouro, as nossas obras ficam guardadas - as nossas obras a favor de Cristo.
    • No odre, as nossas lágrimas são recolhidas.
    • Num livro, Deus tem guardado o nosso testemunho.
    E aí pergunto: como está a sua caixa de ouro? Há muitos mourões? Há muitos bons testemunhos? A caixa já está cheia? Como está o seu odre? O seu livro? O seu testemunho? São páginas e páginas em branco, ou há o testemunho da vida, da glória e da graça do Senhor Jesus?


    Fonte: Como Luz nas trevas. Nosso papel de sacerdote na sociedade
    Pág. 19-21.
    Pastor Márcio Valadão

    segunda-feira, 5 de abril de 2010

    Maria é a mãe de Deus?


    Em conversas com católicos, poucos assuntos são mais polêmicos do que a posição de Maria no plano da redenção. Ao longo da História, a Igreja Católica tem elaborado uma série de doutrinas sobre a mãe de Jesus. Quando examinamos as Escrituras, percebemos que muitas dessas doutrinas não vêm da palavra de Deus.
    O uso da expressão "Maria, mãe de Deus" foi oficialmente autorizado no Concílio de Éfeso no século V. O concílio procurou resolver uma diferença entre alguns bispos em referência à divindade e à humanidade de Jesus. A Bíblia apresenta Jesus como Deus que se fez carne (João 1:1,14). Várias pessoas têm tentado separar essas duas características de Jesus Cristo, às vezes sugerindo que fosse duas pessoas distintas, uma espiritual e a outra carnal. Não contentes com as afirmações das Escrituras, alguns homens procuram explicar detalhadamente coisas que Deus não revelou (veja Deuteronômio 29:29). O resultado, freqüentemente, é que um extremo falso provoca uma reação igualmente errada, e novas doutrinas nascem.
    Quando teólogos se reuniram em Éfeso, uma cidade conhecida por sua exaltação de uma deidade feminina (veja Atos 19:23-41), não se contentaram em estudar o que as Escrituras dizem sobre a humanidade e a divindade de Jesus Cristo. Para defender o fato que Jesus é Deus, eles argumentaram assim: "Emanuel realmente é Deus, e a santa Virgem é, portanto, Mãe de Deus" (John A. Hardon, S.J., The Catholic Catechism, 135). Superficialmente, a lógica parece válida, e assim foi oficializado o dogma de "Theotokos" (Mãe de Deus), uma doutrina que não se encontra na Bíblia.


    Tentativas posteriores de exaltar Maria a uma posição glorificada dentro do catolicismo podem ser observadas na doutrina da “imaculada conceição". Esta doutrina foi pronunciada e definida por Pio IX em 1854 - que a Bendita Virgem Maria "no primeiro instante de sua concepção...foi preservada isenta de toda mancha do pecado original." (The Catholic Encyclopedia, vol. 7, p. 674 alto “Immaculate conception.” Este ensinamento pode parecer que é apenas um esforço posterior de fazer Maria parecer ainda mais com a deusa do paganismo, pois nos antigos mitos, a deusa foi criada como tendo uma concepção sobrenatural! As histórias variam, mas todas falam de acontecimentos sobrenaturais em conexão com sua entrada no mundo, que ela era superior aos demais mortais, que era divina. Pouco a pouco, de modo que os ensinamentos a respeito de Maria não parecessem inferiores aos da deusa-mãe, foi necessário ensinar que a entrada de Maria neste mundo envolveu também um elemento sobrenatural!

    A doutrina de que Maria nasceu sem a mancha do pecado original e escriturística? Responderemos a isto nas palavras da própria The Catholic Encyclopedia: "Nenhuma prova direta, ou categórica e estrita do dogma pode ser encontrada nas Escrituras: ' É indicado, antes, que estas idéias foram um desenvolvimento gradual dentro da igreja. (Ibid., p. 675.).
    Depois dessa, vieram várias outras novas doutrinas sobre Maria. Não contentes com as afirmações bíblicas que Maria continuou virgem até o nascimento de Jesus, acrescentaram a doutrina da virgindade perpétua dela. Tentando defender a pureza de Maria enquanto negavam a inocência e pureza de todas as crianças, inventaram a noção da imaculada conceição, que se tornou dogma no século XIX. Em 1950, Pio XII tomou mais um passo, segundo a vontade de milhões de católicos, quando afirmou como dogma a crença da Assunção de Maria ao céu. Agora, no início do século XXI, o Vaticano está sendo bombardeado com petições para exaltar Maria ainda mais. Por enquanto, não foi decidido se Roma ordenará que Maria seja vista como co-redentora, ao lado de Jesus.
    Um notável escritor, Alfonso de Liguori, católico, escreveu, extensamente, dizendo quão mais eficiente são as orações dirigidas a Maria do que as que são dirigidas a Jesus Cristo. Liguori, acidentalmente, foi canonizado como um "santo" pelo papa Gregório XIV em 1839 e foi declarado "doutor" da igreja católica pelo papa Pio IV. Em uma porção dos seus escritos, ele descreveu uma cena imaginária na qual um homem pecador viu duas escadas suspensas do céu. Maria estava no topo de uma; Jesus no topo da outra. Quando o pecador tentou subir por uma das escadas viu o rosto irado de Cristo e caiu vencido. Mas, quando subiu a escada de Maria, subiu com facilidade e foi abertamente recebido por Maria que o levou ao céu e apresentou-o a Cristo! Daí em diante tudo estava bem. A história tinha a intenção de mostrar quão mais fácil e mais eficiente é ir a Cristo através de Maria. (Boettner, Roman Catholicism, p. 147). O mesmo escritor disse que o pecador que se aventurar a ir diretamente a Cristo poderá enfrentar o terror de sua ira. Mas, se ele rezar para a Virgem, ela terá apenas de "mostrar" ao filho "os peitos que o amamentaram" e sua ira será imediatamente amenizada! (Hislop, The Two Babylons, p. 158). Tal raciocínio está em conflito direto com um exemplo escriturístico. "Bem-aventurado o ventre que te trouxe", disse uma mulher a Jesus, "e os peitos em que mamaste!" Mas Jesus respondeu, "Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam" (Lucas 11.27,28).
    Indo diretamente às Escrituras, não somente não existe qualquer prova para a idéia da Imaculada conceição de Maria, como existe evidência do contrário. Apesar de ter sido um vaso escolhido do Senhor, uma mulher virtuosa e piedosa - uma virgem - ela foi tão humana como qualquer outro membro da família de Adão. "Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" (Rm. 3.23), sendo a única exceção o próprio Jesus Cristo. Como qualquer outra pessoa, Maria precisou de um salvador e admitiu isto plenamente quando disse: "E o meu espírito se alegra em Deus meu SALVADOR" (Lucas 1.47).
    Se Maria necessitou de um salvador, ela não era em si mesma uma salvadora. Se necessitou de um salvador, então precisou ser salva, perdoada, e redimida - assim como os outros. O fato é que a divindade de nosso Senhor não dependia de sua mãe ser algum tipo de pessoa exaltada ou divina. Em lugar disto, Ele foi divino porque foi o unigênito filho de Deus. Sua divindade veio de Seu Pai celestial.
    De toda essa história, devemos aprender algumas lições importantes: Não devemos negar nada que a Bíblia afirma sobre Maria, ela foi uma mulher santa, pois, era cumpridora de toda a lei (como uma boa judia), obediente, virtuosa, piedosa, virgem e muito fiel a Deus; mas também não devemos criar ou aceitar doutrinas humanas sobre a mãe de Jesus. Quando refutamos doutrinas falsas, precisamos ter cuidado para não inventar outros ensinamentos igualmente errados. Devemos falar de acordo com as Escrituras, sem acrescentar nada (1 Pedro 4:11; 1 Coríntios 4:6; 2 João 9; Apocalípse 22.18-19).
    Nota Pessoal: quanto à Maria, vejo nela grandes exemplos e modelos para ensinar às mulheres de hoje, respeito muito sua posição e seu nome por ela ter se destacado das demais e ser escolhida a mãe do meu Salvador, mais isto está longe de uma adoração, pois eu ADORO, somente aquele que de seu ventre saiu, a saber Jesus Cristo, o Filho de Deus, o próprio Deus.

    Fonte: estudosdabiblia.net
    “Babilônia: a Religião dos Mistérios *Antiga e Moderna* p. 13-29
    Também as partes em Negrito que são fontes reveladas.
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