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Para Orar e Adorar

sábado, 28 de abril de 2012

Dinâmica 13 para EBD - Desafiando você.

Davi e Golias
Olá querido(a) Professor(a);
Mais uma vez temos a oportunidade de juntos somarmos para o reino de Deus, nesta tarefa honrosa que é de ensinar.
Passo a compartilhar com vocês um excelente quebra cabeças para a garotada. 
  • Este desafio pode ser feito em duplas ou por equipes.
  • Ele visa compartilhar com o seu aluno a visão que ele nunca está sozinho em meio aos desafios e às lutas, pois, sempre vai haver alguém para ajudá-lo a transpor os momentos difíceis, os obstáculos.
  • Vale ressaltar que mesmo que ele esteja sozinho, Deus sempre estará com ele para o ajudar a transpor os obstáculos e ou as dificuldades.
Querido(a) professor(a);
Não desanime. Lute, ore, conquiste os seus alunos. Essa nobre missão não é para qualquer um que queira, é somente para os escolhidos. Deus escolheu você. Ele tem te capacitado. 
Leia 10 vezes e medite nesse texto: Atos 8.26-40, principalmente os versículos 30 e 31. 
Atos 8.30-31 "Correndo Filipe, ouviu-o ler o profeta Isaías e perguntou: Compreendes o que vens lendo? Ele respondeu: Como poderei entender, se alguém não me explicar? E convidou Filipe a subir e a sentar-se junto a ele."
Até a nossa próxima oportunidade em o nome de Jesus;
Abraços;
Silberty Faria.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Moça, não namore um crente...




Moça, não namore um crente... Se o único critério que este crente preenche em sua vida é o de estar enquadrado no mandamento bíblico que condena o jugo desigual (2Coríntios 6.14-18): seu namoro produzirá um jugo de sofrimento, mesmo ao lado de um crente – simplesmente porque ele não significa nada além disso para você; simplesmente ele quer namorar com você por ser crente e você ser crente, nada mais do que isso, seria só para cumprir um mandamento mesmo e não ser reprovado por nenhum líder;

Moça, não namore um crente... Se esse “crente” é apenas um frequentador de Igreja, sem vida com Deus - aliás, nem dá para chamar uma pessoa assim de crente - seria a mesma coisa que namorar um incrédulo e você estaria sujeita ao jugo de alguém não-regenerado; existe muita diferença entre ser um frequentador de igreja e ser uma pessoa convertida;

Moça, não namore um crente... Se, apesar deste crente ser um verdadeiro homem de Deus, não há amor entre vocês –  não basta apenas um homem e uma mulher de Deus para construir um relacionamento feliz: é necessário que eles se amem; é necessário que verdadeiramente eles sejam guiados pelo espírito santo, é necessário que você olhe além da aparência e esteja sensível para o que o Espírito Santo te mostrar;

Moça, não namore um crente... Se sua decisão está baseada no que ele faz ministerialmente (louvar, pregar, exercer dons espirituais), mas deixa de considerar a pessoa por trás da ministração; não é só o óleo que desce que é importante, o vaso que vai receber o óleo também é importante e precisa ter sido moldado pelo Senhor e também precisa ser uma vaso de honra;

Moça, não namore um crente... Se você deseja fazer de seu namorado não um companheiro, mas uma muleta espiritual, desonerando a si mesma de uma vida de crescimento e comunhão com o Senhor; os dois precisam caminhar juntos, ler juntos (Bíblia e livros edificantes), orar juntos, enfim terem a mesma visão;

Moça, não namore um crente... Se você está fazendo isto apenas para fugir da solidão ou de seus problemas (namoro não é terapia ocupacional); são comuns casamentos rápidos para fugir de problemas com pais, e isso vai te deixar frustrada, pois a razão verdadeira e única não é o amor. A Bíblia diz que o amor é o maior: 1 Co 13.13;

Moça, não namore um crente... Se este crente, que você pensa em tornar seu namorado, não for capaz de te aceitar, respeitar, compreender e te fazer bem; o respeito muitas vezes tende a ser perdido no namoro, não aceite isso nunca, não deixe seu namorado te defraudar, e se ele pedir uma prova de amor, dê para ele um Bíblia de presente e apresente Jesus para ele; quer uma prova de amor maior do que essa? Jesus é a expressão máxima do amor;

Moça, não namore um crente... Se este crente for incapaz de ser seu melhor amigo e vocês forem incapazes de conversar e desabafar sobre todos os assuntos; antes de ser namorado, noivo ou marido tem que ser seu melhor amigo.

Ou seja; moça, só namore um crente se ele se mostrar que é mais, muito mais do que um crente. Tem de ser mais do que alguém que evita jugo desigual. Tem de ser alguém capaz de, estar lado a lado com você e com o Senhor, construir um relacionamento abençoado e abençoador!

No mais, vai orar pra namorar...

Até a próxima em nome de Jesus;
Bjsss;
Silberty Faria.

Fonte: Vitor Gadelha
Adaptado por: Silberty Faria.


O que é Graça?


No Antigo Testamento, a palavra hebraica usada para os escritores sagrados se referirem à graça é chenda raiz primitiva chananser gracioso, misericordioso, mostrar favor.

No Novo Testamento, o termo grego para graça é charisdo verbo chairoestar contente, satisfeito; daí a ideia de graça como algo que proporciona alegria, prazer, tanto em quem, de vontade, concede um benefício a outrem, como em quem é favorecido. Sendo assim, teologicamente graça é o favor imerecido, benevolente, espontâneo, amoroso de Deus em favor dos homens. 
É uma manifestação do caráter amoroso de Deus a favor do ser humano sem que este tenha feito algo para merecer. 
É algo que brota espontaneamente do coração benevolente do único e verdadeiro Deus, que é Criador e Pai, e dispôs-se a favorecer, abençoar o homem com o dom da vida, tudo o que este necessita para sobreviver e, mais especificamente, com revelação da verdade que o leva à salvação, à vida eterna e todas as bênçãos relativas.
De acordo com o Léxico Grego de Strong, graça diz respeito à "bondade misericordiosa pela qual Deus, exercendo sua santa influência sobre as almas, volta-as para Cristo, guardando, fortalecendo, fazendo com que cresçam na fé cristã, conhecimento, afeição, e desperta-as ao exercício das virtudes cristãs". 
Tendo em vista esse conceito, muitas vezes, quando se fala de graça, logo vem à mente Jesus. Isto porque, de fato, Ele é a expressão máxima da graça, do favor de Deus ao homem, à medida que o verbo divino se fez carne e habitou no meio de nós, tanto para nos revelar o amor e o caráter do Pai, como para expiar o nosso pecado e salvar-nos da perdição eterna, religando-nos ao Criador e concedendo-nos vida eterna.
O autor da Carta ao Hebreus observou que: "Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo. Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas,". (Hebreus 1.1-3)
Jesus é a expressa imagem da pessoa de Deus, é o resplendor da sua glória.

Até a próxima em nome de Jesus;
Bjss;
Silberty Faria.


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Dinâmica 12 para EBD - Quem sou eu?


Olá querido(a) professor (a); 


Bom começamos mais um ano de atividades, é hora de arregaçar as mangas e trabalhar para Jesus. Chega de férias.


Para começar o ano com focos, metas, alvos, objetivos, eu aconselho a leitura do livro "Socorro ! Meus Alunos Sumiram ! Autor Ray Johnston Editora Betânia."


Tente criar um ambiente o mais parecido possível com um ambiente escolar. Faça uma lista de material, distribua para os pais, peça ajuda à Igreja. 
Faça planejamento de aula, decore a sala, se você já é professor secular então sabe do que eu estou falando, se você não é professor secular e se não tem nenhum curso, então busque dicas com professores escolares.


Para começar bem o ano, vai aqui uma dica de uma dinâmica fantástica para que você possa conhecer seus alunos e para que seus alunos se conheçam melhor.


Quem sou eu?

  • Material necessário:
Tesourinha sem ponta, folha de chamex, cola, jornalzinho promocional de supermercado, lojas, etc.

  • como fazer:

Peça aos alunos para recortar gravuras, no máximo cinco, para contar a sua história. Essas gravuras devem ser pregadas na folha branca e eles devem dizer o que significa a gravura e em que eles se identificam com a gravura. Peça para eles para colocarem o nome na folha e ler a história na frente da tura se apresentando e contando a história que colaram;  esta folha deve ser levada para casa.

  • Antes da dinâmica trabalhe um texto bíblico, falando sobre a necessidade de assumir uma identidade pessoal, e também cristã. Dica de texto bíblico: João 1.19 
  • Que tal levar seus alunos para cantar no final da aula para as demais classes, aqui vai uma sugestão de música:

Abraços a todos e até a próxima em nome de Jesus!!!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Arrependeu-se do que fez? Hora de agir feito gente grande!


Arrependeu-se do que fez? Hora de agir feito gente grande!



Quem nunca agiu por impulso e se arrependeu depois, que atire a primeira pedra! A grande maioria das pessoas certamente já fez algo sem pensar e depois, ao cair em si, percebeu que deveria ter agido de modo diferente ou simplesmente não ter feito nada, pelo menos não naquele momento. Portanto, essa sensação de arrependimento certamente não é privilégio de poucos. 

No entanto, você também provavelmente conhece aquele grupo de pessoas (e talvez até faça parte dele) que vive afirmando aos quatro cantos nunca ter se arrependido de nada do que fez! Os mais poéticos, inclusive, arriscam completar com “somente do que deixou de fazer”. 

Respeitando as singularidades e lembrando que não existe um jeito certo e um jeito errado de ser, devo dizer que, particularmente, não acredito que arrepender-se seja ruim ou sinal de falta de personalidade, como este grupo faz parecer. Pelo contrário, penso que denota boa dose de consciência. Demonstra que, se fosse possível, a pessoa teria agido com mais prudência, equilíbrio e coerência. 

Bem, mas arrepender-se não basta! É preciso tentar consertar o estrago que você causou. Primeiramente, vale procurar os atingidos e desculpar-se, lembrando que um pedido de desculpa pode ser aceito ou recusado, e você terá de lidar com isso. 

É aí que a situação pode complicar. Quando você magoa ou prejudica alguém que decide não te desculpar, aquele gosto amargo do arrependimento parece teimar em não sair de você. Neste caso, o que fazer? 

O fato de você ter deixado claro que se arrependeu é um ótimo começo, sobretudo uma baita responsabilidade, porque arrependimento tem de ser sinônimo de aprendizado. Tem de significar que você fará de tudo para não cometer o mesmo erro. Tem de mostrar que você merece uma segunda chance. 

De todo modo, ainda assim, o outro pode não conseguir te perdoar. Isso se chama “consequência”. Tudo o que fazemos na vida nos rende consequências. Umas boas, outras nem tanto. E ingressamos na vida adulta com méritos justamente quando aprendemos a crescer e nos tornar melhores, especialmente com nossos próprios equívocos. 

Enfim, arrependimento não conserta o que foi quebrado, não desfaz o que foi feito e não garante que você seja perdoado. Ainda assim, é possível superar a dor que ele causa. É possível transformá-lo em algo bom. E, acima de tudo, deve ser um convite ao autoperdão! Até porque se você mesmo não se perdoar, terminará empacado numa espécie de buraco, sem conseguir seguir adiante. Sem conseguir crescer.

Por essas e outras, além de se perdoar, que tal – a partir de agora – ser mais tolerante, gentil e compreensivo diante do erro do outro? Estou certa de que todos nós só temos a ganhar!

Este artigo foi escrito por:

Dra. Rosana Braga
Consultora 



A Bíblia diz em Provérbios 6.15b e 29.15b  "será quebrantado, sem que haja cura." Muitas vezes existe o perdão, existe o choro, existe o sacrifício,enfim existe o quebrantamento, portanto muitas vezes a cura não vem. Sempre voltamos a sofrer, temos amargura no coração, porque não houve uma transformação de dentro para fora. Assim sendo, precisamos ser curados, transformados, lavados, com um lavar regenerador e renovador do Espírito Santo 
(Tito 3.4-7 "Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador, a fim de que, justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna.")

Abraços; 
Silberty

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Cuidado com os ladrões do tempo neste novo ano. Quem são estes ladrões?


Nós temos 525.600 minutos neste ano. Com muita oração, nós podemos começar a remir o tempo, antes que percamos um único e precioso minuto.
Por Richard Doebler

Era um daqueles momentos cruciais: um momento de iluminação. Eu tinha dezoito anos e queria entreter meu irmão de cinco anos. Por isso, eu me ofereci para levá-lo para um passeio em um parque de diversões. Com vinte e um dólares na carteira, eu era o típico irmão mais velho.

Ao atravessarmos pelo portão de entrada, passamos pela fazendinha, pelos celeiros, pelas barracas de pipoca e cachorro-quente, lojas de doces e roupas. Nós tínhamos uma coisa em nossa mente: as voltas da roda gigante. Os giros da roda gigante haviam marcado nosso destino àquele lugar.

Infelizmente, nós não fomos até ela. Uma distração nos tirou do nosso caminho.

Após passar pela área de jogos, escutei alguém me chamar. Pelo menos eu acho que escutei. Dei uma olhada ao meu redor para ver se identificava aquele que me chamava, e um homem acenou para mim de dentro de uma cabine.

Isso é suficiente para eu dizer que em cinco minutos ele já tinha ganhado boa parte do meu dinheiro, e ainda faltavam cinco pontos para eu ganhar um panda de pelúcia.

Foi quando eu me dei conta do que havia acontecido. Eu estava chateado com o vendedor na cabine. Contudo, estava ainda mais chateado comigo mesmo. Eu perdi 17 dólares e muitas voltas na roda gigante com meu irmão. Todavia, aprendi uma lição: distrações podem te levar a perder o foco de seus planos.

A Bíblia nos orienta a vivermos com prudência, aproveitando as oportunidades e procurando fazer a vontade de Deus: “Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus. Por esta razão, não vos torneis insensatos, mas procurai compreender qual a vontade do Senhor” (Ef 5.:15-17).

Três princípios fundamentais emergem destes versos:

1. Conheça seu destino – Descubra a vontade de Deus e seus propósitos, e você usará seu tempo de forma mais efetiva. Se Deus nos quer em Dallas, é uma perda de tempo estarmos no Grand Canyon ou na face rochosa do monte Ruchmore.

Constantemente gastamos meses ou até mesmo anos dirigindo-nos a um lugar quando, na verdade, Deus está claramente nos orientando para outra direção. Discorrer sobre o conhecimento da vontade de Deus é mais fácil do que, de fato, conhecer sua vontade. Isto, porque o conhecimento de sua vontade exige discernimento. Exige oração. Exige os insights de um espiritual e inteligente amigo que nos conhece o suficiente e que reconhece o trabalho de Deus em nós.

Agora, diante do começo de um novo ano, separe um tempo para considerar seus destinos e os destinos de seu ministério. Quais suas impressões acerca da direção de Deus para seu ministério? É esta a direção que você tem em mente e pretende seguir? Você está animado com ela? Ela está suficientemente clara em sua mente?

Esta é a hora de corrigir seu caminho parcialmente ou de mudá-lo por completo.

2. Aproveite ao máximo cada oportunidade – Bear Bryant, famoso técnico de futebol americano do Alabama falou sobre seus primeiros momentos como treinador do Kentucky. Seu time deixou a bola cair em frente do banco e, no meio da confusão, alguém deu um chute em uma caixa na qual havia outras oito bolas. Como resultado daquele alvoroço, o time do Tennessee estava com a posse de cinco bolas e o do Kentucky com quatro. Os juízes, por isso, deram a posse de bola para o time do Tennessee. Moral da história: quando a bola vier em sua direção, agarre-a. Aproveite as oportunidades quando elas aparecerem.

Nós podemos criar oportunidades quando necessário, mas às vezes, quando as criamos, acabamos nos distanciando do que Deus deseja de nós. Se, ao invés disso, estabelecermos como objetivo abraçar as oportunidades que nos aparecem, pouparemos tempo e estaremos mais propensos a fazer a vontade de Deus.

Existem oportunidades que você ou seu ministério falharam ao deixarem de abraçá-la? Quais oportunidades estão diante de você agora, que você ainda não conseguiu enxergar como uma chance de Deus para sua vida?

3. Tome cuidado com a forma pela qual você vive – Por prudência, agora eu não mais me distraio com locutores e vendedores em cabines nos parques de diversão. Contudo, necessidades urgentes ainda tentam me distrair de meus principais propósitos e planos. Muitos pregadores reclamam que pessoas com seus problemas acabam roubando seu tempo de preparo de um sermão e que questões organizacionais os distraem no exercício de seu ministério.

Quando organizarmos nosso tempo de forma eficaz, nós trabalharemos sem permitir que as urgências tomem tempo das prioridades. Isso exige de nós capacidade de identificarmos o que é prioritário em nossas vidas e força de vontade para dizermos “não” àquilo que nos interrompe e que sabemos não fazer parte dos propósitos divinos.

Invista alguns minutos para identificar as tarefas prioritárias em seu ministério. O que você está fazendo para protegê-las e para guardar o tempo que você precisa para cumprir seu chamado? Quem você pode chamar para ajudar-lhe a manter-se focado no que é central?

Nós temos 525.600 minutos neste ano. Com muita oração, nós podemos começar a remir o tempo, antes que percamos um único e precioso minuto.


Richard Doebler é pastor em Cloquet, Minnesota. 
Copyright © 2012 por Christianity Today International 
(Traduzido por Daniel Leite Guanaes)


Os ladrões do tempo:
Os fatores de desperdício de tempo, popularmente conhecidos como “ladrões de tempo” reduzem nossa produtividade diária comprometendo o cumprimento de nossas metas, além de nos causar stress, pois nos sentimos amarrados e com aquela sensação de não ter feito nada do que havíamos previsto.
Veja se você identifica algum deles na sua rotina diária:
Interrupções: Acontecem por telefone, e-mail ou visitam você pessoalmente.
Comunicação Deficiente: Ocorre quando responsabilidades e autoridade não estão definidas com clareza na empresa ou quando há subordinados em excesso.
Reuniões: Algumas são desnecessárias e agendadas sem critério. Duram muito tempo, tornam-se evasivas e não geram resultados.
Telefone: Imprescindível na vida moderna, e talvez o maior vilão das interrupções e, por conseguinte, numa das fontes mais significativas de desperdício de tempo.
Celular: Na mesma proporção que agiliza as comunicações, também atua como agente de interrupções, invadindo inclusive sua privacidade.
E-mail: Substitui o telefone com objetividade. Entretanto, quando utilizado sem critério, torna-se fonte de interrupções, mal-entendidos e até disputas judiciais.
Internet e Intranet: São instrumentos importantes para acelerar a comunicação e busca de informações. Mas, também quando utilizado sem critério torna-se um ladrão de tempo.

Abraços; Silberty.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Ano Novo significa vida nova?


Vem chegando mais um fim de ano e a expectativa de mais um ano que vai se iniciar. 
A expectativa para o Ano Novo tem a mesma euforia do Natal. A maior expectativa é a de mudanças. Esperamos mudanças em todas as áreas, mais o que mais vemos são pedidos na área do amor, prosperidade e felicidade.

Eu acho que a maior mudança sempre acontece de dentro para fora, portanto se você espera que 2012 seja diferente é preciso que você tome atitudes e comece a agir diferente. Mudanças não acontecem por magia e sim por atitudes.

Uma das maiores dificuldades que temos é de esperar chegar o primeiro dia do ano para mudarmos e isso geralmente não funciona. Mudanças se constroem e se renovam a cada dia, e a Bíblia diz que é de glória em glória, isto é: de degrau em degrau, um passo de cada vez. 

Dois verbos que gosto muito dentro da Bíblia são: permanecer e perseverar. Se você pudesse fazer um pedido na passagem de ano com a certeza de que ele iria se realizar, o que pediria? 

Vivas ao Ano Novo que está chegando e junto com ele almeje chegar também a confraternização, o amor, a fé, a esperança, mais não se esqueça que o maior é o amor. (1 Coríntios 13.13).

Não se iluda! Trabalhe, se esforce por acontecer. As coisas não vem embrulhadas num papel de presente na sua porta. O Senhor Deus nos diz que é pelo suor do rosto que comeremos o nosso pão (Gênesis3.19). 

 Feliz 2012
 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O fim é o começo ou o começo é o fim?


Rosa vermelha Bom dia, flor do dia! Rosa vermelha

Olá, bom dia... Como é bom estar com você mais uma vez e poder dizer que você é especial, que você é importante para mim. 
Amanhece mais um dia e com ele renasce a esperança de que tudo vai dar certo. Para muitos quando chega o fim, simplesmente acabou. Para outros o fim chega bem antes; logo no início sabemos que nada vai dar certo. Mais afinal de contas, eu pergunto: "O fim é o começo ou o começo é o fim?" 

Começar de novo, já fala, já diz tudo: começar já vem do novo.

Expectativa para o fim do ano, promessas são muitas: aproveitar o ano novo, apagar tudo, tocar fogo em lembranças, buscar novas chances, esquecer de tudo, mudar tudo que parece preso dentro do coração, roupas novas, um rosto novo, corte de cabelo novo, um mundo novo, cores novas, palavras novas, buscar novidades, lavar a minha alma...

Muitas vezes queremos acreditar que nada nunca aconteceu, por isso não queremos guardar fotos e nem cartas, muito menos palavras e olhares. Melhor mesmo é guardar tudo para depois, porque construímos o futuro sobre o alicerce do passado, por isso o passado é importante. Deixe para trás as mágoas e os ressentimentos, mais de maneira nenhuma deixe para trás as velhas amizades.

Ei, flor. Tudo o que tem te incomodado são coisas que não existem mais e todos os motivos que te fazem chorar já não importam mais, já não fazem parte da sua vida, são coisas que já foram embora e o interessante é que muitas saíram sem nem mesmo dizer adeus. Não quer mais? Então guarde! Concordo que as vezes, o melhor mesmo é guardar longe, para que quando recuar, você tenha um motivo para pegar um impulso e dar um grande salto para um novo começo, para começar de novo.

Ei flor, nem tudo na vida precisa terminar para que a gente possa começar de novo.

Jesus disse em Mateus 28.20 "E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século."

Tenha um excelente dia e uma excelente semana em Nome de Jesus. Diga para quem está do seu lado: Eu te Amo. Você é importante para mim! Não deixe faltar a luz de Jesus em sua vida.

Abraço pela esquerda Abraços; Abraço pela direita
Silberty.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Dizer eu te amo é coisa séria

Dizer eu te amo é coisa séria

Dizer eu te amo é coisa séria

"O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos. Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino. Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; então, veremos face a face. Agora, conheço em parte; então, conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor."
1Co13.4-13

Uns 20, 30 anos atrás, em geral nem os pais costumavam declarar com todas as letras o quanto amavam seus filhos. Amavam, sim. E muito! Mas não diziam. Apenas demonstravam, na maioria das vezes! Entre os casais, então, o tão esperado eu te amo costumava ser dito e repetido somente na fase da paixão, e olhe lá, com digamos, excessiva cautela.

Olhar nos olhos de alguém e dizer eu te amo costumava equivaler como selar um compromisso. A pessoa teria que, de fato, tornar-se responsável por quem cativou, como imortalizou Saint Exupery em seu maravilhoso livro O Pequeno Príncipe.

Mas como sabemos, as gerações se complementam, a cultura é dinâmica e os tempos mudam. Hoje, essa declaração chega a ser quase como um cumprimento diário, em muitos casos. Os adolescentes, então, esfuziantes que são, não se cansam de se declarar aos amigos, ficantes e namorados todo o amor que têm pra dar!

Há quem considere essa prática um abuso, sem sentido e sem consistência. Banalizaram os sentimentos, justificam-se os mais críticos e reservados. Em alguns casos, pode até ser, mas não apostaria nesta conclusão assim, tão precipitadamente.

Claro que tem gente que fala sem sequer imaginar como é que se sente e, principalmente, como é que se pratica o amor de verdade. Essas pessoas, sim, certamente estão desconsiderando a profundidade e responsabilidade que o amor pede. E quando é assim, concordo: é preciso um tantinho de pudor com o amor, porque é coisa séria!

Por outro lado, embora seja coisa séria, também acredito que deva ser coisa leve, gostosa, espontânea, fluida. E sendo assim, talvez não precisemos resistir tanto às declarações, embora devamos, sim e sempre, fazê-las de modo sincero e consciente, sabendo o que estamos dizendo.

Resumindo: é possível amar muito mesmo! E que bom que seja assim. Mas vale lembrar que uma declaração, quando feita em alto e bom som, toca o outro e gera nele uma expectativa (ou várias). O modo como você diz eu te amo pode ser compreendido de diversas formas, dependendo de quem ouve.

Portanto, mais do que ficar julgando a quantidade de vezes que as pessoas têm declarado seu amor, penso que o importante é sugerir uma reflexão: além das palavras, de que forma temos demonstrado amor? Temos sido pacientes e tolerantes com nossos amados? Temos ouvido o que eles dizem e nos interessado pelo que eles sentem? Temos nos disponibilizado para fazê-los felizes?

Imperfeitos que somos, certamente cometeremos erros, mesmo amando. Mas se nos tornarmos e nos mantivermos atentos agora, hoje, e durante o maior tempo que conseguirmos, talvez consigamos compreender que dizer eu te amo é como colocar um lindo laço sobre um presente. Muito bom! Mas o presente sempre é o que somos. E somos, fundamentalmente, o que fazemos, muito mais do que o que falamos. Tal qual, sabiamente, escreveu Ralph Waldo Emerson: O que você faz fala tão alto que não consigo escutar o que você diz.

Este artigo foi escrito por: Dra. Rosana Braga

Se o suicídio é um pecado, por que Deus abençoou Sansão por tê-lo cometido?


JUÍZES 16:26-30 - Se o suicídio é um pecado, por que Deus abençoou Sansão por tê-lo cometido?
PROBLEMA: O suicídio é uma forma de assassinato e Deus disse: "Não matarás" (Êx 20:13). Há muitos casos de suicídio na Bíblia (veja os comentários de 1 Samuel 31:4) e nenhum deles recebeu aprovação do Deus. Contudo, Sansão cometeu suicídio com o aparente consentimento do Senhor.
SOLUÇÃO: Sansão não tirou a sua vida; ele sacrificou-se por seu povo. Há uma grande diferença. Jonas orou: “Peço-te, pois, ó Senhor, tira-me a vida, porque melhor me é morrer do que viver" (Jn 4:3). Mas Jonas nunca tirou a sua vida. O suicídio é um ato "para si mesmo". O que Sansão fez foi entregar a sua vida pelos outros - pelo seu povo. O ato de Sansão foi um ato de suicídio tanto quanto o foi o ato de Cristo, quando este disse: "dou a minha vida" (Jo 10:15), porque "o bom pastor dá a vida pelas ovelhas" (Jo 10:11). Com efeito, "ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos" (Jo 15:13).
É claro que nem toda aparente morte "pelos outros" é realmente um ato de amor. Paulo deixou isso evidente no seu grande capítulo acerca do amor: "e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará" (1 Co 13:3). Até mesmo um mártir pode morrer sem que haja amor, mas numa obstinada entrega a uma causa centralizada na sua própria pessoa. Saul optou pela morte, dizendo: "para que porventura não venham estes incircuncisos, e me traspassem e escarneçam de mim" (1 Sm 31:4). Abimeleque procurou a morte, e disse a seu escudeiro: "mata-me, para que não se diga de mim: Mulher o matou" (Jz 9:54).
Em contraste, Sansão pediu permissão a Deus para morrer, e orou: "Morra eu com os filisteus" (Jz 16:30). Deus acedeu ao seu pedido, "e foram mais os que matou na sua morte do que os que matara na sua vida" (v. 30). Paulo também desejou "ser anátema, separado de Cristo, por amor de" seus irmãos (Rm 9:3). O soldado que se atira sobre uma granada para salvar a vida de seus companheiros não está tirando a sua vida, não está se suicidando; ele está dando a sua vida pelos outros. De igual modo, Cristo não cometeu suicídio, tendo ele vindo para "dar a sua vida em resgate por muitos" (Mc 10:45).
 Até a nossa próxima oportunidade em Nome de Jesus. Não deixe faltar a luz de Jesus em sua vida.
Abraços; Silberty.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Deus fica irado?



NAUM 1:2 - "O SENHOR é Deus zeloso e vingador, o SENHOR é vingador e cheio de ira; o SENHOR toma vingança contra os seus adversários e reserva indignação para os seus inimigos."

PROBLEMA: Naum declara que Deus é "vingador e cheio de ira". Com efeito, Deus freqüentemente é apresentado na Bíblia como quem fica irado (cf. Is 26:20; Jr 4:8). Ao mesmo tempo, a Bíblia recomenda aos cientes que não fiquem irados, por ser isso pecado (cf. Gl 5:20). Mas, se é pecado, como Deus pode irar-se, então?

SOLUÇÃO: A ira em si não é pecado. Depende do propósito, da natureza e/ou do objeto da ira. Até mesmo Jesus, o nosso perfeito exemplo em conduta moral, ficou irado diante do pecado (cf. Mt 23:15-36). Paulo exortou-nos: "Irai-vos, e não pequeis" (Ef 4:26).

Em resumo, devemos irar-nos diante do pecado, mas não devemos pecar em nossa ira. O problema com a ira humana, mesmo no bom sentido da ira diante do pecado, é que é fácil levá-la longe demais, de modo a pecar. Diferentemente de Deus, que é "tardio em irar-se" (Ne 9:17), com freqüência nos apressamos em nossa ira. Em resumo, temos uma ira que é boa e outra que é má:
  
A BOA IRA
A IRA MÁ

Diante do pecado

Contra o pecado
Expressa com justiça
Sendo tardio no irar-se
Feita em justiça

Diante de sofrer um pecado
Contra os pecadores
Expressa injustamente
Sendo rápido no irar-se
Feita em retaliação


Fonte:  MANUAL POPULAR de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia - 
Norman Geisler - Thomas Howe
  Pag.: 198

Abraços; Silberty



segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Gênesis 2.1 - Como o mundo pôde ser criado em seis dias?

GÊNESIS 2:1 - Como o mundo pôde ser criado em seis dias?
PROBLEMA: A Bíblia diz que Deus criou o mundo em seis dias (Êx 20:11). Mas a ciência moderna declara que isso levou bilhões de anos. As duas posições não podem ser verdadeiras.
SOLUÇÃO: Há basicamente duas maneiras para superar esta dificuldade.
Primeiro, alguns eruditos argumentam que a ciência moderna não está certa. Insistem em dizer que o universo tem apenas alguns milhares de anos e que Deus criou todas as coisas em seis dias literais (6 dias de 24 horas, ou seja, 144 horas). 
Para sustentar esta posição, eles apresentam os seguintes pontos:
1.   Cada dia do Gênesis tem "tarde e manhã" (cf. Gn 1:5,8,19,23,31), o que é próprio do dia de 24 horas na Bíblia.
2.   Os dias foram numerados (primeiro dia, segundo dia, terceiro dia etc), uma característica peculiar dos dias de 24 horas na Bíblia.
3.   Êxodo 20:11 compara os seis dias da criação com os seis dias de uma semana (literal) de trabalho de 144 horas.
4.   Há evidência científica que suporta uma idade jovem (de milhares de anos) para a Terra.
5.   Não haveria como a vida sobreviver milhões de anos do dia três (1; 11) ao dia quatro (1:14) sem lua.
Outros eruditos da Bíblia afirmam que o universo pode ter bilhões de anos, sem que com isso se esteja sacrificando um entendimento literal de Gênesis 1 e 2. Argumentam que:
1.   Os dias de Gênesis 1 podem ter tido um período de tempo antes da contagem dos dias (antes de Gênesis 1:3), ou um intervalo de tempo entre os dias. Há intervalos em outras partes da Bíblia (como em Mateus 1:8, onde três gerações são omitidas, em comparação com 1 Crônicas 3:11-14).
2.   A mesma palavra hebraica para "dia" (yom) é empregada em Gênesis 1 e 2 como um período de tempo maior que 24 horas. Por exemplo, Gênesis 2:4 faz uso desta palavra no sentido do período total da criação de seis dias.
3.   Às vezes a Bíblia emprega a palavra "dia" para longos períodos de tempo: "Um dia é como mil anos" (2 Pe 3:8; cf. SI 90:4).
4.   Há alguns indícios em Gênesis 1 e 2 de que os dias poderiam ser períodos maiores que 24 horas:
a)   No terceiro "dia" as árvores cresceram da semente à maturidade, e produziram semente        segundo a sua espécie (1:11-12). Esse processo normalmente leva meses ou anos.
b)   No sexto "dia" Adão foi criado, foi dormir, deu nome a todos os (milhares de) animais,        procurou por companhia, foi dormir, e Eva foi criada de sua costela. Tudo isso parece exigir     um tempo bem maior que 24 horas.
c)   A Bíblia diz que Deus "descansou" no sétimo dia (2:2), e que ele ainda está no seu    descanso da criação (Hb 4:4). Assim, o sétimo dia já tem tido uma duração de milhares de       anos. Dessa forma, os outros dias bem que poderiam ter tido milhares de anos também.
5.   Êxodo 20:11 pode estar fazendo simplesmente uma comparação de unidade por unidade dos dias de Gênesis com uma semana de trabalho (de 144 horas), e não uma comparação minuto a minuto.
Conclusão: Não se demonstra contradição alguma em fatos, entre Gênesis 1 e a ciência. Há apenas um conflito de interpretações. Ou os cientistas de hoje em sua maioria estão errados ao insistirem que o mundo tem bilhões de anos, ou então alguns dos intérpretes da Bíblia estão equivocados ao insistirem em dizer que foram apenas 144 horas que durou a criação, ocorrida alguns milhares de anos antes de Cristo, sem intervalos de tempo correspondentes a milhões de anos. Mas, em qualquer dos casos, não se trata de uma questão de inspiração das Escrituras, mas de sua interpretação (em relação a dados científicos).

Fonte: Manual Popular de Dúvidas, Enígmas e "Contradições" da Bíblia Norman Geisler - Thomas Howe - pág. 21
Abraços; Silberty
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