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Para Orar e Adorar

sábado, 16 de outubro de 2010

Dia do Professor


O PROFESSOR 
ESTÁ 
SEMPRE ERRADO!





Quando...
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, chora de "barriga cheia".
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao Colégio, é um "Caxias".
Precisa faltar, é "turista".
Conversa com outros professores, está "malhando" os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó dos alunos.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama à atenção, é um grosso.
Não chama à atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, Não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a "língua" do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, "deu mole".
É, o professor está sempre errado, mas se você conseguiu ler até aqui, agradeça a ele !

Fonte: Jornal do Curso de Pedagogia / PUC-MG

Esta é uma maneira simples e singela que eu tive para homenagear a você querido professor(a). Quando iniciei nesta nobre missão, eu tinha e ainda tenho a certeza do meu chamado e da minha vocação. O Senhor tem me capacitado e me dado alegria para ensinar e faço isso com amor no coração, não para homens mais para o Senhor.
A todos vocês, quero desejar felicidades e faço um apelo ao seu coração para que continue fazendo com zelo e amor. Em Romanos 12.8 diz: "ou o que exorta (ensina) faça-o com dedicação; o que contribui, com liberalidade; o que preside, com diligência; quem exerce misericórdia, com alegria."
*grifo meu
E para alegrar o seu coração, eu quero que você leia comigo o texto que está em Lucas 12.48 b "Mas àquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido;". Este texto tem me dado força para continuar a fazer e a dedicar a cada dia mais e mais nesta nobre missão. 
Parabéns a todos e que Deus continue lhes abençoando em Nome de Jesus;
Abraços, Silberty.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Aborto: Uma Experiência de Perda


Embora ocorrências de aborto sejam descritas na Bíblia, a palavra "aborto" propriamente dita raramente aparece. A palavra hebraica shakol é traduzida por "aborte" em Êxodo 21.22; 23.26. Outras formas são empregadas com relação à perda de bebês. Abortar, experimentar uma perda, é fracassar na oportunidade de carregar uma criança no ventre desde a sua concepção até o nascimento.

Enquanto se desenvolve no ventre materno, um laço emocional entre as crianças e a mãe se forma e se fortalece. O feto reage a estímulos do meio interno e externo (Lc 1.41). A intensidade da dor que se segue ao aborto varia de acordo com a intensidade do laço estabelecido entre os pais e a criança ainda no ventre (Pv 13.12). O aborto sofrido por uma grávida que observava a briga de dois homens foi alvo de severa penalidade (Êx 21.22). A multa proposta pelo pai e imposta pelo juiz era determinada de acordo com o estágio de desenvolvimento do bebê.

Oséias descreveu os "abortos" como uma das conseqüências da desobediência constante e deliberada de Israel à aliança feita com o Senhor (Os 9.13-16). Entretanto, o aborto não era visto como um julgamento às mulheres pecadoras, ao contrário, era mais uma conseqüência da vida num mundo decaído (Rm 5.12,14).

Os pais compartilham a dor da perda e precisam ser confortados por amigos cristãos (Ec 3.4; Rm 12.15; Fp 2.1-2). Eles podem precisar ser lembrados de que o amor de Deus alcança o feto e o que acompanha o desenvolvimento da criança no ventre (Sl 139.13-14). As "crianças que nunca viram a luz" do dia estão descansando (Jó 3.16-17). Mesmo que os bebês não tenham vivido na terra são especiais para Deus (Mc 10.14) e os pais cristãos se reunirão a eles um dia (2Sm 12.23).

Conseqüentemente temos encontrado muitas pessoas nos nossos dias, que experimentaram o aborto, como decisão para "consertar" uma gravidez precoce. Não podemos concertar um erro com outro erro. 

Certa vez ouvi um pastor contar uma ilustração de uma mulher que foi atacada e estuprada quando vinha de um culto evangélico, e por causa deste ato ela engravidou. A família sugeriu que ela abortasse, muitas pessoas deram conselhos para que ela abortasse, mas ela como uma serva de Deus, decidiu ter a criança. Todos os dias orava e ministrava em seu ventre as bênçãos de Deus. Ela colocava a mão sobre a barriga e cantava hinos de louvores a Deus e profetizava que a criança que ia nascer seria um pregador do Evangelho. Quando a criança nasceu ele deu glórias a Deus, a criança cresceu indo para igreja e seguindo o exemplo de sua mãe e hoje é um dos maiores pregadores do Evangelho nos Estados Unidos.

Até a próxima em Nome de Jesus;

Abraços;

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Estupro: A Violência Máxima

A mulher que passa por um estupro deve sentir o mesmo tipo de medo que a concubina do levita sentiu ao ser violentada (Jz 19.23-26).
O estupro não resulta necessariamente em morte, mas quase todas as vítimas sentem como se algo dentro delas tivesse morrido.
Por algum tempo, podem ter pesadelos; severos e prolongados sentimentos de pavor e baixa autoestima.
A vítima de estupro deve ser encorajada a lembrar da promessa de Deus de jamais deixá-la ou abandoná-la (Is 41.10; Hb 13.5-6). 
Ela deve buscar conforto e cura em Deus e também junto a outros cristãos verdadeiros (2Co 1.3-4).
Deve também descobrir um modo de lidar com a raiva contra seu agressor, pois se negá-la ou enterrá-la no seu coração ou se concentrar na vingança, estará correndo o risco de pecar (Hb 12.14-16). Por outro lado, se perdoar o ofensor, estará aberta à recuperação e ao crescimento espiritual (Mt 6.14-15).
O processo de cura não é fácil e leva tempo, mas assim como a vítima de um estupro aprende a confiar em Deus para fortalecê-la e curá-la, aprenderá também que sua experiência pode ser usada
para a honra e a glória de Deus, talvez, até mesmo, compartilhando com outras vítimas a cura recebida de Deus.
Enquanto a vítima se calar, ela adoece e morre junto com seus sonhos e projetos.
Este é um assunto que fica escondido dentro das igrejas e às vezes fica bem longe de nossas orações.
Seria um bom assunto para algumas pregações, pois, dentro de nossas igrejas pode ter uma ou mais vítimas de estupro ou abuso sexual, se sentindo sujas, em pecado ou simplesmente não sabem como agir. 
Às vezes numa pregação surge um conselho e a vítima, sem sabermos, é orientada pelo Espírito Santo de Deus a tomar uma atitude.
Tenho bem perto de mim uma destas situações, onde a vítima resolveu conversar, contar tudo e perdoar e hoje é uma serva de Deus abençoada, sem traumas e uma linda e ótima esposa.
Se você, caro leitor(a), precisa de um conselho especial nesta área, de estupro e ou abuso sexual, entre em contato conosco, eu e minha esposa estamos prontos para te dar um conselho vindo da parte de Deus. Seu assunto será mantido e tratado com o mais absoluto sigilo. 
Deus abençoe você grandemente.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

O Dilúvio e a Arca de Noé.



O DILÚVIO E A ARCA DE NOÉ.


- O evento do dilúvio, seja como catástrofe natural ou como acontecimento milagroso, foi conduzido por Deus. 
- "As fontes do grande abismo" refere-se a água do mar invadindo a terra, possivelmente com atividade vulcânica como parte do cataclismo. "As comportas do céu se abriram" é a descrição de uma chuva torrencial.
- A data precisa do dilúvio confirma que esse juízo realmente ocorreu na história da humanidade.
- A arca - palavra hebraica (tebah), literalmente significa: caixa ou baú. Esta palavra aparece também em Êxodo 2.3-5, quando Moisés é colocado em um "cesto" de juncos. A palavra escolhida enfatiza o caráter de proteção e refúgio da arca. O tipo de madeira usado foi o cipreste.
- A expressão "lembrou-se Deus", nas Escrituras determina uma ação e não um processo mental; quando Deus se lembra, ele age com misericórdia para salvar. Deus mando o vento (hebr. ruach), a mesma palavra usada para o Espírito (Gn 1.2). Após a destruição, Deus recriou, exatamente como fez a partir do caos.
- Ararate, localizado ao leste da atual Armênia, era também conhecido na antiguidade como Uratu. O país é montanhoso, com elevações de cerca de 2.000 m de altitude. O Ararate é o pico mais alto, com 5.200 m; mas o versículo de Gênesis 8.4, não especifica sobre qual montanha a arca finalmente parou.


A CRONOLOGIA DO DILÚVIO
O quê?
Quando?
Quanto durou?
A chuva começou (Gn 7.11)
Aos 600 anos, 2 meses e l7 dias de Noé.
Chuva: 40 dias e 40 noites.
A água permaneceu (Gn 7.24)
150 dias.



Duração do dilúvio: 05 meses de 30 dias cada.
A água diminuiu (Gn 8.3)
Ao final dos 150 dias.
A arca parou (Gn 8.4)
Aos 600 anos, 7 meses e 17 dias de Moé.
Os topos das montanhas ficaram visíveis (Gn 8.5)
10º mês, 1º dia.
Arca parada: 2 meses e 13 dias.
Noé enviou o corvo (Gn 8.7)
40 dias depois.
Arca parada: 3 meses  e 23 dias.
Noé enviou a pomba (Gn 8.10)
7 dias depois.
Arca parada: 4 meses.
Noé enviou a pomba novamente (Gn 8.12)
7 dias depois.
Arca parada: 4 meses e 7 dias.
A água secou (Gn 8.13)

Aos 601 anos, 1 mês e 1 dia de Noé.

Duração do Dilúvio: 365 dias. = 01 Ano solar.
A terra estava seca (Gn 8.14)
Aos 601 anos, 2 meses e 27 dias de Noé.



sábado, 25 de setembro de 2010

Textos Importantes na Bíblia


"É muito fácil criar um Deus à nossa imagem e semelhança e usá-lo para atemorizar e controlar as pessoas" (A. Cury)
Dez mandamentos – Ex 20
Instituição da Páscoa – Ex 12
Passagem Mar Vermelho – Ex 14
Sermão da Montanha – Mt 5;6;7
Oração do Pai Nosso – Mt 6
Instituição da Ceia – Mt 26
Ressurreição de Jesus – Mt 28
O Amor é o Dom Supremo – I Co 13
Os Dons Espirituais – I Co 12;13;14
A Descida do Espírito Santo (Pentecostes) – At 2
O Ide de Jesus – Mt 28.18-20
Instrução quanto à celebração da Ceia do Senhor – I Co 11
O Arrebatamento da Igreja – I Ts 4.13-18
A inspiração Divina da Bíblia – 2 Tm 3.16
A completa confiabilidade da Bíblia – Sl 19.7
A Palavra de Deus: Leia! Estude! Memorize! –2 Tm 2 .15
Arrependimento – Mt 3.1-2; 4.17
Perdão – Mt 18.18-35
Oração e intercessão – Lc 11.2-4
Líderes Espirituais: oram e ensinam – Ef 3.14-21
A Lei da Reciprocidade Divina – Lc 6.38
Não se deve confiar nas riquezas – Fp 4.12-13
Vida Abundante – Jo 10.10
Espíritos Ministradores – Hb 1.14
Os Serafins – Is 6.2
Os Querubins – Gn 3.24
Os Arcanjos – Jd 9
Lúcifer – Is 14.12-14
O marido: protetor e provedor – Is 54.5
Divórcio é o caso de um coração endurecido em relação a Deus – Mt 19.1-9
Batalha Espiritual – Ef 6.10-18
O que a Bíblia diz sobre a homossexualidade? - Rm 1.27
O aborto é errado? - Sl 139.13
Qual a diferença entre adultério e fornicação? - Mt 5.27
Um cristão deveria envolver-se na Política ou no Serviço Militar? - Rm 13.3-4
Quando um cristão deve desobedecer ao governo civil? - Rm 13.7; At 5.27-29
As pessoas precisam ser pobres para ser santas? - Lc 18.22
Como perdoar meus inimigos? Mt 5.43-44
Como posso parar de beber ou de depender de drogas? Rm 13.13-14
Há algo errado em jogar? Lc 4.12
Qual a diferença entre teologia e religião?Religião é vida; Teologia é doutrina (ensino).
Livros Canônicos - inspirados por Deus.
Livros Apócrifos - não foram inspirados por Deus.
Atributos Naturais de Deus - Onisciência, Onipresença, Onipotência, Imutabilidade, Eternidade, Unidade.
Atributos Morais - Santidade, Justiça ou retidão, Amor, verdade.
Trindade - Tríplice manifestação de Deus: Pai, Filho e Espírito Santo
Triunidade - É o tríplice modo da existência de Deus: três em um.
Os Evangelhos:
Mateus Apresenta Jesus como Rei, simbolizado pelo leão: Ez 1.10; Ap 4.7
MarcosApresenta Jesus como Servo, simbolizado pelo boi: Ez 1.10; Ap 4.7
LucasApresenta Jesus como Homem, apontando para sua humanidade: Ez 1.10; Ap 4.7
João Apresenta Jesus como Deus, simbolizado pela águia: Ez 1.10; Ap 4.7

sábado, 18 de setembro de 2010

Dinâmica 4 - para EBD

 CACHO DE UVAS

- Leve para a sala um grande cacho de uva ou dois se necessário.
- Agora vá passando o cacho de uva nas mão de um por um de seus alunos.
- Peça para eles retirarem, cada um, uma uva e não comê-la.
- Desafie um ou mais alunos a colar de novo a uva que foi arrancada...
- Professor (a): você deve passar a seguinte mensagem: é impossível, pois o elemento que a segurava foi totalmente danificado. Vocês sabiam que num relacionamento existem problemas que parece ser impossível voltar a comunhão novamente, por isso é bom que estejamos atentos, pois o perdão e o amor são os únicos recursos que podem unir com perfeição o coração quebrado, ofendido ou magoado. (Não esqueça de interagir nesta mensagem. O interagir é importante para o aprendizado e para que mensagem seja melhor absorvida e gravada).
- Agora solicite que ofereçam a uva a um colega que gostariam de começar uma bela amizade ou reatar um relacionamento partido.
- Use a mensagem de Provérbios 18.24b "... há amigo mais chegado que um irmão". Medite nesta passagem junto com seus alunos, deixe que eles desenvolvam a questão e contem experiências boas e agradáveis com seus verdadeiros amigos. Cuidado para não perder o controle, da aula, limite o testemunho de cada um. Também pode se usar fotos de seus alunos com seus amigos em situações engraçadas e comoventes. (peça antes para que eles tragam estas fotos; se tiver alguém na sala com relacionamentos partidos, providencie fotos destes alunos e coloque na sala, isto vai mover um sentimento de perdão entre eles).
- Quando amamos alguém de verdade, amamos esta pessoa por aquilo que ela é, e não por aquilo que ela faz ou tem.

um verdadeiro amigo é mais chegado que um irmão
Deus o abençoe querido (a) professor (a).



segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Dinâmica 3 - para EBD


- Faça um grande grupo com todos os alunos presentes.
- Professor (a): você deve passar uma mensagem ao ouvido do primeiro e este sucessivamente irá passando um a um até chegar de volta a você.
- Ao falar a frase final que geralmente está bem diferente da frase original; podemos concluir que: tantas dificuldades surgem no relacionamento quando passamos para frente aquilo que não entendemos bem ou que sofreu interferências intencionais, ou resultantes da raiva, tristeza, comodismo, etc...
- Professor (a): apesar desta dinâmica ter um tom de brincadeira e ser bem sadio brincar e sorrir, é necessário que ao final se tome novamente a direção e explique o quanto é importante passar uma informação como se viu ou ouviu.

Nota para o professor (a): Esta atividade ajudará a criança a entender a necessidade de se ter uma vida comprometida com a verdade, com a ética e com a discrição. Ela vai compreender através da reflexão que precisa ter um comportamento discreto em casa, no futuro trabalho, na igreja, na escola, etc... Deixe que seu grupo tenha esta consciência prepare-se bem para esta dinâmica, não force o aprendizado, deixe que elas sozinhas percebam, pois o Espírito Santo também fala ao coração das crianças. Amém!

Sejam abençoados (as), em o nome de Jesus! 

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Dinâmica 2 - para EBD

O PERFUME


- Faça pequeninos lenços de TNT ou papel ofício e escreva II Coríntios 2.15... "Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo." 
- Dobre e perfume estes lenços com água de colônia ou qualquer outro tipo de perfume. 
- Coloque-os numa linda bandeja e cada um deve pegar um.
- Ao sinal, cada um deve sentir a fragrância, abrir e ler o versículo escrito.
- Faça as seguintes perguntas num papel para cada aluno responder:
.Você tem sido um bom perfume para Jesus?
.Você tem sido um bom perfume para as pessoas que te cercam?
.Você sempre leva Jesus para todos os lugares?
.Qual o lugar que você frequenta que está precisando do perfume de Jesus?
.Existe alguma pessoa especial, que você conheça, que também está precisando de Jesus?
.Se Jesus é o melhor perfume para a vida do homem, o pior perfume, creio eu, deva ser o pecado. Você concorda com essa afirmativa? Porque?
Nota para o professor (a): Esta atividade ajudará a criança a entender a necessidade de uma vida perfumada. Ela vai compreender através da reflexão que precisa ter um comportamento aceitável diante das pessoas, pois há forças negativas que trabalham contra a pureza, bons costumes e formação geral da criança e do adolescente. Se ela não for orientada corretamente, no sentido de se tornar um bom perfume para o mundo, acontecerá o contrário: se tornará uma pessoa desagradável e ruim para ela mesma. Cabe a você professor (a) levá-los a Cristo e a ter o bom perfume e ser o bom perfume. Deixe que seu grupo tenha esta consciência prepare-se bem para esta dinâmica, não force o aprendizado, deixe que elas sozinhas percebam, pois o Espírito Santo também fala ao coração das crianças. Amém!
Sejam abençoados (as), em o nome de Jesus! 

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Dinâmica -1 para EBD.

SALADA  DE  FRUTAS
Traga muitas frutas diferentes. Distribua entre os participantes.  Deixe e incentive para que cada um fale sobre as características delas: "cor, sabor, casca, caroço, valor nutritivo, cheiro, tamanho, elas servem para alimentar, são saborosas," etc.
Professor: Crie um pensamento de reflexão na classe: "Deus criou os alimentos, e criou o homem também, cada um com características inigualáveis."
Interatividade: 
1 - Qual fruta que você acha que você é? (Peça a eles para falarem um pouquinho de suas qualidades: jeito de ser, vontades, etc., comparando ao sabor gostoso da fruta que eles gostariam de ser). 
2 - Qual fruta que você acha que você não é? (Peça a eles para falarem um pouquinho de seus defeitos: jeito de ser, vontades, manias, etc., comparando ao sabor ruim da fruta que eles não gostariam de ser).
Observação: as duas perguntas devem ser feitas a todos os participantes. Professor, cuidado para não tentar ajudar a pessoa, deixe que a espontaneidade tome conta da turma, não se comprometa. 
Professor: Crie outro pensamento de reflexão na classe: "Deus criou tudo com um propósito; as frutas foram criadas para alimento, para enfeitar as árvores e o homem para amar as pessoas, a Deus, etc., a fruta que você não gosta e se identificou que não queira ser, é a preferida do outro, que se identificou com ela."
Professor: Diga para a classe - Gostaria de comentar com vocês algumas normas que precisamos respeitar:
- Devemos respeitar a todas as pessoas, velhos, crianças, etc.;
- Devemos controlar nossas reações agressivas, evitando ser sem educação e até mesmo irônicos;
- Devemos ajudar uns aos outros: orando, conversando, dando um presente;
- Devemos aproveitar os momentos de nossas vidas para conhecer pessoas e fazer amigos;
- Devemos evitar sermos mal-humorado.
Finalização: Professor:
- Nós agora vamos fazer uma salada de frutas comparando essa salada com o relacionamento humano: Todos nós somos diferentes, mas podemos nos completar e formar uma deliciosa salada de frutas.
(Enfatizar que para compor a deliciosa salada de frutas foi preciso usar as frutas que você gostava e não gostava.)
Observação: Pode-se acrescentar à salada um sorvete ou refrigerante ou suco e usar o simbolismo da unção de Deus, a presença de Deus, do Espírito Santo, etc, completando a salada e dando um sabor especial.
Professor, lembre-se bem de sua responsabilidade para ensinar e moldar o caráter de seus alunos sejam eles de qualquer faixa etária. A Bíblia diz: Mas àquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido; e àquele a quem muito se confia, muito mais lhe pedirão. (Lc 12.48 b).
Deus o abençoe.

sábado, 31 de julho de 2010

Seitas Judaicas

Os Essênios:
Origem - Podem ter evoluído dos Hassidim (grupo que lutava pela liberdade durante o período dos macabeus; posteriormente, tornaram-se os judeus mais rigorosos e ortodoxos.), ou dos zelotes por causa de sua reação a um sacerdócio corrupto.
Descrição - Um grupo de ascetas que se retirou para se estabelecer em comunidades monásticas como Qumran, no mar Morto.
Crenças - Mantinham em comum a propriedade e as posses; a maioria era celibatária (adotando meninos para perpetuar as comunidades); eram pacifistas; exclusivistas e introvertidos, cuidando eles próprios de suas necessidades dentro da seita; possuiam modo de vestir e estilo de vida simples; matinham rigidamente a Lei e observavam as abluções rituais; acreditavam na imortalidade da alma, mas sem a ressurreição do corpo.


Os Herodianos:
Origem - Receberam esse nome por causa do apoio que deram a Herodes, o Grande, e a sua dinastia.
Descrição - Partido político, provavelmente tendo representação de várias correntes religiosas, inclusive judeus ricos e politicamente influentes.
Crenças - Apoiaram a helenização da cultura e a incorporação da política greco-romana na Palestina; favoreceram a autonomia local, mas se recusaram a confrontar o status quo, defendendo a submissãoao governo estrangeiro; opuseram-se a Jesus (Mt 22.15-22; Mc 3.6; 12.13-17)


Os Fariseus (os separados):
Origem - Provavelmente eram descendentes dos Hassidim.
Descrição - A maior das seitas judaicas; composta principalmente por pessoas de classe média, especialmente mercadores e negociantes (Jo 3.1-16); criadores da tradição oral e intérpretes da lei (Talmude e Mishná); eram legalistas, insolentes e confiavam na sua própria justiça (Mt 5.20; 9.14; Lc 7.36-39; 18.9-14)
Crenças - Monoteístas; muito preocupados com a observância do sábado, dízimo e rituais de purificação (Mt 23.2-36; Lc 11.37-44); criam na ressurreição do corpo, na vida após a morte e na existência de anjos e demônios (At 23.6-10); Opuseram-se a Jesus (Mt 16.1-12; 22.15-22, 34-46; Mc 3.6).


Saduceus (os justos ou juízes - do grego syndikoí):
Origem - Alegavam ser descendentes de Zadoque, o sumo sacerdote sob Davi e Salomão (veja 2Sm 8.17; 1Rs 1.34-35), e se vangloriavam de uma possível descendência de Arão.
Descrição - Possivelmente oriundos dos sacerdotes hasmoneus, mas definitivamente pertenciam à aristocracia; seita da qual a maioria dos sumos sacerdotes veio nos dias de Jesus (At 5.17-18); eram encarregados de cuidar do templo e do culto (Ez 40.44-46).
Crenças - Aceitavam somente a Torá como texto autorizado. Defendiam a interpretação literal da lei escrita e rejeitavam a lei oral. Acreditavam na liberdade absoluta da vontade humana. Negavam a vida após a morte, a ressurreição do corpo, providência divina e a existência de demônios e anjos (Mc 12.18-27; Lc 20.27-40). Opuseram-se aos fariseus (At 23.6-10) e a Jesus (Mt 3.7-10; 16.1-12).


Zelotes:
Origem - Possivelmente vieram do grupo envolvido na revolta dos judeus contra Roma (6 d.C.).
Descrição - Eram extremistas dentre os fariseus e notórios pelo zelo religioso e nacionalismo.
Crenças - Acreditavam que o patriotismo e a religião eram inseparáveis. Eram fanáticos na sua fé judaica e devoção da lei. Opuseram-se à dominação romana na Palestina, recusaram-se a pagar impostos e engajaram-se no terrorismo contra Roma. Opuseram-se aos herodianos e aos saduceus. Entre os zelotes, Jesus recrutou Judas Iscariotes e Simão, o cananeu (Lc 6.15-16; At 1.13).
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